Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

Porque vale sempre a pena ajudar!

IMG_5036.JPG

Se tivesse que descrever o que vejo nesta imagem, diria que vejo um gato agradecido. 

Agradecido por mais um dia que tem para viver. Por estes raios de sol que lhe aquecem o corpo, e o coração. Por ter sido possível vir até aqui e comer qualquer coisa, depois dos dias chuvosos que não lhe permitiram grandes aventuras.

Agradecido por, mesmo não tendo a sorte de ter um lar e uma família humana que cuide dele, ter um abrigo, onde cresce com a sua família e amigos felinos, com relativa segurança, e alguém humano que vai ajudando a que não lhe falte comida e água, e umas palavras simpáticas, que ele não percebe na totalidade, mas sabe que o são.

 

 

IMG_5037.JPG

IMG_5038.JPG

Este menino (digo eu, que nunca confirmei), cada vez mais bonito, é o Pompom. Em julho, era apenas um bebé. Hoje, atrevo-me a dizer que assumiu as rédeas da colónia, como acontece com os filhos mais velhos, que seguem as pisadas do pai, e tomam conta e protegem os mais novos dos perigos, e dos estranhos. 

Está um gatão que faz qualquer um apaixonar-se por ele, e ter vontade de o levar para casa.

 

 

IMG_5035.JPG

Na mesma colónia, e à semelhança da Oreo, este(a) é um(a) dos protegidos(as) do Pompom, a quem batizámos de Panterinha. Pertence, ao que parece pelo tamanho, a uma das últimas ninhadas, e já se arrisca de vez em quando a sair do portão e aproximar-se da estrada. No entanto, se os humanos se aproximam, corre para dentro, e fica em alerta.

 

 

IMG_5034 cópia.JPG

Se os seus olhos falassem, diriam que estava num misto de gratidão pelo que tem, apesar de não ser muito, e com receio pelo que o(a) espera nesta vida selvagem. 

 

Tal como estes dois gatos, também a Oreo, a Bela, a Rapunzel, o Dom Juan, as três Malhadinhas e mais um ou outro que por lá andem, dependem do seu instinto de sobrevivência, deste abrigo que encontraram, e de quem os alimente.

Não é obrigação de ninguém mas, ainda assim, é dever de cada um de nós zelar pela sua vida. 

Posso não ter ainda conseguido que uma associação os ajude e assuma o controlo desta colónia. Posso não ter conseguido que eles venham até mim, e percam o medo (embora por vezes já não fujam), nem tão pouco apanhá-los e encaminhá-los para adopção responsável.

Posso não conseguir proporcionar-lhes os cuidados de saúde que deveriam ter.

Mas sei que, se não fosse pela "comida na mesa" que tento levar todos os dias, faça chuva ou sol, como se já fizesse parte da rotina diária da minha vida, e eles fossem responsabilidade minha, sentindo-me mal se não lhes fizer, pelo menos, uma visita diária para verificar se estão todos bem, e têm comida e água à disposição, eles passariam fome, não cresceriam a olhos vistos e não estariam, provavelmente, tendo em conta as condições em que vivem, como estão hoje.

 

Posso não fazer muito, mas sei que faço alguma diferença. E é por isso que vale sempre a pena ajudar!

Para os ver crescer e, dentro dos possíveis, saudáveis. E saber que contribuímos para tal!

 

Será que o cheiro mudou?

20171129_215309.jpg

 

O Rafael já está esterilizado. Correu bem. Ainda veio para casa, meio a cambalear, mas agora já está bem. O problema é que o Riscas,  parece não reconhecer o Rafael. O Rafael apenas esteve três horas fora. Sopra-lhe, dá-lhe patadas, trata-o mal. Não conseguem estar juntos.

 

Parece que voltou tudo ao início... Não entendo, esta atitude. Será que vão demorar meses outra vez!? Ainda liguei para a clinica para perguntar, mas já passava das 19h. Alguém imagina ou sabe porque acontece...

 

Uma estante original!

 

Bom dia, amantes felinos!

 

Encontrei este vídeo de uma estante original e acho que os nossos gatos iam adorar!

Um americano inventou esta estante especialmente para o seu gato Stanley  de 4 anos que adoptaram de uma associação que o tinha resgatado da rua.

 

 

A família queria criar uma espaço especial para o seu amigo de quatro patas e pela foto e vídeos, o Stanley aprovou!

 

 A minha Fénix e Puma iam ficar loucos e os vossos?

A doçura de um gato de rua

O Alone é uma doçura. Ai se eu pudesse era mais um que trazia pra  casa. Quando chego de carro, vou até ao fim da rua, para estacionar virada pra saída. Pois ele já conhece a viatura, ainda eu estou a fazer a manobra e vejo ele a sair do seu lugar pra ir ao meu encontro. Já se roça, já se deixa tocar...

E depois quando entro fica á porta do prédio á espera que lhe dê alguma coisita pra comer.

 

tualone.jpg

popo.jpg

 

O Cantinho da Adopção! #63

Foto de Associação EntreGatos.

 

"Esta pequenota é a Heepy.

Sabemos que, para muitas pessoas, gatinhas com este tipo de pelagem são feias mas, muito sinceramente, não conseguimos ver isso nesta foto. Não o vemos nos olhos lindos da Heepy, nem no seu pequeno nariz. Não o vemos nas suas orelhas arrebitadas, nem na sua pelagem.

