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Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

Clube de Gatos do Sapo

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Cool Cat

Imagem relacionada

 

Depois de Cool Dog, chega o prometido livro dedicado aos felinos: Cool Cat!

 

SINOPSE
 

O guia completo
Acompanhe de modo informado as diversas fases da vida do seu gato
Alimentação
Higiene
Comportamento
Obesidade
Reprodução
Geriatria

Da medicina preventiva ao guia de primeiros socorros, CoolCat é uma ajuda preciosa para todos aqueles que têm ou pensam ter um gato.

O Gato Branco do Bar 42

Wook.pt - O Gato Branco do Bar 42

 

SINOPSE
 

Excerto:

Escrever um livro é fácil, fazer arte dentro dele: é o segredo.

- Devias-lhe chamar outra coisa; Merlim, não tem muito a ver com ele.
- Porquê?
- Os gatos são pretos. Os gatos são bichos que andam de noite, e como esse pobre coitado se pode camuflar no escuro? Nasceu pintado de um branco fluorescente.
- Discordo de ti, meu fiel amigo, Ernest. Merlim é um gato diferente, não pertence ao grupo dos forasteiros da noite. Merlim tem poderes mágicos, pertence à estirpe dos albinos que desde sempre foram dominadores das artes de magia branca.
- Ah sim, e porque é que o amigo afirma isso?
- Porque é verdade, embora eu não o possa provar. Os gatos pretos podem ser do bem ou não, os gatos brancos são sempre do bem.
Este gato não só absorve as energias más que o cercam como ainda ajuda a purificar as boas.
- Hum - murmurou, pouco convencido. - É então uma espécie de filtro de Deus?
- Sim, é mesmo isso que ele é.
- Coitado. Não chegava atribuírem-lhe sete vidas, este ainda nasceu com o carma de fazer magia.

Nem sempre é fácil distinguir os gatos

Para ser mais fácil, acabei por dar nomes a todos os gatos que vivem por aqui na colónia.

No entanto, quando eles são muito parecidos, é difícil distingui-los. Ainda mais se não houver tempo ou condições para os analisar ao pormenor.

A Minnie e a Margarida foram um desses casos!

 

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Descubram as diferenças entre elas!

O primeiro truque que utilizei foi, literalmente, utilizar a cabeça como comparação. Mas há mais pormenores que as diferenciam. 

Já agora, a de cima é a Margarida. A de baixo é a Minnie. 

Desafio de S. Valentim

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O Dia de S. Valentim está a chegar, e o Clube de Gatos do Sapo tem um desafio para todos os seus seguidores e amantes dos felinos: enviem-nos, por email, fotos de casalinhos de gatos que conheçam (ou dos vossos, se for o caso), com a respectiva identificação.

Se os vossos gatos não tiverem par, podem enviar-nos na mesma, e o clube encarrega-se de formar os casalinhos.

A ideia é, no dia 14 de Fevereiro, celebrarmos o dia dos namorados felinos, num post em que publicaremos as fotos de todos eles, muito bem acompanhados. Participem já!

Os gatos de rua são felizes?

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Eu acho que alguns gatos, à sua maneira, são felizes mesmo estando na rua.

Pegando num exemplo, imaginemos duas pessoas diferentes: uma nascida e criada no campo, e outra na cidade.

Se perguntarmos a cada uma delas se são felizes com a vida que têm, provavelmente, ambas responderão que sim. O campo tem vantagens que a cidade não tem, e vice-versa. Da mesma forma, as desvantagens.

Aquilo que uma mais gosta, pode ser aquilo que a outra mais detesta. Pode haver coisas que a pessoa do campo sente falta, mas nem por isso preferiria a cidade, e o contrário também acontece - desejar uns dias calmos no campo, mas nunca deixar a cidade de forma definitiva.

Claro que há pessoas do campo que se mudam para a cidade, e se adaptam, e outras que ficam ainda mais felizes pelo que lá encontraram, e já não querem o campo de volta. Da mesma forma, há quem se mude para o campo, e opte por lá ficar de vez, fugindo da confusão da cidade, vivendo uma vida mais feliz. 

 

Imaginem um diálogo entre gatos em que um diz "nesta vida podes ter isto e aquilo" e o outro responde "mas aqui, podes ter isto e aquilo". "Ah e tal, mas não tens isto". "Sim, mas tu não tens aquilo"! E por aí fora.

 

Pegando naquilo que vejo, em relação aos gatos da colónia, por exemplo, eles vivem em família, brincam uns com os outros, apanham solinho, têm árvores para subir, espaço para correr e brincar, liberdade...O mais difícil é a comida, mas tendo quem os vá alimentando, fica mais fácil. Há gatos que, por muito que nos faça confusão, gostam dessa vida. Talves porque não conheceram outra e sempre foram criados assim, ou pela personalidade mesmo. Alguns, quando levados para casa, até se podem habituar e gostar. E outros haverá, claro, que davam tudo para sair dali para fora, e entrar para sempre na casa de alguém que lhes desse amor, conforto, segurança e uma vida que ali nunca terão.

 

Já os gatos que vivem num lar, com a sua família e têm tudo isso, são gatos felizes, mas nem por isso deixam de querer, nem que seja por uma vez, ir lápara fora, experimentar a liberdade, saltar os muros, subir as árvores, visitar os vizinhos, explorar. E, se por acaso os deixamos fazê-lo, poderá haver os que já não voltam por vontade própria, mas a maioria, sabe que o mundo lá fora não é para eles, e voltam para a sua segurança e conforto habituais.

Quando encontramos um gato doente numa berma

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Passei por este gato esta tarde. É parecido com o Alone, este difere na cor de uma das patas.  Aproximei-me, percebi que estava doente, pois não se mexia nem reagia, tinha a língua de fora. Estava ali imóvel perto da estrada principal. Tinha uma tarefa para fazer, não o pude ajudar naquele momento. Fui e voltei e ele lá no mesmo sitio. Falei com ele e ele respondeu num miar rouco com o nariz a respirar de forma ofegante.

 

Fui a casa deixar uns sacos e voltei lá. Contei o sucedido ao meu miúdo e ele quis logo ir ajudar. Estivemos lá de volta e o bichano sem se mexer. Passou uma vizinha que me disse que as senhoras da junta tinham andado a curar as ervas, e que possivelmente, aquilo era envenenamento.

 

Voltamos a casa e levamos água e um patê. O bichano começou a comer o patê na posição que estava, mas a dada altura já estava em pé e a comer aquilo como se estivesse cheio de fome, devorou aquilo num instante e bebeu água, mas pouca. O meu rapaz estava muito preocupado, e só me dizia para eu o ajudar, como se eu tivesse esse "poder".

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Tentamos  que viesse para um local mais seguro, ele obedeceu tanto, que veio atrás de nós até ao nosso prédio e parecia pedir para entrar. Lá ficou sentado.

 

Mais tarde já o vi a andar por lá. Como conheço uma pessoa que trabalha numa Associação e deve estar habituada a estas situações, pedi-lhe umas dicas. Ela disse que lhe desse comida. E também me disse que o que ele teve, foi provavelmente uma quebra de açúcar, porque se fosse veneno não recuperava assim tão depressa e já estaria morto.

 

Mas esta questão de colocarem herbicidas na relva, preocupa-me, porque os animais de rua, não sabem ler, nem tem donos para os alertar e proteger...

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