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Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

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Pagar taxa anual por cada animal de estimação?

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"O PS fez uma proposta de alteração ao Orçamento do Estado que está a preocupar os veterinários. O partido quer mudar a regra para o registo e o licenciamento anual de animais de companhia. Uma alteração que, sendo aprovada, vai criar uma taxa para cães e gatos. A ser paga todos os anos.

De acordo com o Sindicato Nacional dos Médicos Veterinários (SNMV), esta taxa deverá variar, entre os cinco e os 15 euros, uma vez que ficará a cargo de cada freguesia escolher o valor."

 

Se os animais não são coisas, porque temos de pagar para os ter na nossa companhia?

Que gastemos o nosso dinheiro a alimentá-los, a cuidar da sua saúde e bem estar, nas suas necessidades básicas, ou em mimos extra com os quais os queiramos brindar, tem toda a lógica. 

Afinal, eles estão ao nosso encargo. É o nosso dever.

 

Que se pague o custo do chip, que para mim poucas vantagens tem, no caso dos gatos, mas que, nunca se sabe se não poderá vir a ser útil, ainda se compreende.

Ou até mesmo que se pague uma espécie de registo nas entidades competentes.

 

Mas que nos queiram cobrar a nós, donos dos animais de estimação, que consideramos membros da família, uma taxa anual, apenas pelo simples facto de os termos, é inadmissível.

Era para isso que queriam que os chipássemos? Para agora, na posse da informação sobre quem tem animais, começarem a encher os bolsos à custa deles?

 

É assim que defendem os animais?

Que esperam que os donos sejam responsáveis?

Que lutam contra o abandono?

 

Não!

Se fosse esse o objectivo, não nos cobravam nada. Ofereciam esse serviço. Ou bastava pagá-lo uma única vez, mantendo-se os mesmos animais.

 

Isto só vai fazer com que as pessoas deixem de cumprir as leis. Com que evitem ir ao veterinário, pondo em causa a saúde dos animais, só para não terem que pagar taxas e multas. Com que, em último caso, haja cada vez mais animais que, para todos os efeitos, não pertencem a ninguém e, ainda mais, abandonados à sua sorte.

 

 

 

 

 

 

 

Fazer as necessidades: os gatos já nascem ensinados?

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Costuma-se dizer que, no que toca à higiene, para além de serem muito mais limpos e práticos que os cães, os gatos parecem já nascer ensinados. No entanto, as coisas não são bem assim.

No primeiro mês de vida, é a mãe gata que estimula os seus filhotes a fazerem as necessidades. Quando, por algum motivo, os filhotes perdem a mãe e acabam por ir para às mãos de um humano, é este que tem que tentar simular os gestos que a mãe faria, para assim os gatos poderem fazer as necessidades.

Quando já são mais crescidos, e sendo-lhes mostrada uma primeira vez para que serve a caixa de areia eles irão, à partida, entender a mensagem, e passar a fazer ali as suas necessidades.

Mas nem sempre as coisas correm bem, e isso faz com que os donos fiquem à beira de um ataque de nervos, e acabem por stressar ainda mais o gato, que terá uma dificuldade ainda maior em agir corretamente.

Assim, o segredo é muita paciência, persistência e dedicação, na hora de os tentarmos educar, sem ralhar muito quando fazem asneiras, mas recompensando quando se portam bem.

A primeira vez que coloquei a Becas na caixa de areia, ela achou que era comida, e começou a comer as pedrinhas. Depois de várias tentativas, ela começou a perceber. No entanto, sendo pequenina, com a brincadeira, e estando a caixa de areia longe, acabava por escolher um cantinho da sala, onde estava, para fazer as suas necessidades. Por mais que lavássemos o chão e colocássemos produtos com um odor forte, que a repelisse, ela não se preocupava, e voltava a fazer o mesmo. Até que começámos a não deixá-la ir para lá, até estarmos em casa a tomar conta. Mas o que a fez desistir foi o facto de termos colocado uma caixa de areia também na sala.

Nessa altura, a Amora, que adotámos na semana seguinte, da mesma idade, já sabia utilizar bem a caixa. A diferença entre ambas foi o facto de uma ter sido retirada da mãe mais cedo do que a outra, e de a última ter tido que se desenrascar por força das circunstâncias em que esteve, antes de vir para nossa casa, enquanto a primeira só conhecia uma realidade, não lhe tendo sido dado tempo de aprender mais.

Hoje, é das gatas mais asseadas que conheço. Ela não pode ver o que quer que seja no chão, que fica aflita a querer tapar e limpar.

Por vezes, acidentes acontecem, não conseguem, por exemplo, conter as fezes, ou ficam presas e acabam por cair noutro lado, ou atiram para fora ao tentar tapar.

Alguns gatos, devido a diversos problemas, podem sofrer de incontinência, e não os podemos culpabilizar por isso.

Mas atenção: se um gato está habituado a ir à caixa de areia e, de repente, começa a fazer as suas necessidades noutros locais da casa, é sinal de que algo não está bem.

Nesses casos, o melhor mesmo é consultar um veterinário, para que possa averiguar as causas, que podem ir de marcação de território, cio ou stress provocado por alterações na rotina, entre outras.

