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Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

Porque as más notícias nunca vêem sós

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Acabámos de receber mais uma: foi descoberta uma bactéria na urina da Amora que, provavelmente, é a causadora da incontinência urinária dela. E vai ter que tomar antibiótico.

 

As análises básicas tinham indicado valores normais. O médico disse que, por norma, estando aquelas normais, o mais provável era a cultura de urina também vir normal. Mas que era melhor esperar para ver. O resultado não foi o esperado. E lá vamos nós ter que tratar das duas, em vez de uma.

 

O que é uma cultura de urina?

É um teste que se faz, após recolha da urina do gato, que demora cerca de uma semana, e permite ao veterinário saber se existem bactérias presentes, em caso afirmativo, exactamente que tipo de bactéria é, e qual o melhor antibiótico para a combater.

Este exame só é possível se se conseguir uma grande amostra de urina, e se o gato não apresentar sintomas que exijam um tratamento imediato, caso contrário, não dá para fazer.

É por isso que, quando tenho episódios de infecções urinárias, não posso fazer algo do género. Porque era impensável eu estar mais de uma semana sem tomar nada, à espera dos resultados para só então actuar.

E é um teste dispendioso. Posso-vos dizer que, juntamente com a outra análise à urina, pagámos mais de 50 euros.

 

Acabado o antibiótico, terá provavelmente que fazer novas análises, para ver se a bactéria foi eliminada. Se sim, tudo indica que a Amora pode ser esterilizada. Se não, temos que recorrer à ecografia abdominal. 

O que uma pessoa não faz pelos seus filhos de quatro patas!

Lembram-se deste cão?

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Do qual falei aqui uma vez por causa do espaço reduzido em que se encontrava, durante dias a fio?

Ao que parece, o mesmo devia estar numa espécie de quarentena, ou período de adaptação. Segundo me disseram, a senhora da casa costuma albergar alguns cães que encontra. Já tinha dois ou três no outro quintal, e este permanecia aqui. 

Entretanto, uns dias depois, mudaram-no para junto dos outros. Pelo menos, penso que já o vi lá, embora não apareça muito.

Agora, está outro no seu lugar.

 

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E tem um ar tão simpático como o primeiro!

Passo por ali, e só me apetece fazer-lhe festinhas, como faço com a Tiquinha, a caminho do trabalho. Mas se com os gatos me estico, com os cães tenho receio. Por isso, apenas falo com ele. 

Body ou colar isabelino?

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Segundo a Becas, body não, de certeza!

E ela até vinha bonita, com o seu body azul (pelo menos não lhe vestiram o rosa, o que ela agradece!).

Na verdade, eu achava que o body era uma excelente opção pós-cirurgia, para evitar que ela andasse a querer arrancar o penso, e lamber a zona afectada. Ficava mais protegida e aconchegada.

Mas com a Becas, foi um pesadelo!

 

Fomos buscá-la ontem à noite, após ter alta médica. Tem que tomar antibiótico durante 7/8 dias. Com a Tica, este foi logo administrado no consultório, e não tivemos que nos preocupar. Tem que tomar anti-inflamatório durante 4 dias. Com a Tica não sei se foi preciso, mas penso que não. E tinha que usar o boby também durante 7 dias.

Estava muito quietinha na transportadora, mas era normal. Colocámos a transportadora no quarto, e deixámos que ela saísse quando assim entendesse. Dali a pouco aparece ela a rebolar pelo chão, muito atrapalhada. A Becas não conseguia andar com o body. Parecia um robot. Não quis beber água, não quis comer. Ficava muito parada, e se a largássemos, caía.

Colocámo-la em cima da cama da minha filha. Ia dormindo aos bocadinhos, mas desconfortável, com o coração acelerado e o corpo todo a tremer. Não queria estar tapada. Ligámos ao veterinário.

É muito estranho termos trazido uma Tica para casa que arrancou logo o colar e o penso, e agia como se não tivesse passado por uma cirurgia, e ver a Becas neste estado apático e estranho. O médico disse que era normal, mas que se continuasse a tremer ou fechasse os olhos, como se perdesse os sentidos, para a levarmos ao hospital.

Esperámos mais um bocado. Desapertei um bocadinho o fecho do body, porque parecia que estava muito apertado, e ela ficou melhor. Dormiu durante algum tempo. Entretanto, os tremores voltaram, e voltámos a ligar para o hospital. E só então nos disseram para experimentar tirar o body. Assim fizemos, e a Becas voltou a ser a mesma de sempre, já normal! Ou seja, todo aquele estado foi provocado pelo body, que alguns animais, simplesmente, não toleram!  

 

 

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Mas ficámos com outro problema! Não usando body, a primeira coisa que faria era arrancar o penso. Sugeriram, caso ela não quisesse o body, irmos ao hospital substitui-lo pelo colar isabelino. O que é certo é que a Tica também nunca o suportou, e conseguia arrancá-lo sempre, até porque é desconfortável para comer e dormir.

Tínhamos uma noite pela frente. Ainda vestimos novamente o body, mas tirámos logo a seguir. Dormiu sem nada, a lá para o meio da noite deve ter tirado o penso. Mas voltou a ser a nossa Becas!

 

Agora é ver se isto passa que a Amora ontem nem conhecia a amiga e só rosnava para ela. E a Becas, em contrapartida, bufava. Hoje, parece que já vai tudo voltando à normalidade. 

Volta à consulta no final da semana e, entretanto, vamos começar a fazer a transicção para a nova alimentação.

a Kat agradece

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os cuidados dos seus amigos felinos deste clube nos comentários que aqui deixaram e responde a todos que está bem.

Ontem, a Maria Araújo, preocupada que estava porque não comia à 36h, por volta das 20h pegou nela, levou-a ao lugar onde está o prato com a ração e pô-la a comer.

