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Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

a Kat agradece

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os cuidados dos seus amigos felinos deste clube nos comentários que aqui deixaram e responde a todos que está bem.

Ontem, a Maria Araújo, preocupada que estava porque não comia à 36h, por volta das 20h pegou nela, levou-a ao lugar onde está o prato com a ração e pô-la a comer.

Ela recusou, mas uns minutos depois, foi debicar qualquer coisa, para contentamento da dona.

Voltou para o cantinho do sofá e deixou-se ficar.

Mais tarde, levantou-se, voltou a comer mais um pouco e a  Maria ficou tranquila porque, finalmente, a Kat estava a dar um sinal positivo de recuperação.

Com o estômago mais confortável, a Kat saíra do estado de prostração que se encontrava.

Logo de manhã cedo, a Maria foi acordada com as patas da Kat a bater na porta do quarto. Queria comer.

Óbvio que ela ficou feliz. A Kat voltara à rotina.

A Kat parecia a mesma de sempre, rabo levantado seguia para a cozinha, à frente da Maria, super contente porque ia comer.

Com a porta do quarto entreaberta, mais tarde a Kat empurra a porta, entra.

Maria tinha voltado ao seu sono.

De repente, ouve um ruído:

- Kat onde estás tu?- , perguntou.

E a Kat sai de dentro do roupeiro toda espevitada e parou a olhar a sua dona.

A Kat está bem, voltou  às suas malandrices.

Obrigada a todos.

 

 

Os gatos pressentem, e os donos sentem

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Há uns dias fomos ao veterinário para a consulta pré-cirúrgica da Becas e da Amora.

A Amora ainda não pode ser esterilizada. A Becas, sim. Ficou marcada para hoje.

Nos últimos dias, a Becas mudou o comportamento. Anda mais meiguinha, mais carente, deita-se sempre no mesmo sítio que a Amora, e perto dos donos. 

Ontem, não estava nos dias dela e pregou umas dentadas ao dono, o que é estranho porque é dele que ela mais gosta.

Eu disse-lhe: deixa-a estar, está em dia não. Ela sabe que se vai passar alguma coisa com ela. Disse isto na brincadeira mas acredito que ela tenha pressentido mesmo que algo se ia passar.

 

 

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Hoje, coitadinhas, assim que se levantaram foram direitinhas à cozinha para comer. Mas a Becas tem que estar em jejum. E como não podia estar a prender uma delas numa divisão, a Amora foi obrigada a ser solidária com a amiga. Tentei distraí-las com brinquedos, levá-las à janela, e à rua no meu colo.

Mas custou muito estar a ver a tristeza delas. É que depois, se pegava numa, a outra ficava com aqueles olhinhos tristes a querer mimos. Se pegava na outra, ficava a primeira aborrecida.

 

Lembrei-me do dia em que levámos a Tica para a esterilização. E sinto-me bem melhor hoje ao levar a Becas. Com a Tica, entregámo-la na rua (porque a clínica ainda não estava aberta) ao médico que a pôs na sua carrinha, e a levou para outra clínica onde ia ser feita a cirurgia. E não é que tenha razão de queixa, porque até correu tudo bem. 

Mas é bem mais reconfortante deixar a Becas no hospital, entregue a médicos que já conhecemos e que não tratam os animais como meros animais, e com os meios que sabemos que têm.

Ainda assim, é uma cirurgia, e custa sempre ver as nossas meninas nestas situações.

 

Estou ansiosa para que o dia chegue ao fim, e possamos ir buscá-la. É que se eles pressentem as coisas, e as sentem fisicamente, os donos sentem-nas no coração, que só descansa quando temos os nossos bichanos sãos e salvos em casa!

A Missão do Projecto Amor Animal!

 

 Bom dia, a todos!

 

Para quem segue o nosso Clube habitualmente, já ouviram falar do Projecto Amor Animal, que foi de onde vieram a minha Fénix e Puma, mas quem ainda não ouviu é uma excelente oportunidade para conhecer a sua missão!

 

Pedi á Rute Sousa, uma das fundadoras do Projecto, para me descrever qual a missão da Associação para conhecermos mais um pouco do seu trabalho:

 

O Projecto Amor Animal não é mais que um pequeno grupo de pessoas que se entreajuda com os casos com que se vão deparando, não conseguindo virar as costas.