O que vemos, sim, e preferiamos não ver, é ainda algum receio. Porque a Heepy já passou por muito, bem mais do que uma gatinha frágil e novinha como ela deveria ter passado. E por isso ela ainda não aprendeu como pode ser bom confiar no ser humano, como pode ser confortável o seu toque.
A melhor forma da Heepy aprender isto é encontrando uma família, uma casa para sempre, uma felicidade até ao último dia da sua vida. Onde anda essa família? Quem se apaixona por esta gatinha tão especial?"

 

 

A Heepy tem cerca de 3 meses, e está a cargo da Associação EntreGatos.

 

Contacto para adopção:
934606567 - Ivone de 2ª a sáb das 14 às 19h (este nº é só para adopções para outro assunto 936171857)
adopcao.entregatos@gmail.com

Os gatinhos da Associação EntreGatos são entregues em casa, 2ª e 6ª ao fim do dia, e sábado de manhã.

Quando chove, onde se abrigam os gatos da rua?

Resultado de imagem para gato à chuva

 

Hoje tem estado vento desde manhã, e os gatinhos que costumo alimentar nem tocaram na comida que lhes deixei, até à hora do almoço. Quando passei lá novamente, uma das caixas com ração tinha desaparecido. Não sei se voou, ou se alguém a levou. A outra ainda lá estava, quase cheia.

 

A Boneca e a Chica apareceram no meu quintal ao almoço, mas não sei se conseguiram comer porque o vento fazia a ração voar, e o pelo delas levantava todo, tornando a missão desagradável.

 

Agora está a chover, e a ração que os gatinhos tinham ficou encharcada e imprópria para consumo, o que vai implicar passar mais umas horas de fome.

E o que acontece a todos os gatos abandonados que andam por aí nas ruas, quando chove? Onde se abrigam? Como podem procurar comida, ou ter a sorte de alguém os alimentar, quando está mau tempo, e nem os humanos saem à rua?

 

O inverno está a chegar, e com ele os dias frios, chuvosos e ventosos. E os gatos da rua não têm propriamente um abrigo para onde possam hibernar, proteger-se e ter provisões para estes meses que serão mais difíceis.

 

Os gatos e os efeites de NATAL

Quando a palavra NATAL sine no nosso cérebro, aparece-nos logo,

uma àrvore repleta de efeitos (sininhos, lacinhos, bolinhas, fitinhas, luzinhas e em volta embrulhos), o presépio com todas as figuras principais, mais a palhinha, a velinha, a estrela…

Para os nossos gatos, não irá ser diferente e assim sendo, para eles a palavra NATAL “mia no cérebrinho” significando: noites em boîtes (as luzinhas a acender e a apagar), rally ballon (bolas da àrvore quando caiem e começam a rolar pelo chão), fazer cúcú aravés da copa da àrvore (sobem a estas para “matar” a curiosidade) e as figurinhas despertam interesse (tocam nestas para terem a certeza se estão vivas ou não pois, podem ser espias). Passam a noite divertidos até que, quando entra pela janela o primeiro raio de sol…úps!!, imediatamente entram pela manta que está no sofá esquecida e ou com intenção para eles ficarem mais quentes, resfatelam-se e pronto o sono chega…não sendo nada com eles.

Quando os gatos ficam com as garras presas

Resultado de imagem para gato com unha presa

 

As garras dos gatos podem ser perigosas para os humanos, mas também consituem perigo para si próprios.

Nem todos os donos cortam as unhas aos seus bichanos, seja porque eles não o permitem, ou porque os próprios donos consideram que não há necessidade.

Há casos, inclusive, em que as garras podem ser uma boa ferramenta e de bastante utilidade, em casos de gatos com limitações, como é o caso da nossa Amora. 

Se não fossem as garras dela, já teria caído muitas vezes, quando tenta saltar para algum lado. São as garras que lhe permitem aventurar-se a seguir os passos da Becas, e subir para sítios mais altos, ou arriscar uma ou outra acrobacia.

 

No entanto, volta e meia, tanto uma como a outra ficam com as unhas presas em qualquer lado, não se conseguem desprender, e começam a ficar nervosas.

Nesses casos, se estivermos por perto, o melhor que temos a fazer é manter a calma - para stressados já bastam eles, o que é difícil, porque os vemos aflitos.

Temos que analisar bem a forma como a unha está presa, e como tentar desprender sem magoar o gato, com o maior cuidado possível. Se um gato já está bravo por causa da situação, e se nós, como nervosismo, quisermos fazer tudo à pressa, podemos piorar a situação.

 

Hoje de manhã, a D. Amora lembrou-se de prender uma unha, nem sei bem onde, porque quando cheguei já ela se tinha libertado. Mas ouvi bem o miar de aflição dela, que se deve ter assustado ainda mais quando a minha filha, que estava com ela, começou a gritar a chamar por mim, também ela nervosa por não conseguir ajudar a gata.

E foi uma sorte eu ter chegado naquele momento, e ter dito à minha filha para ficar quieta porque a Amora, conforme se soltou, começou aos saltos, desnorteada, mesmo na direcção dos pés da minha filha, e por pouco não levou uma pisadela.

 

Quando se esticam para espreguiçar, e ficam com as unhas presas, eu costumo levantá-las na direcção de onde a unha está, para que o corpo não faça peso para baixo, e só então tento desprender. Já se ficam presas às minhas pernas, baixo-me, para que possa ficar ao nível delas, e soltar mais facilmente.

 

Alguém por aí já passou por situações semelhantes, e quer partilhar alguns truques?

  • Blogs Portugal

  • Pág. 1/5