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Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

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Amar não é aprisionar, mas sim dar liberdade

Ontem estava a passar pelo facebook, numa página de gatos, que já não me recordo do nome, (com muita pena minha, pois ia ajudar-me neste post) e vi uma história, da morte de uma gata. Uma gata, que sempre foi uma gata de rua e que nunca conseguiram que fosse feliz dentro de uma casa, apesar das várias tentativas de particulares e associações. E nos comentários, percebi dois tipos de opiniões: os das pessoas que achavam que a rua não era local para a gata sobreviver e a das pessoas que diziam que a gata só seria feliz na rua e que “amar não é aprisionar, mas sim dar liberdade”. E se por lado, eu também sempre achei que a rua nunca seria segura para os gatinhos, e que o ideal seria todos terem um lar; o que é certo é que se um gato que sempre foi de rua se sentir aprisionado, mesmo tendo mais conforto, dificilmente será mais feliz dentro de casa do que fora. Da mesma forma, que um gato que sempre viveu dentro de casa, se tiver a infelicidade de ser abandonado na rua, nunca será feliz, terá fome, calor ou frio, nem se saberá defender capazmente.

 

Talvez a resolução para um gato que sempre foi de rua, esteja num lugar onde pudesse ter rua sim, mas com protecção, por exemplo uma quinta, com espaço, árvores, cabanas, outros animais, mas com uma cerca que os protegesse dos perigos. Mas acredito que a maior parte das vezes tal não é possível. Mas uma coisa é certa, o animal tem de estar com o que o faz feliz, mesmo que essa felicidade seja em tempo mais curto. Do que vale viver em segurança e conforto, se a tristeza for imensa!?

 

Quando, eu própria tirei o Rafael do campo, onde eu o via tão feliz a correr pela horta na brincadeira com os irmão, tive dois sentimentos que entraram em contradição dentro de mim: estava a tirá-lo do ambiente de onde ele parecia tão feliz, mas estava a levá-lo para um local mais seguro. Felizmente, talvez por ele ainda ser novinho, adaptou-se bem ao novo lar, e parece-me continuar feliz. Mas e se eu o visse triste e deprimido, como me iria sentir? Teria coragem de o devolver ao seu ambiente, mesmo sabendo que um dia poderia saltar o muro, ir para estrada, ser atropelado, ou andar sujeito a parasitas, a doenças!?

 

Não são decisões fáceis de tomar, nem de depois vivermos com elas!

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