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Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

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Porque é que os gatos nos lambem?

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Hoje de manhã, tinha eu acabado de tomar banho e embrulhar-me na toalha, quando a Amora vai ter comigo à casa de banho. Pego nela ao colo, encosto-a a mim, e ela começa a lamber-me toda! Ou seja, tomei banho duas vezes 

 

E pensei: "Será que é o sabor que fica na pele, do gel do banho? Ou talvez ainda tivesse molhada, e ela queria lamber a água. Ou talvez quisesse desejar-me dessa forma um feliz aniversário, e as lambidelas fossem o seu presente!"
 
 
Fui então pesquisar mais sobre o assunto, e descobri que podem ser vários os motivos para os gatos lamberem os seus donos:
 

1 - Fortalecer laços

É o que as mães costumam fazer com as suas crias, desde que são pequeninos estando as lambidelas, associadas a proteção e carinho. Ao lamber os donos,o gato está a enviar o mesmo tipo de sinais de aceitação e amor.

 

2 - Gosto pelo odor e saber dos donos

Os gatos adoram comidas salgadas e são “gulosos”, assim é natural que sejam atraídos pelo suor do dono, pelas loções e sabonetes. Por isso gostam de lamber os donos quando estes saem do banho, ou acabaram de fazer exercício físico.

 

3 - Declaração de amor

Na maioria das vezes, os gatos lambem os seus donos para demonstrar como eles se sentem protegidos e confortáveis na sua presença. As lambidelas são a forma de eles dizerem que amam os donos e os querem lavadinhos, tal como as suas mães fizeram consigo, quendo eram bebés.

 

4 - Marcar Território

Fazer xixi em certos lugares não é a única forma de os gatos marcarem território. As lambidelas também servem para o mesmo efeito, já que a saliva dos gatos também possui odor. Foi assim que eles aprenderam com a mãe, que os lambia quando eram pequenos, para deixar o odor dela nos seus filhotes. É uma forma de dizer "tu és meu/minha".

 

5 - Demostração de stress

Os gatos que lambem os seus donos e outros objetos da casa, podem estar em stress.

Em casos extremos de ansiedade, os gatos lambem os seus donos para se confortarem e acalmarem do stress que sentem. Eles também podem lamber, com frequência tecidos e plásticos.

Gatos que foram tirados da mãe muito cedo tendem a lamber e chupar os dedos dos seus donos, quando filhotes, para se acalmarem.

Em diversos casos, esse comportamento continua quando o gato é adulto.

 


 

 

 

 

Como vêem os gatos o nosso mundo?

O fotógrafo Nickolay Lamm resolveu produzir uma série de fotografias através das quais, compara a visão humana com a dos felinos.

Com a ajuda de oftalmologistas e veterinários ele conseguiu reproduzir, com uma precisão de quase 100%, a forma como os gatos vêem as coisas e o mundo ao seu redor.

 

O borrão na borda das fotos representa a área da visão periférica em seres humanos (20 graus, topo) e gatos (30 graus, inferior).

 

 

 Os gatos não podem se concentrar claramente em objetos que estão a mais de 20 metros de distância. 

 

 

A visão de cor de gatos é menos vibrante do que os humanos, resultado de diferentes densidades de fotorreceptores em suas retinas.

 

 

Os campos visuais dos gatos são de 200 graus; Os humanos só podem ver 180 graus.

 

 

Essa seria a vista de um gato se estivesse no topo de um arranha-céu em Xangai, China.

 

 

Os gatos podem ver muito melhor em luz fraca do que os humanos podem. 

 

 

Além de ver melhor no escuro, os gatos também são melhores do que os humanos ao pegar movimentos rápidos. 

 

 

Artigo completo AQUI

 

Será fêmea ou será macho?

Continuo sem saber se é o Alone ou a Alone...o que é certo, é que tratar e mimar este bichano,  já faz parte do meu dia a dia. Por vezes, o bichano quer entrar para dentro do meu prédio. Um dia, estava a chover e custou-me tanto negar-lhe abrigo... até pensei que podia o/a deixar pernoitar na garagem, metia lá uma caixa com uma manta quentinha e outra caixa com areia, água e comida, mas já tive uma situação aborrecida com uma vizinha, aqui há uns anitos quando lá foi parar um gatito bebé...

 

Enfim...

 

Ainda não consegui perceber se é uma gata, parece-me que sim, que é fêmea, e como tem uma barriga tão gorda, pode estar prenha. 

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 Assim pela imagem, que vos parece?

