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Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

Questão de uma seguidora do Clube

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"Bom Dia,
Eu queria saber se me podem ajudar, eu tenho 5 gatos e eles sempre se deram bem, mas ultimamente o meu único gato macho começou a atacar uma das gatas mais pequenas, e eu não consigo perceber porque. O pior é que a gata agora anda sempre muito assustada e tem medo de andar pela casa. Porque ele anda sempre atrás dela para a atacar. Eu já não sei o que fazer. Podem ajudar-me?
Obrigada"

 

O ideal é expôr a situação ao médico veterinário, para saber a opinião de um profissional.

A gata está esterilizada? O gato está castrado? 

Terá a gata feito alguma coisa que levasse o gato a atacar?

Foi só essa mudança de comportamento que notou no gato?

O gato ataca mesmo com intenção de magoar, ou apenas não sabe brincar?

 

Só tenho duas gatas criadas, desde pequenas, juntas. Ainda assim, se na maior parte do tempo dão-se bem, trocam mimos, dormem juntas e brincam pela casa, há momentos em que uma delas ataca a outra, e temos que lá ir separar as duas, para não haver mortos e feridos.

No caso delas, pensamos que a explicação é esta: por um lado, a Becas, que ataca, foi tirada da mãe cedo demais (foi-nos dada com pouco mais de um mês) e não aprendeu a usar os dentes, nem os limites, que era algo que a sua mae lhe iria ensinar e, por isso, mesmo que a intenção seja brincar, ou responder à provocação da amiga, não mede a força, nem sabe parar. Por outro lado, a Amora, que sofre o ataque, é mias vulnerável e, ao desequilibrar-se, fica com a barriga exposta e já não consegue levantar-se nem defender-se até porque, devido a um problema que tem, nem sequer tem dentes para ripostar.

 

 

 

 

Estas caxinhas vazias do paté podem dar dinheiro

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Costumo dar deste paté aos gatinhos da minha rua, e depois coloco a caixinha vazia no lixo. Entretanto, uma das últimas vezes que o fiz, uma vizinha disse-me para não colocar a caixa no lixo, porque ela vendia-as no ferro-velho, por conterem alumínio, e com o dinheiro comprava mais patés para os gatinhos do  nosso bairro. Disse-me que o valor é baixo, e é comprado ao quilo.   Não sei se qualquer um pode vender ou se é preciso alguma autorização ou documento, mas eu já comecei a guardar as caixas, e vou entregar a esta vizinha.

 

Pode ser uma ideia a seguir, não acham? Uma aqui, outra ali, pouco a pouco se consegue muito...ou pelo menos alguma coisa.

 

Há quem faça angariação de tampinhas (já participei, onde o objetivo era comprar uma cadeira rodas e equipamento ortopédico  para um menino), nós podíamos fazer angariação de caixinhas de alumínio... e ajudar os gatinhos que tanto precisam!

 

 

Duas gatas e uma janela meio aberta!

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Será que me consigo pirar por aqui? É um pouco estreito...

 

 

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Oh Amora, precisava aqui da tua ajuda.

 

 

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Não devias fazer isso. Os donos não vão gostar.

 

 

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De qualquer forma, não consigo lá chegar. Mas olha que aqui neste lugar já se sente o fresquinho.

 

 

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Tens razão, Amora! Ainda bem que trocámos de lugar!

 

A Colónia de Santo André está em perigo

Quem segue o Clube de Gatos do Sapo já conhecerá, certamente, a colónia da gatos que alimento diariamente, aqui perto de casa, e que batizei, para ser mais fácil daqui em diante, de Colónia de Santo André (por estar ao lado da Igreja de Santo André).

 

Já tinha falado com algumas associações sobre a mesma mas, como não era uma situação urgente, foi sendo adiada. Os gatos estão, de certa forma, protegidos ali naquele espaço onde nasceram e cresceram, e que já conhecem bem. 

