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Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

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Dois já voltaram

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Não sei se o regresso é definitivo, uma vez que janeiro ainda não acabou, e pelos meus registos, o ano passado, só regressaram no inicio de fevereiro, mas o Oreo Ribatejano e o Alone estão de volta. Enquanto o primeiro está imensamente gordinho, o Alone emagreceu...

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Os gatos e o mês de janeiro

Já o ano passado foi a mesma coisa, os gatos do meu bairro, desaparecem em  janeiro. Cheguei a pensar que o Alone, tinha desaparecido para sempre, embora, sempre me lembro de ouvir as pessoas mais antigas dizerem, que janeiro é o mês dos gatos andarem atrás das gatas, e por isso desaparecem na sua zona e andam por aí desnorteados.

 

Este ano voltou a acontecer, não sei deles.  Entretanto um dia destes, vinha de carro e vejo ao pé de um supermercado, um gato, disse pro meu filho: "Olha só quem está ali, é o Alone". Ao que ele respondeu. "Aqui!? Não é ele"!

 

Só que, ele - o gato, também me reconheceu,  a mim ou à viatura, então atravessou a estrada e veio ter comigo ao estacionamento e fez-me uma festa. Miava imenso, fome talvez! De seguida, já estava acompanhado, por uma gata, talvez, não pedi identificação.

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Ontem,    tive de voltar aquele supermercado, e lá andava ele, com outros gatos, certamente gatas, e até já lhes tinham dado comida. Pedi-lhe para voltar para o território dele.

 

Sim, eu eu falo com ele e sei que ele me entende.

Milagres acontecem

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À minha porta estava como habitual, o Alone, que não veio sozinho...pois o Naná (desaparecido há mais de uma semana) estava com ele. Está debilitado, magrinho, doente, mas sobreviveu. Já nem eu nem as minhas vizinhas acreditávamos que estivesse vivo, pois não o encontrávamos por cá há tantos dias, e diziam que eles escolhiam ir para longe, quando sabiam que iam morrer.  Como terá ele sobrevivido sem nós para o alimentarmos e ele sem forças para  caçar!? Não sei! Mas está de volta! Que bom! Fiz-lhe tantas festinhas. Fiquei tão feliz como uma criança que recebe um presente impossível pelo natal! Vamos ajudá-lo a recuperar...

 

 

 

A fome aperta, até em dias de chuva

Chovia tanto, e mesmo assim o Alone  (gatinho de rua, meu afilhado) veio ter comigo. Eu vinha a chegar com sacos e a mala e trazia patés. Ainda tentei deixar na rua, mas com a chuva, ele não conseguia comer. Larguei tudo à entrada do prédio, coloquei um papel no chão, meti lá a comida e ele comeu tudo. Depois já nem queria sair. Custou-me imenso ter de o mandar sair.

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Estes gatinhos até podem se sentir felizes por terem liberdade, mas nestes dias, tenho a certeza que dariam tudo por uma casinha quentinha e companhia humana!