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Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

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Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

Fiquei de coração partido

É com facilidade que me emociono e quando se trata de situações com animais mais facilmente acontece.

Ontem deparei-me com uma situação que me deixou de coração partido. Ia para o emprego quando vejo dois cães, um de barriga para cima e outro com a cara sobre o peito do outro. A primeira ideia foi que estariam a brincar, mas depois passou-me pela cabeça que poderia estar morto. Devo dizer que aquela é uma rua com vários cães e gatos que creio serem abandonados, embora varias pessoas daquela rua lhes dêem comida e agua. As 8 horas seguintes foram passadas com vários pensamentos sobre os cães. Estava ansiosa para sair e passar por lá e observar que ambos estavam bem.

Assim que cheguei perto e vi alguns carros de colegas tive a certeza que o final não seria como gostaria. Ali estava o cãozito morto e o outro a ladrar feito louco. Acredito que a tentar defender o amigo.

Foi-me impossível não acabar numa choradeira. Ver a imagem da cabeça do cão deitado sobre o outro já morto deixou-me de coração partido.

Ainda há pessoas que dizem que os animais não têm sentimentos...

quando ela descobre

os lugares que não imaginamos.

A Kat, no roupeiro do meu quarto, dentro do cesto das écharpes.

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 Detesta que lhe tirem fotografias. Espreitou.

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Uns minutos depois de apagar a luz do quarto para dormir, saiu do esconderijo e veio para a minha cama. Acomodou-se, como é seu hábito, ao canto da cama.

Fica quieta a noite toda e eu evito mexer-me para não a assustar.

 

Violeta

Olá esta é a minha Violeta 

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Estamos juntas há dois anos e somos inseparáveis.

Sempre adorei gatos, alias sou doida por gatos e por mim tinha a casa cheia dele mas infelizmente não posso, já para conseguir ter a Violeta foi uma luta.

Em criança tive muitos gatos, o meu pai nunca foi fã mas a minha mãe a minha irmã e eu ganhávamos sempre, chegamos a ter dez, entre os de casa e os vadios que cuidávamos, depois o tempo passou, a minha mãe faleceu, os gatos foram desaparecendo e já não nos foi possível voltar a ter mais, também tivemos cães mas quando eles foram outros não voltaram para ocupar o seu lugar.

Já em adulta trabalhei 12 anos em Lisboa e aí nunca tive tempo nem espaço para animais mas quando o desemprego me bateu à porta e tive que voltar ao Algarve e a viver com o meu pai aí bati o pé...e voilá consegui.

A Violeta foi-me oferecida pela V depois de eu apregoar a meio mundo que queria um gato, fui busca-la a Almeirim ainda bebé e foi amor à primeira vista.

O meu pai que não gostava de gatos (dizia ele) agora não vive sem ela.

É uma gata doce quando quer  vai ao terraço mas só de trela porque é doida e sei que se a deixo nunca mais a apanho e há muitos perigos à espreita.

Enfim obrigada por nos deixarem fazer parte deste clube, nós iremos mostrando as nossas peripécias juntas.

 

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O primeiro susto de 2017

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Primeira parte:

Hoje comecei mesmo bem o dia, quase com um ataque de coração.

Na sexta-feira fomos buscar o medicamento para a Amora, para iniciar um tratamento experimental. A ideia é ver como ela reage ao tratamento, e se ajuda a controlar a incontinência urinária. Tem que ser administrado 2 vezes ao dia, de 12 em 12 horas.

Por isso, só comecei hoje, no regresso aos horários de sempre e rotina. É em forma de xarope, para dar com seringa. Consegui dar logo à primeira, sem grande dificuldade, e achei que já estava.

Mas a Amora, nos segundos seguintes, começou a ficar muito agitada, desorientada, a contorcer-se e a fugir, como se estivesse a ter uma convulsão, e a espumar pela boca, sem parar.

E eu, pessimista como sou, só pensei "ai que já matei a gata com a porcaria do medicamento". A tentar acalmá-la no meu colo, estando eu própria com os nervos em franja, liguei para o hospital e atendeu-me uma enfermeira, penso eu, que me disse que foi apenas uma reacção normal ao xarope, por não ter gostado do sabor!

A sério?! E não podiam ter avisado antes? Querem matar-me de susto logo no início de 2017?

Mais descansada, mas não muito segura, deixei-a já melhor quando vim trabalhar.

 

Segunda parte:

O meu marido ligou-me, contei-lhe o que se passou, e ele foi verificar se estava tudo bem com ela. Não a encontrou em nenhum dos sítios habituais. Começou o pânico outra vez.

Afinal, enfiou-se no meio da roupa lavada que eu tinha deixado de manhã, depois de secar na máquina, no sofá!

 

 

Até tenho medo de voltar a dar o medicamento logo à noite. Não ganhei para o susto!

 

 

 

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