Volta e meia, vinha-me à mente o que seria deles quando, algum dia, se lembrassem de demolir o edifício. Mas era algo improvável. Está ali há anos sem ninguém fazer nada. Quando poderiam remodelar e aproveitar para algo de útil. Por outro lado, enquanto assim permanecesse, os gatos tinham um lar.

 

No fim de semana passado, vejo uma publicação a pedir ajuda a todas as associações do concelho, para estes gatinhos, porque o edifício irá ser demolido. Fiquei em choque. E em pânico.

Voltei a falar com a responsável pela associação Adoromimos, que ficou de ver com a Câmara Municipal a situação, para depois se estudar a melhor forma de ajudar os gatinhos da colónia.

Embora não tenha ouvido falar de nada, numa pesquisa que fiz, já havia desde 2016 um projecto para requalificação daquele espaço. Não sei se será esse o projecto que agora irá avançar ou outro, mas o que é certo é que, haja demolição total, ou apenas parcial, os gatinhos não estarão em segurança, e torna-se inevitável tirá-los de lá.

Será o fim da colónia, o que me deixa triste, por saber que não os vou ver mais.

Mas o mais importante é que eles fiquem bem, e encontrem lares que os possam acolher.

 

A ir para a frente, seguir-se-á a captura, vacinação e desparasitação, esterilização das fêmeas, cuidados médicos a algum que esteja doente.

Bem como alimentação e outros bens, que a associação precise, enquanto estiverem ao seu cuidado.

 

A Colónia de Santo André irá precisar de toda a ajuda que lhe puderem dar e, para isso, o Clube de Gatos do Sapo vai, logo haja algo mais concreto, promover algumas iniciativas, com vista a angariação de fundos e o que mais for necessário, bem como divulgar, no momento oportuno, cada uma das adopções.

 

Para já, deixo-vos aqui as imagens dos gatos residentes da colónia:

 

A Bela - uma das residentes mais velhas - com um pelo lindo e olhos verdes, ela já sabe que eu levo comida, porque é das poucas que não foge a correr, e fica por ali à espera, ou dirige-se mesmo para a zona das caixas da ração

 

 

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O Dom Juan - um dos residentes mais velhos - penso que seja o pai da maioria das ninhadas, juntamente com a Bela, tem aparecido mais frequentemente, fica deitado a ver os restantes comerem e mia (algo que nunca tinha ouvido nele), não sei se estará doente

 

 

O Pompom - nascido em maio/ junho de 2017 - com uns olhos azuis lindos, penso que é estrábico e parece ter algumas dificuldades de visão, sempre foi o companheiro da Oreo, e parece assumir o papel de irmão mais velho e guardião da colónia na ausência dos adultos

 

 

A Oreo - nascida em maio/ junho de 2017 - grande companheira do Pompom, herdou os olhos verdes da mãe, e da gata pequenita e frágil dos primeiros meses, já pouco resta, tendo-se tornado uma bela gata

 

 

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A Rapunzel - uma das residentes mais velhas - disseram-me que é irmã da Bela e do D. Juan

 

 

A Charlotte - ninhada talvez de Setembro de 2017

 

 

A Margarida - ninhada talvez de Setembro de 2017

 

 

A Minnie - ninhada talvez de Setembro de 2017

 

 

O Lorde - não está lá sempre, vai aparecendo de vez em quando

 

 

O Salomão - nem sempre se vê por ali, mas é um dos gatos que por lá aparece para comer

 

 

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Pascoal - mais um que nem sempre está por lá (por acaso hoje apareceu)

 

 

Foto de Clube de Gatos do Sapo.

Leão e Flockito - da ninhada mais recente, penso que filhos da Bela - o Flockito tem olhos azuis, os restantes manos, verdes. O Leão tem um pelo espectacular, muito felpudo.

 

 

Foto de Clube de Gatos do Sapo.

O(a) Sol - Igual a este bebé, há ainda um outro - Pipoca, e mais um todo amarelinho - Mel - parecem uns pulguinhas a brincar e saltitar no meio das ervas, atrás dos insectos

 

 

Foto de Clube de Gatos do Sapo.

