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Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

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Os gatos e os efeites de NATAL

Quando a palavra NATAL sine no nosso cérebro, aparece-nos logo,

uma àrvore repleta de efeitos (sininhos, lacinhos, bolinhas, fitinhas, luzinhas e em volta embrulhos), o presépio com todas as figuras principais, mais a palhinha, a velinha, a estrela…

Para os nossos gatos, não irá ser diferente e assim sendo, para eles a palavra NATAL “mia no cérebrinho” significando: noites em boîtes (as luzinhas a acender e a apagar), rally ballon (bolas da àrvore quando caiem e começam a rolar pelo chão), fazer cúcú aravés da copa da àrvore (sobem a estas para “matar” a curiosidade) e as figurinhas despertam interesse (tocam nestas para terem a certeza se estão vivas ou não pois, podem ser espias). Passam a noite divertidos até que, quando entra pela janela o primeiro raio de sol…úps!!, imediatamente entram pela manta que está no sofá esquecida e ou com intenção para eles ficarem mais quentes, resfatelam-se e pronto o sono chega…não sendo nada com eles.

Quando os gatos ficam com as garras presas

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As garras dos gatos podem ser perigosas para os humanos, mas também consituem perigo para si próprios.

Nem todos os donos cortam as unhas aos seus bichanos, seja porque eles não o permitem, ou porque os próprios donos consideram que não há necessidade.

Há casos, inclusive, em que as garras podem ser uma boa ferramenta e de bastante utilidade, em casos de gatos com limitações, como é o caso da nossa Amora. 

Se não fossem as garras dela, já teria caído muitas vezes, quando tenta saltar para algum lado. São as garras que lhe permitem aventurar-se a seguir os passos da Becas, e subir para sítios mais altos, ou arriscar uma ou outra acrobacia.

 

No entanto, volta e meia, tanto uma como a outra ficam com as unhas presas em qualquer lado, não se conseguem desprender, e começam a ficar nervosas.

Nesses casos, se estivermos por perto, o melhor que temos a fazer é manter a calma - para stressados já bastam eles, o que é difícil, porque os vemos aflitos.

Temos que analisar bem a forma como a unha está presa, e como tentar desprender sem magoar o gato, com o maior cuidado possível. Se um gato já está bravo por causa da situação, e se nós, como nervosismo, quisermos fazer tudo à pressa, podemos piorar a situação.

 

Hoje de manhã, a D. Amora lembrou-se de prender uma unha, nem sei bem onde, porque quando cheguei já ela se tinha libertado. Mas ouvi bem o miar de aflição dela, que se deve ter assustado ainda mais quando a minha filha, que estava com ela, começou a gritar a chamar por mim, também ela nervosa por não conseguir ajudar a gata.

E foi uma sorte eu ter chegado naquele momento, e ter dito à minha filha para ficar quieta porque a Amora, conforme se soltou, começou aos saltos, desnorteada, mesmo na direcção dos pés da minha filha, e por pouco não levou uma pisadela.

 

Quando se esticam para espreguiçar, e ficam com as unhas presas, eu costumo levantá-las na direcção de onde a unha está, para que o corpo não faça peso para baixo, e só então tento desprender. Já se ficam presas às minhas pernas, baixo-me, para que possa ficar ao nível delas, e soltar mais facilmente.

 

Alguém por aí já passou por situações semelhantes, e quer partilhar alguns truques?

Não se perde um animal... perde-se um membro da família...

"A Poem For Cats

They never leave our memories,

the cats who've shared our lives.

In suptle ways they let us know

their spirit still survives.

Old habits still make us think

we hear a meow at the door.

Or step  back when we drop

a tasty morsel on the floor.

Our feet still go around the place

the food dish used to be,

And, sometimes, coming home at night,

we miss then terribly.

All although time may bring new friends

and a new food dish to fill,

That one place in our hearts

belong to them... and always will"

 

 

 

Na passada quinta-feira à noite, a minha princesinha Bia partiu...

 

Há um ano atrás, tinha acabado de deixar entrar a Ritinha em casa. Contrariada. Com muita resistência, lá deixei que ela viesse para casa. Não só pelo facto de ter outros três. Do receio de que a podiam rejeitar, mas principalmente por... pela morte do meu Matias, o meu gatinho mais velho, de olhos verde esmeralda. Um gatinho maravilhoso que me acompanhou durante quase 18 anos. 

 

Um ano se passou...

