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Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

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Os meus "afilhados" Pompom e Oreo

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Custa não poder entrar lá dentro (quer dizer, poder até posso, mas não devo), e tentar perceber o que se passa com eles.

Ultimamente, são raras as ocasiões em que se vê o pai, a mãe e a tia. Estas últimas, sei que ainda por lá andam,mas raramente as vejo.

O Mini Riscas, bebé amarelo igual ao pai, nunca mais o vi.

Agora, são estes dois meninos que vejo mais vezes e, de certa forma, parece que o Pompom (branco), ficou encarregue de proteger e cuidar da irmã (para mim é uma gata), a Oreo!

A Oreo é a mais pequenita dos três.

Quando passei para baixo ao almoço, dormia a Oreo, e o Pompom vigiava. Pelo menos, não fugiram desta vez.

À vinda para o trabalho, coloquei comida, e o Pompom enroscou-se como que a dizer que não havia perigo. Voltou a olhar quando pus água, mas deixaram-se ficar os dois.

Tenho muito receio por eles.

Os gatos também podem viver em família?

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Será cada vez mais difícil encontrar, hoje em dia,uma família de gatos.

Primeiro, porque os bebés são, ao fim de pouco tempo, entregues para adopção.

Depois, muitas vezes nem se sabe quem é o pai dos gatinhos.

E, cada vez mais, os gatos, mesmo os de rua, estão esterilizados/ castrados, o que impede a reprodução e constituição de família.

 

No entanto, consigo identificar essa vivência em família, nestes gatos que alimento a caminho de casa.

Com o passar dos dias, foram vários os momentos em que vi a mãe gata, o pai gato, e um dos seus filhotes a dormirem juntinhos. Ou a mãe com o filho. A mãe gata é mais apegada ao braquinho, enquanto que o pai gato é mais chegado ao seu reflexo em miniatura.

Por norma, quando não está a mãe, está o pai por perto, para tomar conta deles. A mãe, que me parece de primeira viagem, mostra ser uma mãe "galinha" com as suas crias.

Para além destes, anda por ali também uma tia ou avó, que toma conta dos meninos quando os pais não estão!

Será esta uma excepção à regra ou, de facto, a haver condições para tal, é possível os gatos viverem em família?

Altruísmo versus egoísmo

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Há já algum tempo que andava com a ideia de contactar uma associação que cuida dos animais de rua, e suas colónias, para ver o que se podia fazer com aquelas gatas e gatos que costumo alimentar a caminho de casa.

Disseram-me, há uns meses, que seria preciso enviar uma candidatura, ter padrinhos que custeassem as esterilizações, e ajuda dos cuidadores para conseguir apanhá-los.

Desde então tenho estado na dúvida se enviava ou não a dita candidatura.

 

 

Por um lado, não fazendo nada, a não ser dar-lhes comida e água, estou a deixar que eles se reproduzam, e daqui a pouco não são apenas 8, mas muitos mais. Se não fizer nada, estou a deixá-los entregues a si mesmos, e à boa vontade das pessoas que têm ajudado até agora, sem quaisquer outros cuidados.

Poder sinalizar a colónia, e haver quem os vá vigiando e não lhes deixe faltar o essencial, é querer o bem deles.

 

Mas, por outro lado, dou por mim a pensar se os gatos não querem, simplesmente, que os deixemos em paz, a viver a sua vidinha como sempre o fizeram. Dou por mim a pensar se, depois, não vão retirar os gatinhos bebés às mães, para adopção, e restituir estas à colónia, sozinhas. Que direito tenho eu de lhes fazer isso?

E, confesso, gosto tanto de ver todos ali sempre que passo, de ver a cumplicidade entre mães e filhos, e restantes gatos, como se fossem um clã unido, que iria sentir muito a falta deles, se os tirassem dali. E aqui, sim, estou a ser egoísta.

 

De qualquer forma, nenhuma mãe deveria ser privada dos seus filhotes. Por muito bonito que seja adoptarmos gatinhos bebés e seja assim que funciona, sendo os gatos separados das mães logo que podem, para encontrarem nos humanos as suas famílias, o que sentem as mães gatas quando vêem que todos os seus filhotes partiram?

 

Assim, voltamos ao ponto de partida. A única forma de isso não acontecer, é as gatas não terem filhos. Para isso, é preciso esterilizá-las. E, para isso, é preciso sinalizar a colónia.

É por isso que ando aqui nesta ambiguidade, entre o que será mais correcto fazer, o que devo fazer, e o que o o coração me diz para fazer.

Qual a melhor decisão? 

 

Para já, enviei a candidatura. O resto logo se verá...

 

 

O Cantinho da adopção! #45

Foto de Tarecos Das Alcarias.

 

A mamã Julieta, depois de amamentar os seus quatro filhotes, que já foram entregues para adoção, amamentou a Cuca e a Mel. A Cuca também encontrou a sua família e a Mel vai dividir o espaço da casa com a residente Luna. 

A Julieta já está esterilizada, desparasitada e tem testes de FIV/FELV (negativos)
É uma gatinha super meiga, tem entre dois e três anos e terá que regressar às colónias dos Tarecos Das Alcarias, se não encontrarem uma família que a receba.
Está em casa da responsável pelos Tarecos das Alcarias desde o inicio de Maio, e não a queriam devolver à colónia depois de estar habituada ao ambiente de casa, mas infelizmente não pode ficar com ela.