Por norma, acabam por ser situações passageiras, que se resolvem por si, e tudo acaba por voltar à normalidade, como foi o caso da Tica que, depois de uns tempos a deixar-nos com os nervos em franja, recomeçou a utilizar a caixa como habitualmente, para nosso alívio.

ela chateia-me

de manhã cedo, acorda-me, não sei o que quer.

Os mios dela são fortes, receio que acorde os vizinhos.

Levanto-me, vou puxar o estore da varanda e abrir a porta.

Volto para a cama.

Nem sempre adormeço.

Quando me levanto para o dia de "trabalho"  está  no sofá a dormir.

Agora, depois do almoço, está confortável no sofá... a ressonar.

E eu estou cansada da noite de insónia.

Não há nenhum Santo Padroeiro dos gatos que me acuda?

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Pet Festival 2020!

 

A nona edição do Pet Festival, vai realizar-se nos próximos dias 31 de Janeiro, 2 e 3 de Fevereiro.

Podem encontrar toda a informação sobre os bilhetes e programação no site do Evento..

Venham passar um dia divertido,  em famíiliá ou na companhia de amigos de duas e quatro patas!

 

 

Dica - Manual Merck para ajudar a perceber melhor as doenças que afectam os nossos gatos

Todos nós que temos, já tivemos ou iremos ter, um animal de estimação, no nosso caso gatos, ao longo da vida destes, somos confrontados com o inevitável surgimento de doenças. Umas numa fase precoce das suas vidas, quando ainda bebés, outras na sua fase geriártrica. Umas mais comuns e de fácil resolução, outras, mais complicadas e que podem mesmo acabar por ser mortais. 

Por muito que tentemos retardar o seu aparecimento, com todos os cuidados que nos estão disponíveis e são-nos possíveis, às vezes, o inevitável acontece. E lá vem a doença xpz... Dos primeiros sintomas, à bateria de análises, exames e depois até ao diagnóstico, as dúvidas, os receios e os medos vão-nos assaltando a mente.

Fala a voz da experiência... que nessas alturas, por norma, quer saber tudo e mais uns trocos, sobre o que está a afectar o bem-estar dos seus miúdos. E que tantas vezes recorre ao google para procurar algo que a informe, esclareça e afaste os seus piores pesadelos. Mas o que encontra é muita informação sintetizada e pouco esclarecedora.

Fala ainda a voz da experiência... que encontrou a versão Merck veterinária. Em inglês. Mas de muito fácil leitura. E que pode ajudar naquela dúvida que nos esquecemos de perguntar ao veterinário, isto a título de exemplo.

Para quem não conhece O Manual Merck (versão humanos) é dos livros mais vendidos no mundo. Já devem tê-lo visto na mesa/estante no gabinete dos vossos médicos assistentes. É aquele livro vermelho e de lombada volumosa. Nele vêm de forma "catalogada" todas as doenças conhecidas.

Já o Manual Merck, versão veterinária, é um referencial dirigido aos cuidados com a saúde animal. Utilizado por veterinários, estudantes ou até mesmo tutores. E ao contrário de muitos sites que pela net aparecem quando navegamos... este é, digamos, mais seguro para procurar e esclarecer as nossas dúvidas.

Podem consultá-lo aqui:  Merck

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Os gatos não comem lasanha

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Nesta imagem, pode ver-se uma lasanha de tamanho grande junto ao abrigo e á comida dos gatinhos da minha rua.

Acredito que quem ali deixou aquilo foi com boa intenção, por isso, apenas queria informar que os gatos reais não comem lasanha. O Garfield é um desenho animado, que está sempre a comer/pensar em lasanha, mas é apenas uma animação.

Esta comida acaba por chamar moscas, e também acaba dar razão a quem proíbe a alimentação a gatos de rua por em risco a saúde pública.

De 24 a 25 de janeiro na recolha de bens alimentares para cães e gatos

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Arranca esta sexta-feira a campanha do Banco Solidário Animal

A 19ª iniciativa do Banco Solidário Animal pretende dar voz à causa animal.

Começa esta sexta-feira, 24 de Janeiro a mais importante recolha de bens alimentares para cães e gatos promovida pela Animalife – associação sem fins lucrativos que procura sensibilizar a comunidade para problemas relacionados com o abandono e maus tratos a animais de companhia.

A recolha de alimentou em lojas de retalho como Auchan e My Auchan pretende apoiar “mais de 250 entidades de proteção animal, centenas de famílias carenciadas e perto de meia centena de pessoas em situação de sem-abrigo, com animais a cargo. Permitirá alimentar perto de 35 mil animais de companhia em situação vulnerável em todo o país”, comunicou o Banco Solidário do Animal.

A campanha realizada o ano passado angariou 870 toneladas de alimentos o que permitiu recolher rações e unidades de dental sticks para melhorar a vida de animais em risco.

Sob o mote ‘Existem mil rações para participar’, a campanha destina-se a todos os visitantes das lojas Auchan que vão ter a oportunidade de doar alimentos para cães e gatos apoiados pela Animalife. Já com os vales solidários, disponíveis nas linhas de caixa e em Auchan.pt, vai ser possível adquirir desde alimentos até artigos de higiene, cada um com um valor associado, à escolha do consumidor.

Pode contribuir para esta campanha até dia 6 de Fevereiro, momento em que termina a iniciativa.

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