Um casamento original!

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Dominic Husson e  Louise Véronneau são apaixonados por animais e resolveram celebrar seu casamento junto daqueles que mais amam: os gatos!

Ambos canadenses, e residentes em Montreal, decidiram dispensar a presença de humanos na cerimónia, preferindo trocar os seus votos na companhia de cerca de 1100 felinos, que vivem, de forma livre, no santuário para animais Cat House on The Kings, na Califórnia.

 

 

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A presença de humanos foi dispensada durante a cerimónia, que contou com cerca de 1100 felinos. Dominique e Louise são canadenses e vivem em Montreal, mas decidiram trocar os votos no santuário para animais Cat House On The Kings, na Califórnia, EUA, em que os gatos vivem livres.

 

Este santuário, uma organização sem fins lucrativos, com mais de 25 anos, localizado ao lado do rio Kings, tem resgatado e salvado dezenas de milhares de gatos no centro da Califórnia, dependendo, exclusivamente, de doações de pessoas amantes de animais.

 

 

Foto de The Cat House On The Kings.com.

Fundado por Lynea Lattanzip, The Cat House on the Kings salvou, até hoje, mais de 30.000 gatos e 7.100 cachorros (sem contar os 56.000 animais que esterilizaram e castraram) e cuida, atualmente, de mais de 700 gatos e gatinhos, cerca de uma dúzia de cães e dezenas de pavões.

 

 

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Este é o primeiro casamento celebrado no local. Quem sabe não inspira mais pessoas a seguir o exemplo, e rodear-se dos seus amigos preferidos nos momentos mais importantes das suas vidas!

 

 

 

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Claro que, depois, podem ocorrer situações caricatas, como esta!

 

Deixo aqui a página de facebook - https://www.facebook.com/pg/TheCatHouseontheKings/ e do site http://www.cathouseonthekings.com/.

 

 

Porque vale sempre a pena ajudar!

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Se tivesse que descrever o que vejo nesta imagem, diria que vejo um gato agradecido. 

Agradecido por mais um dia que tem para viver. Por estes raios de sol que lhe aquecem o corpo, e o coração. Por ter sido possível vir até aqui e comer qualquer coisa, depois dos dias chuvosos que não lhe permitiram grandes aventuras.

Agradecido por, mesmo não tendo a sorte de ter um lar e uma família humana que cuide dele, ter um abrigo, onde cresce com a sua família e amigos felinos, com relativa segurança, e alguém humano que vai ajudando a que não lhe falte comida e água, e umas palavras simpáticas, que ele não percebe na totalidade, mas sabe que o são.

 

 

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Este menino (digo eu, que nunca confirmei), cada vez mais bonito, é o Pompom. Em julho, era apenas um bebé. Hoje, atrevo-me a dizer que assumiu as rédeas da colónia, como acontece com os filhos mais velhos, que seguem as pisadas do pai, e tomam conta e protegem os mais novos dos perigos, e dos estranhos. 

Está um gatão que faz qualquer um apaixonar-se por ele, e ter vontade de o levar para casa.

 

 

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Na mesma colónia, e à semelhança da Oreo, este(a) é um(a) dos protegidos(as) do Pompom, a quem batizámos de Panterinha. Pertence, ao que parece pelo tamanho, a uma das últimas ninhadas, e já se arrisca de vez em quando a sair do portão e aproximar-se da estrada. No entanto, se os humanos se aproximam, corre para dentro, e fica em alerta.

 

 

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Se os seus olhos falassem, diriam que estava num misto de gratidão pelo que tem, apesar de não ser muito, e com receio pelo que o(a) espera nesta vida selvagem. 

 

Tal como estes dois gatos, também a Oreo, a Bela, a Rapunzel, o Dom Juan, as três Malhadinhas e mais um ou outro que por lá andem, dependem do seu instinto de sobrevivência, deste abrigo que encontraram, e de quem os alimente.

Não é obrigação de ninguém mas, ainda assim, é dever de cada um de nós zelar pela sua vida. 

Posso não ter ainda conseguido que uma associação os ajude e assuma o controlo desta colónia. Posso não ter conseguido que eles venham até mim, e percam o medo (embora por vezes já não fujam), nem tão pouco apanhá-los e encaminhá-los para adopção responsável.

Posso não conseguir proporcionar-lhes os cuidados de saúde que deveriam ter.