E de um dia para o outro tudo descambou. 
Nesta semana que passou, estive de férias. Andava ansiosa por uns dias de merecido descanso e de pôr assuntos em dia. Aqueles que normalmente não temos tempo quando estamos em horário laboral. 

Iam ser umas férias de quase chacha.... mas antes isso do que...

Na sexta-feira, antes do fim de semana do meu dolce fare niente, vendo a barriga da minha gata inchar de forma súbita... como se de um dia para o outro estivesse à espera de bebés... Uma enorme ascite (barriga de água) ocupava-lhe todo o abdómen. Levei-a de urgência ao veterinário. Logo aí e após ser vista, o meu mundo ruiu... O diagnóstico era muito reservado. Havia a suspeita de estarmos a lidar com uma peritonite infecciosa felina ou, na presença de um tumor no fígado. Ficou internada. Qualquer das duas hipóteses era terminal, tal estavam alteradas as suas análises.

Enquanto esteve internada, de sexta à noite a segunda à noite, nada lhe faltou. Com todo o cuidado médico como se de um ser humano se trata-se. Com horários de visita e tudo!

Ansiava pelos momentos em que a ia ver, tanto de manhã, como ao final da tarde. Sempre na esperança de a ver melhor, mas o seu estado ia-se deteriorando.

Na segunda-feira, veio o resultado conclusivo, das citologias e n bateria de análises... tumor com metástases noutros órgãos.

Veio para casa... com os tratamentos paliativos até...

Soro intravenoso, injecções para as dores, para os vómitos, para o fígado... comprimidos para lhe estimular o apetite e... tudo aquilo que ela tivesse vontade de comer. Dar-lhe conforto e o aconchego de casa até ao seu último suspiro...

Ou... até ver que o seu estado se tornava insustentável e a leva-se para adormecer...

Não consegui o fazer. Não sei se o conseguiria fazer... Nem mesmo que pensa-se em o fazer... teria tido tempo para tal...

A Bia... não resistiu...

A um tumor que, aparentemente não deu sinais antes... Nada me indicava o que se passava com ela. Sempre bem disposta, comilona, brincalhona, meiga e.... feliz... Com os seus grandes olhos amendoados sempre prontos para se enroscar no nosso colo.

Até... na quarta-feira, dessa semana, dar com um ligeiro aumento da sua barriga. Ligeiro e uniforme. Bom, não deve ser nada de especial.... pensei eu... Se calhar, foi daquela saqueta de comida nova que ela comeu e lhe vai dar uma volta aos intestinos... Mas não... estava enganada... No dia a seguir a barriga estava maior e na sexta... tive de a levar para ver o que se passava. 

 

Os dias que se seguiram e seguem custam a passar. Cada espaço tem a sua história... a sua memória...

Todos sentimos a sua falta. 

 

Propositadamente.... não colocarei nenhuma foto dela. Não consigo fazê-lo...

 

Quero deixar o meu sincero agradecimento a toda a equipa do Hospital do Gato, em especial à Dra. Ana Cassapo, por todo o cuidado e apoio prestado.

Um Bem Haja!

Déjà vu

Hoje acordei antes do despertador tocar, não sei porque foi mas, entrei naquele dorme, acorda, dorme, acorda e, dentro desses entretantos sonhei ou pensei com o meu falecido gato Tim tim. Era o último dia que ele teve lá em casa. Já estava muito franquinho e nesse dia esperou que eu chegasse a casa para que eu com ele fossemos percorrer todas as divisões da casa...Nisto abri os olhos e tornando a fechar pensei que dia era, pensei e pensei e reparei que hoje faz 3 anos que o Tim tim nos deixou. Esteja onde estiver que esteja bem.

Um momento muito esperado pela dona

Tenho partilhado aqui no clube, a dificuldade que tem sido a adaptação do Riscas - gato que tenho há cinco anos, com o Rafael, gato que entrou na minha casa em agosto deste ano.

 

Os obstáculos têm sido tantos. O Riscas ficou deprimido, doente. Foi um processo muito difícil. Cheguei a pensar que nunca se iriam dar bem.

 

No entanto, aos poucos, já se vão tolerando. Foi uma grande satisfação, ver o Riscas a lavar as orelhas ao Rafael. Vê-los a partilhar a vista da janela. Estarem os dois comigo no sofá lado a lado.

 

E agora, o momento mais esperado e desejado, pelo menos por mim... os dois a dormirem enroscadinhos.

