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Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

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Brincadeiras de crianças

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Tigrada: Podes ver agora, que ele está a dormir.

Tricolor: Fixe. Vou espreitar.

 

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Tigrada: Espera, vem aí alguém.

Tricolor: Vai lá ver quem é, e arranja uma desculpa.

 

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As duas: Estamos só aqui a vigiar o cano... Podes ir...

 

E, logo em seguida, ao ver que o mano panterinha está a acordar, a tigrada corre e salta para cima dele, para o distrair!

 

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Tigrada: Não te levantes já. Porque não dormimos os dois uma sesta?

 

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Panterinha: Mas tu és louca? Estás a sufocar-me!

 

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Tigrada (enquanto vê se o caminho está livre): Tem calma. Não precisas fugir a sete patas. É que eu queria contar uma coisa. Mas é segredo...

Panterinha: Gatas! Vá-se lá entendê-las...

 

 

 

 

 

 

A idade da inocência

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A ET/ Esparguete voltou a ter gatinhos mas, desta vez, não o fez na sua toca, aconchegada em mantas.

Desta vez, teve-os por aí, nem a suposta dona sabia onde.

E, entretanto, apareceram num quintal ali da rua, que raramente é utilizado.

 

 

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Nos últimos dias, sempre que passo por lá, vejo os pequenotes.

Penso que sejam 6, aparentemente: dois pretos, um preto e branco, um tigrado, e duas tricolores. Embora uma das tricolores nunca mais tenha aparecido.

No sábado, a ET levava algo na boca, que depois depositou lá no chão do quintal. Não sei se seria um osso. 

Os filhores ainda andaram de volta daquilo, mas serviu mais para brincar, do que para comer.

 

 

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Nesta idade, ainda lhes sabe bem o leitinho da mamã. O aconchego da mamã. E muita brincadeira.

Os "tufos" de ervas que crescem no chão, parecem ilhas onde eles se abrigam, escondem e camuflam.

 

 

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O cano, é um óptimo esconderijo, ao estilo parque de diversões: entra de um lado, sai do outro, e fogem dos irmãos.

 

 

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São também curiosos, e parecem não ter medo de pessoas. Hoje, até se chegaram ao portão, para ver quem era a pessoa que estava ali a tirar fotos.

Mas, se a mãe diz que é de confiança, é porque também eles podem confiar!

 

 

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Esta tricolor está quase sempre presente, e adora brincar com o mano panterinha. 

 

 

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Ontem, apanhei os manos panterinha bem juntinhos e enroscados um no outro!

 

 

Sofá

O Jonas repimpido no sofá.

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Hà uma semana para cá deu para a curiosidade. Cheira a mesa onde se pôs a cebola, salta para a mesa e...lá descobre algum que vale a pena meter nariz...enfim. Mas afinal ele gosta de alguma coisa para petiscar, são os restos do yogurte. Uma ou oura lambidela e acaba de lhe voltar as costas. E depois de um dia fartuo de emoções fortes com cheirar e preguiça pela varanda, merece um sofázinho para ver as modas na tv. 

Quando os gatos mudam tanto que não os reconhecemos

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Já aqui vos falei da gata que apareceu recentemente lá à porta, a ET.

Veio, não se sabe de onde. E tão pouco para onde ia, quando desaparecia.

Aos poucos, foi aparecendo cada vez mais. Até chegar ao ponto de andar por ali diariamente.

Parecia novinha. E muito magrinha, apesar de prenhe.

Tinha um pescoço tão estreitinho, que até fazia confusão, e foi por isso que lhe demos o nome de ET.

 

Quando andava a estender roupa, várias vezes, a par com as turrinhas, vinha uma dentada inesperada no pé, ou na perna, que me recordou a Esparguete. Ela também tinha essa mania!

Mas esta, mordia com mais força. Cheguei a ficar mesmo com a perna negra, inchada e em sangue, à custa da dona ET.

Houve dias em que, mal saía de casa, lá estava ela, e seguia-me por uns bons metros, no meio dos pés, não me deixando andar, e comigo sempre de olho para não me voltar a morder.

Com a confiança que ganhou, até já se põe à porta, a miar. E já arriscou tentar entrar em casa.

 

Desde que teve os filhotes, a mania de morder parece ter passado. Nunca mais voltou a fazê-lo. 

Agora anda sempre ali na rua.

 

Ontem, quando estava a chegar a casa, estava uma vizinha com uma gatinha bebé ao colo. Disse que eram filhas, aquela e outra que uma miúda segurava, da ET. Com elas, estava a miúda, dona da Esparguete.

Por uma conversa que já tinha ouvido, fiquei com a impressão de que talvez a ET não me fosse assim tão estranha, mas achava aquilo muito estranho.

Assim, aproveitei a oportunidade para tirar as teimas. E perguntei à miúda se aquela gata era a que tinham tido ali, quando moraram ao meu lado. E ela respondeu que sim.

 

Ou seja, a ET, a gata magrinha e desconhecida, é a Esparguete que, apesar de nunca ter sido gorda, nunca a conheci com aquele aspecto. Ao ponto de não a reconhecer.

Há uns tempos, por causa da pancada das mordidas, fui mesmo comparar algumas fotos que tinha, e achei que não seria a mesma.

Quando ouvi a conversa da miúda, pensei que pudesse ser alguma filha da Esparguete. 

Mas é mesmo ela.

Não sei o que se terá passado para a deixarem chegar àquele ponto.

Agora, embora não tenha a mesma aparência de quando a conheci, como Esparguete, já começa a parecer menos magra que a ET que nos apareceu meses depois.

 

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A Esparguete, quando era nossa vizinha

 

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A ET/ Esparguete quando voltou a reaparecer, meses depois

 

 

 

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