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Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

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E 48 horas depois...

O Riscas continua a rejeitar o Rafael, mas o Rafael, está numa  boa, completamente ambientado. Sei que tenho de lhe dar tempo, mas o Riscas está tão estranho, tão desolado. foram demasiados anos como o soberano da casa, e está a ser difícil dividir o território!

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Há quem pense que eu estou tão enfeitiçada pelo Rafael que não estou a dar atenção ao Riscas, mas não é verdade, eu estou muito preocupada com o Riscas. eu tenho lugar para os dois. O Riscas já não fica connosco ao serão, parece triste, come pouco, e se a situação não mudar, é ele que fica. Já vi que o Rafael se adapta mais facilmente a mudanças!

Obrigada a todos os que me têm deixado sugestões, dicas e conselhos.

A chegada de um novo gato onde já existe um gato residente

Começou ontem ás 19h a saga, de trazer um novo gato para casa. O Riscas assim que viu o Rafael, começou a assanhar-se, a soprar e até a fazer roncos como os porcos.

 

Para o Rafael está tudo numa boa, agora o Riscas está num sofrimento que dá pena! Enchi um alguidar na banheira com shampoo para gatos, meti lá o Rafael dentro e  ele nem se queixou do banho. Depois meti-lhe um pipeta. Comeu, brincou, foi ao Wc, fez tudo como se já cá estivesse desde sempre, não estranhou nada! Ao jantar o Rafael saltou da cadeira para dentro do prato do Pedro, literalmente. Achei melhor fazer-lhe um novo prato.

 

Ao serão o Riscas esteve escondido debaixo da minha  cama e o Rafael connosco na sala a receber e a dar mimos. Eu, ao mesmo que estou toda derretida com o Rafael, estou triste por ver o Riscas tão desolado e infeliz.

 

Na hora de dormir o Riscas ficou na sala, como já é habitual. Tentei deixar o Rafael na cozinha, mas desatou a miar. Levei-o comigo, dormiu até às 5h da manhã comigo sempre a ronronar e a fazer-me festas. Acordei com ele a fazer festas com as patinhas na minha cara, depois passava a cabeça dele no meu pescoço. Acho que este gato tem um feitio tão especial, faz meiguices que eu achava que só os gatos do youtube faziam. Anda sempre atrás mim.

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O problema é mesmo entre os dois. O Riscas não o aceita. O Riscas está uma fera, nem nos deixa aproximar dele. Quero fazer-lhe festinhas e mostrar-lhe que há lugar para os dois, mas é escusado.

 

Ainda os apanhei próximos num momento em que o Rafael estava em cima da cama e o Riscas andava a observá-lo. Parecia que andavam a brincar às escondidas, mas logo a seguir o Riscas começou a assanhar-se. Não se pegaram, talvez, porque o Rafael, está habituado aos irmãos e só quer que o Riscas brinque com ele.

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Será que alguém tem algum conselho para me dar, pois caso contrario, vou ter que o devolver ao lugar de onde ele veio. E nem nos próximos 20 anos, encontro outro gato igual ao Rafael!

 

Quando é que o meu gato me ataca?

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A propósito dos ataques que o Riscas me faz, resolvi pesquisar sobre o assunto. Isto porque no espaço de dois ou três dias, recebi um ataque nas costas enquanto estava sentada numa cadeira ao computador, outro nas pernas enquanto andava pela casa, e creio que evitei um no braço enquanto estava sentada no sofá.

 

Ele só me ataca a mim cá em casa, não sei porque sou sempre a escolha dele. E ele tem noção que faz mal, porque esconde-se logo a seguir. Eu quero apanhá-lo para o castigar e não consigo, mete-se em locais difíceis. Porque há quem diga que é a querer brincar comigo, mas eu não acredito.

 

Da pesquisa tomei conhecimento, que não sou a única nem o Riscas é o único gato a ter este comportamento, e :

Aconselham a que o castigue colocando-o eu própria numa divisão da casa fechado isolado por 30 a 45 minutos, para que ele ligue a "má" acção com o castigo imposto por quem "atacou".

Ter sempre um borrifador á mão, e mandar-lhe com água quando me ataca

Depois, num testemunho, alguém disse ” O meu primeiro gato tinha esse comportamento, simplesmente era imprevisível. Melhorou só quando juntei um novo gato à minha casa. Tornaram-se companheiros inseparáveis, e a sua atitude para mim modificou-se completamente. Mas cada caso é um caso.”

 

O Riscas não é sempre um rebelde, também é meigo e doce, amigo, companheiro, e se me vê triste tenta consolar-me, é verdade que o faz… Mas eu não consigo confiar nele, por vezes ele faz-me um olhar doce, mas fico sempre na dúvida do que vem a seguir…

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