Somos um grupo jovem e dinâmico, unidos pelo desejo de ir mais longe na ajuda aos "animais de ninguém".

                Auxiliamos animais errantes, abandonados ou em vias de abandono, vítimas de negligência ou maus-tratos por parte do ser humano, sendo que o nosso trabalho abarca várias vertentes:

  •      Esterilização de animais errantes, para controlo do número de gatos e cães que vivem desprotegidos na rua;
  •      Resgate de animais em risco e, sempre que possível, encaminhamento dos mesmos para adopção;
  •      Tratamento veterinário a animais sem dono;
  •      Alimentação de colónias de gatos desprotegidas.
 
Eu vou ser eternamente grata, pôr me terem dado a oportunidade de dar uma casinha e amor á Fénix e ao Puma e de terem cuidado deles até os encontrar, sem dúvida que desde que tenho as duas pestinhas, tenho o meu coração mais preenchido de amor e felicidade!

 

Gostava de ser rica, para poder ajudar mais o Projecto e outras associações é muito bonito o trabalho que fazem, mas sem dinheiro não conseguem ajudar mais animais e neste momento as finanças do Projecto estão em saldo mais que negativo com as dividas ao Veterinários com que trabalham.

 

O dinheiro que angueriasmos com a  venda do livro do Clube de Gatos do Sapo, foi uma preciosa ajuda e no qual o Projecto está grato, mas infelizmente não chega para equilibar a balança.

Por isso, se puderem ajudar de alguma maneira, nem que seja com 1€, os gatinhos abandonados vão agradecer!

 

Como ajudar:
IBAN: PT50 0023 0000 45474786214 94
SWIFT: ACTVPTPL

 

 

SOS Animal - estreou a 2ª temporada!

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Já na primeira edição tinha prometido a mim mesma que ia deixar de ver o programa, porque assistir a situações de maus tratos e maldades para com os animais, e ver as sequelas que daí advinham, mexia demasiado comigo e tornava-se, a cada novo episódio, mais penoso.

Mas lá estive eu hoje a assistir à estreia da 2ª temporada, e a torcer para que o Pongo recuperasse e conseguisse alguma qualidade de vida, depois de ter sido encontrado à beira da morte, por privação de alimentos. 

Graças aos cuidados de toda uma equipa de médicos veterinários e enfermeiros, alimentação e medicação adequada, e com recurso a fisioterapia e acupunctura, o Pongo foi melhorando aos poucos.

Pelo que sei, já foi adoptado!

 

Foi bom também ver que o Hospital Solidário já está em pleno funcionamento, quando na primeira temporada ainda não passava de um projecto de difícil concretização.

 

No entanto, fica uma dúvida: ao vermos estes episódios ficamos com a sensação de que é muito simples ajudar um animal em risco. Ligamos à SOS Animal, eles vão lá e tratam de tudo o resto. E nós vamos à nossa vidinha. Mas será mesmo assim?

Aos animais ajudados são disponibilizados todos os meios e tratamentos necessários. Mas quem é que paga essas despesas? Quando alguém encontra animais abandonados e os leva até ao hospital solidário, pode desresponsabilizar-se de qualquer encargo? Não tendo o hospital qualquer apoio do estado, como é que sobrevive e tem condições para ajudar estes animais, sem ter a quem cobrar as despesas?

 

 

 

 Imagem SOS Animal

estará doente?!

A Kat esteve todo o dia sossegada no cesto que normalmente ocupa durante o dia.

Saí de tarde, quando cheguei procurei-a, estava no cesto. Não se mexeu.

Às 19:30h reparei que não dava sinal de que queria comer, como é habitual. 

Entretida na leitura dos blogs, de repente, reparo nas  horas. 20h !
Levantei-me e fui vê-la. Estava na mesma posição, no cesto.

Fui buscar a ração, pus no prato. Ela levantou-se, cheirou a comida e afastou-se.

Foi duas vezes à caixa fazer as suas necessidades.

Fui espreitar as fezes, não vi nada de anormal.

Não voltou ao cesto, mas também não tocou mais na ração.

Agora, está sentada no hall, sossegada.

Sempre que cozinho anda atrás de mim. Hoje, nem o cheiro a peixe grelhado a faz mexer-se.

Se amanhã continuar apática e sem comer, vou ter de a levar ao veterinário, que detesta e porta-se mal.