 

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Um gato de rua chamdo Alone e outros mais

Este bichano continua a andar atrás de mim, desde que lhe dei patê. Fica à porta do meu prédio, a ver quando saio. Até quando chego de carro, ele vai ter comigo à viatura e mia. Mas se lhe dou ração fica chateado e não a come. Exige que lhe dê patê. E por vezes, até leva um amigo...

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Este preto e branco dei o nome de Oreo Ribatejano, já que existe o Oreo de Mafra.

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Também leva este pretinho, o Panterinha...alonne.jpg

Há dois Pardinhos

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Espero que ninguém lhes faça mal, eles apenas pedem comida, não incomodam ninguém. São umas fofurinhas!

O Cantinho da Adopção! #62

Esta gatinha foi encontrada na zona da Quinta da Bela Vista em Vila Nova de Gaia.  Aparentemente está bem tratada, e é muito meiguinha. É certamente uma gatinha de casa que fugiu ou que infelizmente terá sido abandonada.   A pessoa que a acolheu não pode mesmo ficar com ela e se não lhe encontramos um lar rapidamente vai ter de regressar para a rua. Por favor partilhem para que possamos rapidamente encontrar-lhe um lar.

 

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Até lhe encontrarmos um lar definitivo ninguém aqui da zona Norte poderá ser FAT?

 

Infelizmente o meu Pulga nunca permitiria que levasse para casa um gato adulto e tenho uma casa demasiado pequena para poder criar dois espaço distintos ainda que temporariamente... 

 

Por favor partilhem, a quantas mais pessoas chegarmos mais possibilidades temos.

 

Para mais informações: desabafosdamula@hotmail.com ou então por aqui, ou ainda pelo Facebook. 

Quer ser parceiro do Clube de Gatos do Sapo?

Foto de Clube de Gatos do Sapo.

 

O Clube de Gatos do Sapo é um blog sobre gatos que pretende, através da sua vertente solidária, ajudar diversas associações de protecção animal.

O Clube tem contado com o apoio dos respectivos membros, mas ambiciona chegar mais longe e, para isso, está à procura de parceiros que queiram embarcar nesta aventura conjunta.

 

É escritor e quer doar um livro? 
É músico e quer oferecer um CD?
Tem uma loja e quer doar alguns produtos?
Faz artesanato e quer oferecer uma peça?

 

Tudo isto e muito mais será bem vindo!

Nós agradecemos, e as associações que vierem a beneficiar das iniciativas também!

 

Contactem-nos através do facebook https://www.facebook.com/clubedegatosdosapo/

ou email clubedegatosdosapo@gmail.com

 

Encomendas felinas!

 

Todos sabemos como os gatos têm uma adoração especial por caixas! 

Nestes casos, esse fascínio poderia ter-lhes custado a vida e valeram, por certo, muitos nervos e preocupação aos donos.

 

Uma gatinha, na Itália passou por um mau momento quando resolveu enfiar-se dentro de uma caixa, onde acabou por adormecer.

O dono da gata, sem saber que ela estava na caixa de papelão, fechou a caixa e enviou-a para o seu destino final – a centenas de quilômetros de distância.

A caixa esteve viagem por quatro dias, e a gata permaneceu no seu interior durante todo esse tempo. Quando a encomenda chegou a Vicenza, os funcionários do correio local ficaram alarmados ao ver uma caixa a mexer e decidiram abri-la, encontrando a gata que, apesar de desidratada, estava melhor do que seria de esperar.

Felizmente, conseguiram identificar o dono que, desesperado à procura da gata que tinha desaparecido, ao saber onde ela estava, dirigiu-se de imediato para o local.

 

 

 

Também em Inglaterra ocorreu uma história semelhante.

Uma gata, de oito anos, estaria a dormir dentro da caixa de cartão quando a dona, Julie Baggott, sem se aperceber da sua presença, fechou a encomenda de DVD's e a enviou pelo correio para um cliente.

Foram oito dias que a gata esteve fechada na caixa, levada pelos serviços de correio de Inglaterra, de uma distância de 418 quilómetros, entre as localidades de Falmouth, na Cornualha, e Worthing, em West Sussex.

O grupo de serviços veterinários ajudou a encontrar os donos de Cupcake através do "microchip" de identificação do animal.

E também esta história teve um final feliz.

 

Mas talvez estas duas gatas tenham ficado um pouco traumatizadas com caixas! Ou então, não!

 

 

 

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