Se quiserem uma gatinha meiga como a Julieta, e assumir a responsabilidade que a adopção implica, entrem em contacto para o 915161597, ou para mensagem privada nos Tarecos Das Alcarias - https://www.facebook.com/tarecos.das.alcarias.

 

 

 

Foto de Tarecos Das Alcarias.

 

Foto de Tarecos Das Alcarias.

 

Até eu fiquei com vontade de a acolher! Se não tivesse já as minhas meninas...

 

 

Informação e imagens: Tarecos Das Alcarias

Irmãs ou nem por isso?

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Diz, quem sabe, que apareceram as duas na mesma altura, e que devem ter mais ou menos a mesma idade.

A de cima, é de uma vizinha que mora a uns metros. A de baixo, veio parar ao quintal dos meus senhorios, e acabou por ficar por ali com eles.

São ambas em tons de preto e branco, e dizem ter vindo, provavelmente de umas ninhadas que se encontram nuns terrenos mais abaixo de onde moramos.

 

Será que são da mesma família? Irmãs, talvez? Ou será mera coincidência?

 

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O poder dos gatos consoante a sua cor

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Os gatos são considerados os animais mais mágicos que existem na Terra!

A sua aura é enorme, e eles conseguem proteger não só os donos, como toda a família e o lar onde vivem, protegendo de espíritos malignos e fantasmas.

Para além disso, têm também uma certa capacidade de tratamento, e podem mesmo curar os seus donos, deitando-se sobre o corpo doente.

 

No meio de toda esta magia, poder e mistério que envolve os gatos, também se crê que a cor do seu pelo pode dizer muito sobre eles, e aquilo que de melhor têm para nos proporcionar. Confiram, e digam se bate certo com os vossos gatos, ou se tudo não passa de um mito!

 

 

Gatos tricolores - dão boa sorte na terra e no mar, mantêm a casa e a família livre de prejuízos, trazem prosperidade e felicidade ao lar

 

Gatos bicolores - são muito amigáveis, e trazem sabedoria e bom senso para dentro da casa dos donos

 

Gatos azuis, cinza, cinza esfumado - trazem amor, felicidade, e sorte, bem como estabilidade emocional e paz

 

Gatos pretos - absorvem a energia negativa, e dão protecção à nossa casa

 

Gatos brancos - têm poderosos poderes de cura, aliviam o stress e dão e recarregam energia positiva

 

Gatos siameses - trazem fama, sucesso, longevidade e energia positiva

 

Gatos tartaruga - trazem clarividência e cura

 

Gatos dourados, castanhos, amarelos - são muito brincalhões e sábios, concedem benevolência, ajudam a dominar a sabedoria antiga e a magia solar

 

Gatos Tabby/ listados - dão sorte, e trazem luz, uma atitude alegre, energia, humor e diversão

 

 

 

 

 

 

Os gatos, nascem nas paredes?!

 

Bom dia!

 

Hoje quero partilhar convosco um vídeo incrível!

Uma família, começou a ouvir pequenos miados vindos dentro de uma das paredes de sua casa e pediram ajuda para abrir um buraco na parede e ver o que realmente era aquele som.

 

Surpresas das surpresas, o homem tirou  uma gatinha bebé de dentro da parede, como ela lá foi parar é um verdadeiro mistério, mas se o seu inicio de vida foi atribulado, as imagens que vêm a seguir mostra que ela encontrou a sua casinha e família para a vida!

 

Cresceu e tornou-se numa gata  tricolor linda e saudável, mimada por todos os membros da família.

Felizmente, teve um final feliz!

A pergunta que faço, os gatos nascem dentro das paredes?

Gata à procura de família

A Sofia, minha sobrinha, pediu-me que publicasse este texto no Clube de Gatos do Sapo, que divulgou, também,  na sua página do FB.

Se alguém de Braga ou arredores pretender adoptar esta gata, por favor, contactem para o número abaixo indicado.

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Esta gata está à procura de uma boa família com muito amor para dar.

Ela é super querida, adorável e educada, não mia, não morde, não rosna, não chateia nada, é tão dócil que faz derreter o coração.
Ela foi muito maltratada pelos ex-donos e "escurraçada" para o quintal de uma amiga da minha mãe.
Não tenho a certeza da idade mas tem menos de um ano, é de raça portuguesa, tem pêlo curto e, por isso, não larga nem enche a casa de pêlo. Já está esterelizada , muito bem tratada e saudável.

É, de facto, uma das gatas mais dóceis e mais fantásticas que já conheci e, infelizmente, para muita tristeza minha, não posso ficar com ela. A primeira vez que peguei nela ela não estranhou nem mostrou qualquer sinal de luta ou ameaça, estava apenas irrequieta porque queria ir brincar.

Por favor, divulguem/partilhem para que possamos dar uma boa família que se preocupe e a ame.

Se estiverem interessados em adotá-la contactem-me para o facebook ou para o telemóvel: 965 601 209.

Obrigada pela vossa atenção.

 

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