 

 

 

ai, que edredão quentinho!

 

As noites arrefecem, durmo de pijama  de verão, mas fui buscar um edredão pequeno, que raramente uso no inverno, aproveito para usar nos início de estação que nem é quente nem é fria. Se tiver calor de noite, atiro-o para os pés da cama ( o pior são os espirros,claro).

De manhã, levanto-me tiro o edredão e ponho-o em cima de uma cadeira de baloiço, enquanto puxo a roupa de para os pés da cama , abro a janela para arejar o quarto.

Hoje, fiz o habitual. A Kat entra no quarto, vai directamente à cadeira, cheira o edredão e planeia a investida, conforme as fotografias.

Saí de casa à 9h para o ginásio, regressei às 12:15h e ainda lá estava.

São 13.32h continua, sem dormir, aconchegada ao edredão.

Em dias normais e a esta hora, já a cama estava feita. Hoje, vou tirá-la dali depois do almoço.

É que está tão fofa e sossegada que nem me apetece incomodá-la.

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Os sacos de plástico podem ser boas camas?!

Pelos vistos, sim!

Pelo menos a Becas e a Amora gostam muito e sentem-se bem e confortáveis lá dentro.

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Aqui a D. Becas enfia-se logo dentro do saco onte estão os livros e cadernos da dona júnior, mal ela o pousa na cama. À custa desta mania, o livro do Português já tem uma marca de garras, e o estrago só não foi maior porque demos por isso a tempo.

 

 

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A D. Amora, vendo a Becas no saco, também quis um. E lá fui eu buscar um saco para a Amora se enfiar dentro.

 

 

 

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 Acabaram por adormecer dentro deles durante mais de meia hora.

 

 

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Agora, todos os dias querem os sacos à disposição!

 

 

 

Será isto o amor?

senhora gatinha

 

Gabby tinha apenas dois anos quando foi levada a casa de uns idosos, juntamente com outros dois gatos, por voluntários de um abrigo, para ver se queriam ficar com algum que lhes passasse a fazer companhia, em troca de uma lar e muito amor.

Dos três, dois esconderam-se logo entre os móveis, que tiveram que desviar para os conseguir apanhar novamente. Já Gabby, criou logo uma ligação com esta senhora que viria a ser a sua dona, conexão essa que foi recíproca!

Moravam juntas num complexo de apartamentos para idosos, como verdadeiras colegas de quarto.

Desde então desenvolveu-se uma amizade muito especial. Gabby acordava a sua dona todas as manhãs, dormiam juntas todas as noites, e partilhavam o mesmo gosto pelos livros, cada uma à sua maneira, claro!

Quase se poderiam apelidar de almas gémeas. E isso verificou-se não só nos momentos mais felizes, mas também quando as coisas começaram a correr menos bem.

A saúde de ambas começou a deteriorar-se, e se Gabby viria a passar a maior parte dos seus dias sozinha, tornando-se mais reservada, a sua dona começou a comer cada vez menos e perder peso.

 

 

 

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Durante uma última consulta ao veterinário, quando Gabby contava já com 15 anos, este achou que estava na hora de ela partir, para não prolongar o seu sofrimento. A dona ficou ao lado dela até Gabby fechar os olhos pela última vez. Partiu nos seus braços.

Não terá sido fácil e, talvez por isso, quando chegou a casa, triste e perturbada por ter perdido a sua grande amiga, a única coisa que a senhora fez foi deitar-se no sofá.

Nunca mais acordou...

Cerca de quatro horas depois de Gabby ter sido eutanasiada, a sua dona faleceu, mostrando que iriam continuar inseparáveis, tanto na vida como na morte. As duas foram, inclusive, enterradas juntas.

A neta desta senhora acredita que o facto de a sua avó se preocupar com o futuro da Gabby, caso viesse a falecer primeiro, a manteve a seu lado durante os últimos tempos. Mas tendo Gabby partido, a sua dona poderia também seguir o exemplo, em paz e descansada. 

Jill afirma ainda que pode até ter sido uma mera coincidência, ou apenas o coração partido, mas prefere acreditar que a sua avó e Gabby eram duas almas que não podiam estar separadas, e que o espítito de Gabby esteve presente a confortar a avó na hora da sua morte, tal como esta tinha feito pela sua amiga, horas antes.

 

 

 
 

 

 

 

 

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