Ela recusou, mas uns minutos depois, foi debicar qualquer coisa, para contentamento da dona.

Voltou para o cantinho do sofá e deixou-se ficar.

Mais tarde, levantou-se, voltou a comer mais um pouco e a  Maria ficou tranquila porque, finalmente, a Kat estava a dar um sinal positivo de recuperação.

Com o estômago mais confortável, a Kat saíra do estado de prostração que se encontrava.

Logo de manhã cedo, a Maria foi acordada com as patas da Kat a bater na porta do quarto. Queria comer.

Óbvio que ela ficou feliz. A Kat voltara à rotina.

A Kat parecia a mesma de sempre, rabo levantado seguia para a cozinha, à frente da Maria, super contente porque ia comer.

Com a porta do quarto entreaberta, mais tarde a Kat empurra a porta, entra.

Maria tinha voltado ao seu sono.

De repente, ouve um ruído:

- Kat onde estás tu?- , perguntou.

E a Kat sai de dentro do roupeiro toda espevitada e parou a olhar a sua dona.

A Kat está bem, voltou  às suas malandrices.

Obrigada a todos.

 

 

Os gatos pressentem, e os donos sentem

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Há uns dias fomos ao veterinário para a consulta pré-cirúrgica da Becas e da Amora.

A Amora ainda não pode ser esterilizada. A Becas, sim. Ficou marcada para hoje.

Nos últimos dias, a Becas mudou o comportamento. Anda mais meiguinha, mais carente, deita-se sempre no mesmo sítio que a Amora, e perto dos donos. 

Ontem, não estava nos dias dela e pregou umas dentadas ao dono, o que é estranho porque é dele que ela mais gosta.

Eu disse-lhe: deixa-a estar, está em dia não. Ela sabe que se vai passar alguma coisa com ela. Disse isto na brincadeira mas acredito que ela tenha pressentido mesmo que algo se ia passar.

 

 

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Hoje, coitadinhas, assim que se levantaram foram direitinhas à cozinha para comer. Mas a Becas tem que estar em jejum. E como não podia estar a prender uma delas numa divisão, a Amora foi obrigada a ser solidária com a amiga. Tentei distraí-las com brinquedos, levá-las à janela, e à rua no meu colo.

Mas custou muito estar a ver a tristeza delas. É que depois, se pegava numa, a outra ficava com aqueles olhinhos tristes a querer mimos. Se pegava na outra, ficava a primeira aborrecida.

 

Lembrei-me do dia em que levámos a Tica para a esterilização. E sinto-me bem melhor hoje ao levar a Becas. Com a Tica, entregámo-la na rua (porque a clínica ainda não estava aberta) ao médico que a pôs na sua carrinha, e a levou para outra clínica onde ia ser feita a cirurgia. E não é que tenha razão de queixa, porque até correu tudo bem. 

Mas é bem mais reconfortante deixar a Becas no hospital, entregue a médicos que já conhecemos e que não tratam os animais como meros animais, e com os meios que sabemos que têm.

Ainda assim, é uma cirurgia, e custa sempre ver as nossas meninas nestas situações.

 

Estou ansiosa para que o dia chegue ao fim, e possamos ir buscá-la. É que se eles pressentem as coisas, e as sentem fisicamente, os donos sentem-nas no coração, que só descansa quando temos os nossos bichanos sãos e salvos em casa!

A Missão do Projecto Amor Animal!

 

 Bom dia, a todos!

 

Para quem segue o nosso Clube habitualmente, já ouviram falar do Projecto Amor Animal, que foi de onde vieram a minha Fénix e Puma, mas quem ainda não ouviu é uma excelente oportunidade para conhecer a sua missão!

 

Pedi á Rute Sousa, uma das fundadoras do Projecto, para me descrever qual a missão da Associação para conhecermos mais um pouco do seu trabalho:

 

O Projecto Amor Animal não é mais que um pequeno grupo de pessoas que se entreajuda com os casos com que se vão deparando, não conseguindo virar as costas.

Somos um grupo jovem e dinâmico, unidos pelo desejo de ir mais longe na ajuda aos "animais de ninguém".

                Auxiliamos animais errantes, abandonados ou em vias de abandono, vítimas de negligência ou maus-tratos por parte do ser humano, sendo que o nosso trabalho abarca várias vertentes:

  •      Esterilização de animais errantes, para controlo do número de gatos e cães que vivem desprotegidos na rua;
  •      Resgate de animais em risco e, sempre que possível, encaminhamento dos mesmos para adopção;
  •      Tratamento veterinário a animais sem dono;
  •      Alimentação de colónias de gatos desprotegidas.
 
Eu vou ser eternamente grata, pôr me terem dado a oportunidade de dar uma casinha e amor á Fénix e ao Puma e de terem cuidado deles até os encontrar, sem dúvida que desde que tenho as duas pestinhas, tenho o meu coração mais preenchido de amor e felicidade!

 

Gostava de ser rica, para poder ajudar mais o Projecto e outras associações é muito bonito o trabalho que fazem, mas sem dinheiro não conseguem ajudar mais animais e neste momento as finanças do Projecto estão em saldo mais que negativo com as dividas ao Veterinários com que trabalham.

 

O dinheiro que angueriasmos com a  venda do livro do Clube de Gatos do Sapo, foi uma preciosa ajuda e no qual o Projecto está grato, mas infelizmente não chega para equilibar a balança.

Por isso, se puderem ajudar de alguma maneira, nem que seja com 1€, os gatinhos abandonados vão agradecer!

 

Como ajudar:
IBAN: PT50 0023 0000 45474786214 94
SWIFT: ACTVPTPL