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Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

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Chip de identificação nos gatos

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A  Sushi está triste porque foi "chipada". É o que parece, não é? Ao olhar para esta fotografia penso que a minha gata está triste porque não gosta de sair de casa e muito menos que lhe ponham as mãozinhas no lombo. No entanto, teve de ser, uma vez que, embora pudesse colocar o chip até 2021, vou de férias e o hotel para gatos exigia as vacinas, as desparatizações, internas e externas, e o respetivo chip de identificação. Afinal, acabei por optar pelo Pet Sitting, em que vem alguém a casa, mas a Sushi já está a cumprir a lei e não corro o risco de ser autuada no futuro.

Resumindo, os donos têm de colocar chip de identificação dos seus gatos até 2021, uma vez que a partir dessa data as coimas são elevadas ( decreto-lei n.º 82/2019 publicado em 27 de junho de 2019)

Pensem que o chip custa cerca de 25 euros e a coima é, no mínimo, o dobro (e não inclui custas com o processo de contraordenação) e vão ver que mais vale prevenir. 

Os gatos aqui da rua

Por aqui há sempre gatos, uns vão, outros continuam, outros chegam.

O Oreo é atualmente o mais antigo aqui da rua. Já foi o líder, mandão, o chefe agora é um gato submisso. Mas é o que tem mais afinidade comigo. Eu também tenho um imenso carinho por ele.

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Depois há o Panterinha (ainda bebé), que ainda tem medo de se aproximar de mim, mas sabe que o sustento! Tem o Oscar como amigo.

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Depois há o Piano, do mesmo padrão cinza/branco como o saudoso Alone. 

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Deste grupo há ainda outro do mesmo padrão, o Gordo. Também há mais um pardo! Até o Panda, que aparece de vez em quando, talvez tenha dono.

Contabilizando, alimento sete gatinhos aqui da rua. Mas há cá mais uns quantos, só que esses vão mais para o outro lado da rua.

gestos que gosto

Estava eu sossegada a ler posts no telemóvel, escuto um movimento no chão.

A Kat rebolava-se.

Fiquei parada a olhá-la.

De repente, ela vê que eu a observo, epára.

Um minuto depois, levantou-se e,na  sua posição habitual, observa-me.

Como os nossos felinos nos compreendem!

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A memória dos gatos em infância.

O Jonas está muito bem mas quando ouve uma voz de uma criança fica alerta mesmo que esteja a brincar ou não. Senta-se, vira as orelhas para o lado do som e ninguém o move quando se chama por ele. Tenho andado a pensar o porquê. Quando o fui buscar, a dona do Jonas tinha uma filha. Será que fica na memória deles e perdura determinados sons enquanto são pequenos?

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Curiosidades felinas

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A fofura dos gatos é uma estratégia de sobrevivência (aqui a Sushi era verdadeiramente fofinha . Agora, é fofinha quando quer).

Os gatos convivem com os seres humanos há mais de 9 mil anos.

Há cerca de 250 raças de gatos domésticos.

O ronronar dos gatos tem um efeito relaxante sobre os humanos.

 

de novo a Kat

A minha gata é demais!

Não sei se com os vossos felinos acontece o mesmo. 

Sempre que vou tomar banho, a Kat entra na casa de banho e espera que eu abra o chuveiro, mete-se dentro do poliban...até que a água saia quente e foge.

Por vezes, sai da casa de banho e regressa , senta-se a ver-me tomar o banho ou  quando estou a acabar, espera que eu saia para entrar e beber as pingas que restam do chuveiro.

Outras vezes, está ela a ocupar o felpo saída do banho, tenho de me ajeitar para a madame não se mexer, ou enquanto passo a toalha pelo corpo, ela lambe a água que vê nos meus pés.

Hoje, deixou-se ficar sentada no felpo.

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Mais um ano com férias em família

Quando só tinha um gato, acho que era mais fácil, apesar de no ano passado, ter sido o Riscas, quem mais miou no regresso.

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Para que tudo corresse bem,  fui à clínica veterinária, e comprei um spray calmante que se põe na transportadora.

 Tínhamos feito cerca de 10 minutos, quando o miar do Rafael começou a ser muito estranho. O meu filho aflito por ver o gato de boca aberta e língua de fora... até que vomita. Paramos assim que foi possível. Limpei aquilo. Tirei a mantinha que tinha o cheiro do spray. Mais á frente voltou a vomitar. Era só uma espuma branca, porque aconselharam a que eles ficassem três horas sem comer.

Lá seguimos viagem, sempre entre miados. Um stresse, principalmente para o Rafael.

 Ele nunca tinha vomitado.

Já em casa, limpei-o com toalhitas. Acalmaram. Nesse dia chegamos por volta das 16h ficamos em casa. 

O Riscas foi explorar a casa e ao subir para cima de um roupeiro, desequilibra-se, cai e fica coxo e por isso agressivo, talvez por causa da dor.

Depois ainda houve um dia que o Riscas ficou com diarreia, que entretanto, logo passou.

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Nos primeiros dias, eles pareciam não se conhecer, pareciam inimigos, o Riscas assanhava-se ao Rafael e depois lá vinha briga.

Nos últimos dias voltaram ao normal.

Na viagem de regresso, (desta vez, não usei  o spray)  nos primeiros 10 minutos, o Rafael volta a vomitar.

Só vomitou uma vez, mas miaram o tempo quase todo.

Chegados a casa, tudo voltou ao normal.

Concluo que o Rafael enjoa em viagens.

Este ano eu tinha alguém para vir cá a casa todos os dias, dar comer, limpar WC, verificar se estavam bem. Mas o meu filho disse: "eles são da família, não os vamos deixar para trás!"

Depois disto, acho que até ele percebeu, que para os gatos, é um stresse a viagem, a mudança, a quebra da rotina. 

Foram apenas 6 dias, mas creio que assim, prefiro ficar por casa, mesmo que isso signifique ficar sem algo que tanto gostamos, como uns dias de praia e de cheiro a sal.

Técnica Kung Fu divertida

Tal como no filme Karaté Kid, uma das técnicas, para desenvolver a força de braços e o carácter, consiste em limpar. 

Neste caso, a técnica da Sushi consiste em pedir educadamente para entrar em casa já que ela não quer saber dessa técnica de Kung Fu e muito menos de limpar vidros.

 

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