Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

Gatinhos pretos e brancos da rua

Na rua do prédio dos meus pais há uma senhora que dá sempre comida aos gatinhos da rua. Já desapareceram muitos gatos mas os que resistem colocam-se à porta do prédio do lado da janela dessa senhora vizinha. Há um gatinho cinzento adulto que está lá sempre à porta e antes desse houve outro que também estava lá sempre mas adoeceu e desapareceu. Muitas senhoras naquela rua alimentam os gatinhos que já foram muitos e agora são uns três. 

Não se sabe o que aconteceu aos gatos mas não apareceram mortos, provavelmente alguém os apanhou, penso eu....

Eram quase todos pretos e brancos, também todos pretos.

Esperemos que estejam bem !!!

O fim de uma colónia (pelos piores motivos)

61595762_1031902407010227_347667895985111040_n.jpg

 

Da última vez que aqui falei da Colónia de Santo André, a mesma estava a ser intervencionada por uma associação, com vista ao CED. Isto foi em Julho.

 

Hoje, final de setembro, é com muita pena minha que aqui escrevo sobre o fim da colónia 

Não porque tenham sido adoptados, mas porque todos, à excepção da Bela, desapareceram.

 

Hoje, ao falar com uma senhora que vive ao lado da colónia, ela disse-me que os filhotes da Beckie, que estavam num quintal do outro lado da estrada, devem ter morrido, atacados por ratazanas (parece que por ali andam algumas).

 

Por outro lado, a mesma senhora diz que costumam ir para aquele edifício algumas pessoas, à noite. Ora, não será preciso dizer mais, para adivinharmos que tipo de pessoas irão para ali, e o que poderão fazer aos gatos que, por norma, é ao final do dia e noite que ali aparecem.

 

Os primeiros gatos da colónia, como é o caso da Bela, estão ali há cerca de 3 anos. Desde então, muitos nasceram, outros tantos morreram (uns ainda bebés, outros atropelados ao atravessarem a estrada), outros desapareceram.

Mas há muito que por lá andavam os residentes habituais, sobreviventes, com quem acabei por criar uma ligação especial, apelidando-os de meus afilhados.

 

Sinto-me triste porque, provavelmente, nunca mais irei ver a pequena Oreo, ou o meu Pompom, que eu tanto adorava, e que acompanhei desde que eram pequenitos.

Nem as malhadinhas - Minnie, Margarida e Charlotte. Nem o D. Juan. Nem a Flockita, nem a Beckie.

 

Sinto-me triste, porque não morreram de fome, nem de frio, nem por doença. Nem por conta dos estudantes que para lá iam durante o dia.

Porque não morreram, nem sequer, quando deitaram abaixo parte do edifício. Porque nunca ninguém lhes fez mal e, agora, sem saber o que se passou, não há nem sinal de nenhum deles.

 

Aliás, o único sinal do que, eventualmente, pode ter acontecido, é de embrulhar o estômago.

No outro dia, e porque a associação teve conhecimento do desaparecimento dos gatos, e perguntou se teria sido algum caso de envenenamento, embora os médicos da Câmara digam que ninguém participou o aparecimento de cadáveres, arrisquei-me a ir ao pátio do edifício.

 

Andava por lá a Bela. Ficou a ver o que eu estava ali a fazer. Não quis (nem sei bem por onde se entra) entrar dentro do próprio edifício. Fiquei-me pelo pátio que vai dar à parte demolida. Não vi nada.

Mas ali, no sítio onde costumam brincar e andar, no meio das ervas, estava aquilo que com que ninguém se quer deparar: um cadáver de um gato.

 

E não fiquei ali mais tempo, não fosse ver mais alguma coisa que não quisesse. Não sei o que poderá, quem tiver autoridade para entrar no edifício e o faça, encontrar lá dentro. 

 

Para já, resta a Belinha, que não sei até quando se irá aguentar por ali sozinha, ou até que qualquer outro gato a ela se junte.

 

Do sábado chuvoso

Como já aqui disse, há um gatinho muito  novinho na minha rua. Um pretinho lindo, arisco, medroso a quem chamei Panterinha, e ele já responde pelo nome.

Está sempre escondido nos arbusto, e como ele nem sempre se junta aos outros para comer, deixo-lhe a comida debaixo dos arbustos onde ele "vive"!

panterinha.jpg

No sábado chovia, e eu arranjei um abrigo, para ele ficar mais confortável, mas ele parecia ter medo de ir para lá. Ficava lá num buraco, todo encolhido, fez-me tanta pena.

IMG_20190920_162333.jpg

Talvez este abrigo tenha algo de errado para um gato, mas estava seco! Fiz  com coisas que tinha no sótão!

IMG_20190920_154549.jpg

abrigoPanterinha.jpg

Agora, apesar da chuva, ainda não faz frio, mas depois com frio, ele sempre ficava mais aconchegado. Os outros vão para um alpendre que há aqui perto, mas este ainda não sai aqui deste lugar...

Se ao menos alguém o adotasse...

foi no dia 15

de Setembro de  2010 que adoptei  a Kat , tinha ela um mês de vida.

E 9 anos passaram, continua linda e malandra.

Está a chegar o frio, lá virá ela sentar-se nas minhas pernas enquanto eu vejo televisão, à noite.

Nunca me arrependi de a ter adoptado, mas são muitas as preocupações que me dá quando estou fora de casa por alguns dias.

1569156980626.jpg

 

Pitufo o Caçador!

Podia ser o nome de um filme ou de um livro mas é mesmo a história real do meu querido gato.

 

O que ele mais gosta é de ir para o quintal caçar os seus bicharocos... e o seu lugar preferido é debaixo do limoeiro as espreitar os passarinhos!

 

 

IMG_20190915_172911.jpg

 

Será este o instinto de todos os gatos?

 

 

  • Blogs Portugal

  • Pág. 1/3