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Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

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Quanto tempo aguentamos ficar zangados com os nossos gatos?!

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Será verdade que, entre os humanos e os animais, são estes últimos que têm uma maior capacidade de nos fazer esquecer os disparates que fazem, e perdoar no mais curto espaço de tempo?

Será pelos "olhinhos", que fazem como ninguém mais?

Será aquele ar de inocência que colocam quando ralhamos com eles?

Ou aquela expressão triste com que ficam, uma espécie de "chantagem emocional" a que somos incapazes de resistir, e nos leva a ceder?

 

Por aí, quanto tempo conseguem aguentar zangados com os vossos gatos, quando eles vos tiram do sério com as suas traquinices? 

 

 

Pode alguém, apaixonado por gatos, ter aversão por eles?

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Penso que, quem é apaixonado por gatos, gosta de todos eles, sem excepção, ainda que tenha mais afinidade, ou uma melhor relação, com uns do que com outros.

Mas, será que é mesmo assim?

Ou haverá alguém que, mesmo gostando de gatos, não consiga simpatizar com um determinado gato, ou desenvolva mesmo uma certa "aversão" por algum deles?

É certo que existem gatos mesmo muito bravos, com uma personalidade muito particular, que agridem e ferem outros gatos mais indefesos, que andam por aí nas ruas nem sempre com o melhor aspecto, nem a melhor saúde, mas pode tudo isso fazer com que se deixe de gostar desses gatos em especial, ainda que se continue a gostar de gatos?

 

 

Qual é a vossa opinião?

O 4º cancro do Snoo

Ainda não superamos a morte da Maria Pipoca e já o nosso coração está apertadinho pelo Snoo.

Quinta feira reparei que  a narina que não foi operada https://marrocoseodestino.blogs.sapo.pt/e-so-um-gato-nao-nao-e-122762 tinha uma ferida e deitava aguadilha. Sábado fomos à veterinária que confirmou as nossas suspeitas. Marcamos para hoje consulta na veterinária que faz as operações e depois de o observar confirmou também que o cancro tinha voltado, mas que achava que valeria a pena fazer nova cirurgia.

Aguardo em casa um telefonema a confirmar se os resultados das analises e se o ecocardiograma confiram que pode ser operado.

Se tudo estiver bem amanhã virá para casa com menos um bocado de narizito.

Aqui estou eu de coração apertadinho...

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Como separar dois gatos em guerra

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É caso para dizer que "Em briga de gatos não se mete a mão!".

Nem o pé, nem qualquer outra parte do corpo.

Eles estão assanhados, bravos, focados no rival, e qualquer intervenção mal feita pode resultar mal para o nosso lado. Os níveis de stress e adrenalina encontram-se no máximo, e eles ficam ainda mais nervosos, direccionando o ataque contra nós.

 

 

Já não é a primeira vez que assisto a luta de gatos na minha rua ou mesmo no meu quintal, entre os gatos dos vizinhos.

E em algumas delas, sou mesmo obrigada a intervir.

Quando eles estão apenas parados, a "discutir" verbalmente um com o outro, a situação não será muito grave. O pior é quando passam à agressão física.

 

 

Hoje de manhã estava o Branquinho e o Tareco a discutir no meu quintal.

Tentei a táctica da aproximação, que por vezes basta para que vá cada um para seu lado, mas nem me ligaram nenhuma.

Fui a casa buscar o saco da ração, para ver se a gula do Branquinho levava a melhor, mas olhou para mim com aquele focinho de "A sério? Estou no meio de uma discussão, e tu queres que eu coma?".

Deixei-os estar. Tinha que me despachar e não podia estar ali de volta deles. Ia vigiando da janela do quarto, enquanto fazia a cama. 

Até que a coisa evolui para a agressão física, os dois engalfinhados um no outro, pelo branco a voar por todos os lados, e o Braquinho com a pata no outro, à espera para dar o golpe final.

A Chica ouviu os rapazes, e veio ver o que se passava.

E eu, fui ter com eles, munida com água para os borrifar e refrescar os ânimos.

Remédio santo!

 

 

O Branquinho, só de me ver com a água, parece ter saído do transe em que se encontrava, mas não se livrou de levar com umas pingas. Gosto muito dele, mas tenho que ser justa: é ele que vem provocar o outro, que está no seu território, e o vê invadido por um estranho brigão. 

Já o Tareco, aproveitou a distracção do Branquinho para fugir!

 

 

Li agora que também os podemos tentar afastar com uma vassoura. Para a próxima ainda experimento.

Mas nunca, em momento algum, se deve bater nos gatos. Nem mesmo naquele que inicia ou provoca o outro porque, afinal, é apenas o instinto deles a falar mais alto e a manifestar-se.

 

 

 

O natal passa, mas o animal fica

O natal está à porta. Muitas famílias querem aceder aos pedidos das crianças de oferecer um animal de estimação. Mas atenção, oferecer um animal, não é o  mesmo que oferecer um brinquedo. A responsabilidade de ter um animal é para a vida toda que esse animal tiver.  É preciso ponderar bem, ver a disponibilidade, a paciência para limpar mais vezes a casa, a tolerância, o tempo para dedicar, dinheiro para pagar vacinas, consultas, alimentação e outros cuidados que o animal possa precisar...

 

Não é receber no natal, para "deitar fora", nas férias de verão!

 

O natal acaba, mas a vida do animal continua.

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Até á noite eles andam em busca de comida

Um dia destes chegamos a casa já de noite. Assim que estacionamos na rua, lá aparece o trio habitual: Alone, Naná e Oreo Ribatejano. Digo ao marido e ao filho que vou buscar comida. Quando chego cá a baixo à porta do prédio, eram aí uns 10 gatos, todos esfomeados. Tive de ir buscar mais comida. Parece que passaram a palavra e avisaram os outros que ali iam servir a ceia! Raramente ando durante a noite na rua, pois,  apesar de estar iluminada, não gosto muito, mas teve de ser.

 

Parecia quando se atira milho aos pombos, só que era atirar ração e paté aos gatos, e eles todos de volta de mim, sem qualquer receio. Há aliás, um novo gato na rua, gordinho, cinzento e branco, com certeza abandonado, muito meigo!

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