Mas sei que, se não fosse pela "comida na mesa" que tento levar todos os dias, faça chuva ou sol, como se já fizesse parte da rotina diária da minha vida, e eles fossem responsabilidade minha, sentindo-me mal se não lhes fizer, pelo menos, uma visita diária para verificar se estão todos bem, e têm comida e água à disposição, eles passariam fome, não cresceriam a olhos vistos e não estariam, provavelmente, tendo em conta as condições em que vivem, como estão hoje.

 

Posso não fazer muito, mas sei que faço alguma diferença. E é por isso que vale sempre a pena ajudar!

Para os ver crescer e, dentro dos possíveis, saudáveis. E saber que contribuímos para tal!

 

Uma estante original!

 

Bom dia, amantes felinos!

 

Encontrei este vídeo de uma estante original e acho que os nossos gatos iam adorar!

Um americano inventou esta estante especialmente para o seu gato Stanley  de 4 anos que adoptaram de uma associação que o tinha resgatado da rua.

 

 

A família queria criar uma espaço especial para o seu amigo de quatro patas e pela foto e vídeos, o Stanley aprovou!

 

 A minha Fénix e Puma iam ficar loucos e os vossos?

Quando chove, onde se abrigam os gatos da rua?

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Hoje tem estado vento desde manhã, e os gatinhos que costumo alimentar nem tocaram na comida que lhes deixei, até à hora do almoço. Quando passei lá novamente, uma das caixas com ração tinha desaparecido. Não sei se voou, ou se alguém a levou. A outra ainda lá estava, quase cheia.

 

A Boneca e a Chica apareceram no meu quintal ao almoço, mas não sei se conseguiram comer porque o vento fazia a ração voar, e o pelo delas levantava todo, tornando a missão desagradável.

 

Agora está a chover, e a ração que os gatinhos tinham ficou encharcada e imprópria para consumo, o que vai implicar passar mais umas horas de fome.

E o que acontece a todos os gatos abandonados que andam por aí nas ruas, quando chove? Onde se abrigam? Como podem procurar comida, ou ter a sorte de alguém os alimentar, quando está mau tempo, e nem os humanos saem à rua?

 

O inverno está a chegar, e com ele os dias frios, chuvosos e ventosos. E os gatos da rua não têm propriamente um abrigo para onde possam hibernar, proteger-se e ter provisões para estes meses que serão mais difíceis.

 

Quando os gatos ficam com as garras presas

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As garras dos gatos podem ser perigosas para os humanos, mas também consituem perigo para si próprios.

Nem todos os donos cortam as unhas aos seus bichanos, seja porque eles não o permitem, ou porque os próprios donos consideram que não há necessidade.

Há casos, inclusive, em que as garras podem ser uma boa ferramenta e de bastante utilidade, em casos de gatos com limitações, como é o caso da nossa Amora. 

Se não fossem as garras dela, já teria caído muitas vezes, quando tenta saltar para algum lado. São as garras que lhe permitem aventurar-se a seguir os passos da Becas, e subir para sítios mais altos, ou arriscar uma ou outra acrobacia.

 

No entanto, volta e meia, tanto uma como a outra ficam com as unhas presas em qualquer lado, não se conseguem desprender, e começam a ficar nervosas.

Nesses casos, se estivermos por perto, o melhor que temos a fazer é manter a calma - para stressados já bastam eles, o que é difícil, porque os vemos aflitos.

Temos que analisar bem a forma como a unha está presa, e como tentar desprender sem magoar o gato, com o maior cuidado possível. Se um gato já está bravo por causa da situação, e se nós, como nervosismo, quisermos fazer tudo à pressa, podemos piorar a situação.

 

Hoje de manhã, a D. Amora lembrou-se de prender uma unha, nem sei bem onde, porque quando cheguei já ela se tinha libertado. Mas ouvi bem o miar de aflição dela, que se deve ter assustado ainda mais quando a minha filha, que estava com ela, começou a gritar a chamar por mim, também ela nervosa por não conseguir ajudar a gata.

E foi uma sorte eu ter chegado naquele momento, e ter dito à minha filha para ficar quieta porque a Amora, conforme se soltou, começou aos saltos, desnorteada, mesmo na direcção dos pés da minha filha, e por pouco não levou uma pisadela.

 

Quando se esticam para espreguiçar, e ficam com as unhas presas, eu costumo levantá-las na direcção de onde a unha está, para que o corpo não faça peso para baixo, e só então tento desprender. Já se ficam presas às minhas pernas, baixo-me, para que possa ficar ao nível delas, e soltar mais facilmente.

 

Alguém por aí já passou por situações semelhantes, e quer partilhar alguns truques?

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