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Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

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O Cantinho da Adopção! #49

Hoje o Cantinho da Adopção partilha convosco vários gatinhos que estão para adopção, neste momento aos cuidados de Pedro Cas (https://www.facebook.com/PedroMLCas/), pessoa que devem contactar caso estejam interessados em algum deste meninos!

 

Foto de Pedro Cas.

Península, nascida numa rua de Setubal, resgatada em Outubro de 2016, até hoje ainda à espera de adopção. Mini-gata, com cerca de 1 ano de idade, um pouco receosa do contacto com as pessoas, dá-se muito bem com outros gatos, em particular com o Salomão.

 

 

Foto de Pedro Cas.

Salomão, resgatado em Setembro de 2016, adora festas e biscoitos, mas continua à espera de adopção.

Adora festas. Dá marradinhas, dá beijinhos, dá a barriga a pedir festas, ronrona que se farta e adora a Peninsula. Só não gosta de colo. Nem de veterinários.

 

 

Foto de Pedro Cas.

Aleijadinho, resgatado aquando das obras no Alegro de Setubal, à espera de adopção desde Outubro de 2014. 

 

 

Foto de Pedro Cas.

Maya, resgatada de um esgoto com os seus bebés em Março de 2014, viu-os serem adoptados e ficou à espera de adopção. É muito meiga e carente.

 

 

Foto de Pedro Cas.

Xavier, 5 anos de idade, muito meigo, adora festas e colo, não se dá com outros animais. Tinha dona, mas fartou-se dele. Muito revoltado no início, hoje é um gato que adora colo, festas e companhia de pessoas. 

 

 

Foto de Pedro Cas.

Malinho, abandonado com apenas 6 meses de idade, resgatado em Fevereiro de 2014 depois de ter sido pontapeado, vive até hoje à espera de adopção

 

 

Deixo aqui também o email do cuidador e responsável por estes bichanos:

Pedrocas.pt@gmail.com

 

Os gatos também podem viver em família?

Resultado de imagem para família de gatos

 

Será cada vez mais difícil encontrar, hoje em dia,uma família de gatos.

Primeiro, porque os bebés são, ao fim de pouco tempo, entregues para adopção.

Depois, muitas vezes nem se sabe quem é o pai dos gatinhos.

E, cada vez mais, os gatos, mesmo os de rua, estão esterilizados/ castrados, o que impede a reprodução e constituição de família.

 

No entanto, consigo identificar essa vivência em família, nestes gatos que alimento a caminho de casa.

Com o passar dos dias, foram vários os momentos em que vi a mãe gata, o pai gato, e um dos seus filhotes a dormirem juntinhos. Ou a mãe com o filho. A mãe gata é mais apegada ao braquinho, enquanto que o pai gato é mais chegado ao seu reflexo em miniatura.

Por norma, quando não está a mãe, está o pai por perto, para tomar conta deles. A mãe, que me parece de primeira viagem, mostra ser uma mãe "galinha" com as suas crias.

Para além destes, anda por ali também uma tia ou avó, que toma conta dos meninos quando os pais não estão!

Será esta uma excepção à regra ou, de facto, a haver condições para tal, é possível os gatos viverem em família?

A Lua e os dentes

A minha gata Lua tem 5 anos.

Muito selectiva no que come, quase não toca nos biscoitos - quase - reservando a sua refeição para a noite, quando lhes dou um pouco de pâté. Mesmo aí não come, lambe.

 

Será que tem problemas nos dentes? É normal ou é a minha cabeça de humana a funcionar?

É porque apesar de eu pensar que podem ser dentes, também creio que 5 anos, não é assim tanto para ter um problema desses... Será que vai ter de usar placa?   Estas são as dúvidas que me assolam!

 

Daqui a uns 10 dias vai ao vet para a vacina anual e poderei perguntar, mas até lá, têm alguma coisa a dizer sobre o assunto?

A Lili, a Catwoman e o Afonso

Foto de Tarecos Das Alcarias.

Foto de Tarecos Das Alcarias.

 

A Lili já tinha uma família adoptante mas, por ter ficado com coriza, essa família desistiu dela.

Agora, livre da corisa, está novamente disponível para adoção. 
A Tarecos das Alcarias procura alguém muito responsável e que goste tanto dela como eles gostam.

"Está no Barreiro, tem cerca de 3 meses, chegou muito assustada, levou algum tempo a perceber que não a iríamos magoar. Hoje é uma menina muito calminha e doce, que nos procura para se deitar junto de nós."

 

 

Foto de Tarecos Das Alcarias.

Foto de Tarecos Das Alcarias.

 

"Sou a Catwoman, uma gatinha tão doce quanto o mel das abelhinhas que rodeiam o lugar de onde saí.
Vim com as minhas amigas que ficaram comigo até completar os dois meses. Infelizmente quando ía ser entregue fiquei doente dos meus olhitos e tive que ficar mais tempo para fazer o tratamento. Tempo demais para quem espera!... Estou curada, mas por indicação médica terei que continuar a fazer o tratamento mais 4 dias. Quem tanto me queria desistiu de mim. 
Creio que as abelhinhas também partiram!... E as florinhas acabaram por morrer."

 

 

 

Foto de Tarecos Das Alcarias.

Foto de Tarecos Das Alcarias.

 

Alguém se apaixona pelo Afonso, o irmão da Catwoman?

Também ele esteve doente, e ninguém o quis, Também ele está à procura de uma família que o adopte e lhe dê muito amor.

 

Três gatos rejeitados por uma simples coriza, que se poderia facilmente tratar, sobretudo em casa.

Agora que estão curados, será que merecem uma novoa oportunidade?

 

 

Imagens Tarecos Das Alcarias

Contactos por mensagem privada no facebook (https://www.facebook.com/tarecos.das.alcarias) ou para o 936525510.

Rully, Lua e o Livro do Clube

O Livro do Clube dos Gatos chegou cá a casa a semana passada. Ontem comecei uma sessão de fotografias com os dois e não foi fácil... O livro ora caía porque o branco estava a tentar coçar-se com os cantos, ora se mexia e saía do enquadramento, enfim... Mas cá estão finalmente as provas:

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Os gatos da minha rua...

Já aqui disse que na minha rua há alguns gatinhos, aliás até já escrevi sobre  eles antes, eles tinham até um abrigo improvisado, agora andam por aí. Mas já foram mais, agora parecem ser menos. Costumo dar-lhe comida, deixar água. Mas havia um, ainda novinho,  que chegava mesmo a vir à porta do meu prédio, mas depois deixei de o ver, fiquei preocupada.

 

Preocupada, mas não é aquela afeição que tenho pelos outros , pois este nem se deixa apanhar. Eu coloco a comida, afasto-me e só depois é que ele ou ela vai comer...

 

Como anda sempre sozinho(a), chamei-lhe Alone. E hoje, alone lá estava, fiquei mais descansada. Repeti o ritual, e só depois de me afastar ele veio comer o que lhe deixei...

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