A Beckie (tricolor) - também de uma ninhada recente, não sei se filha da Rapunzel ou da Minnie, juntamente com uma outra preta e branca - a Sissi. São as mais receosas, ainda não se aproximam muito daquela zona, e se me vêem, escondem-se com medo

 

 

Nota: Os nomes foram colocados por mim, baseado naquilo que eu penso que sejam, machos ou fêmeas, até porque nunca me consigo aproximar muito sem que eles fujam com receio, apesar de todos os dias me verem colocar lá água e ração.

 

 

 

Protectores versus acumuladores de animais

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E se, de repente, eu levasse para casa o Branquinho, o gato do vizinho? E a Kikas, a gata da vizinha? E porque não a Chica, que é de todos e não é de ninguém. Ah, e já agora, a Stephanie, da vizinha dos meus pais.

E, claro, não poderia deixar de fora o Pompom, a Oreo, a Bela, a Rapunzel, o Panterinha, a Charlotte, a Margarida e a Minnie, o D. Juan e os mais recentes residentes da colónia.

De caminho, pegava na gata que vi no outro dia na minha rua e os seus dois filhotes.

E se, entetanto, visse outros gatinhos a precisar de ajuda e abandonados, levava-os para casa também.

Juntava todos eles lá em casa, com as já residentes Becas e Amora.

Neste momento, ficaria com...cerca de 22 gatos, para começar!

 

Podia até ter a melhor das intenções para com os felinos, mas acabaria por os prejudicar mais do que ajudar. Porquê? Porque uma habitação não é local para manter tantos animais fechados. 

Não existiriam condições adequadas de higiene, não poderia dar a atenção devida a cada um deles, não haveria dinheiro para vacinas e esterilizações para todos, bem como para cuidados veterinários,o que implicaria possíveis contágios e, em último caso, morte para um ou mais deles.

Ainda que tivesse um tecto para se abrigar e, possivelmente, alimentação, faltaria tudo o resto.

E eu, deixaria de ser uma protectora, para me tornar uma espécie de acumuladora de animais!

 

 

Acumuladores de animais não são, necessariamente, pessoas más, mas sim doentes. Sofrem de uma condição psiquiátrica clínica denominada Transtorno de Acumulação de Animais.

Por norma, os acumuladores resgatam e acolhem animais, na maioria cães e gatos abandonados, com a intenção de protegê-los e ajudá-los. Por vezes, podem até passar fome para tentar alimentar os bichos. O problema é que não percebem a realidade e não têm limites, assumindo mais resgates do que teriam condições, e são incapazes de perceber que aquela situação é insustentável.

Vivem em constante negação da realidade, e sentem até medo de os doar, ficando com todos para si, por acreditarem que são os únicos que os conseguem salvar e proteger. 

 

 

Como se identifica um possível acumulador?

Pela quantidade de animais ao seu cuidado, em proporção ao espaço existente para os ter. Ou seja, este número de gatos que acima mencionei, na minha casa, que é pequena e ficaria sobrelotada, poderia ser um indicador de acumulação. No entanto, se tivesse esses mesmos animais num espaço muito maior, onde não houvesse sobrelotação, e com mais condições, já não seria o caso. 

 

Nem sempre são pessoas idosas, e nem sempre são pessoas sós, embora esses dois factores possam influenciar, devido à degeneração da mente e ao isolamento social, procurando afeto e ligação nos animais.

 

Acumuladores de animais podem, muitas vezes, tê-los em jaulas, gaiolas ou caixas de transporte, ou acorrentados.

Costumam ter os animais em espaços cujo chão se encontra coberto por urina e fezes, e até corpos de animais mortos já em decomposição.

 

 

O que fazer no caso de suspeita?

Tentar conversar com os acumuladores

Tentar oferecer ajuda, seja para adopção dos animais ou angariação de alimentação e outros bens

Denunciar às autoridades

Contactar associações ou entidades que possam ajudar a lidar com a situação e retirar os animais do perigo

 

 

 

Qual será, afinal, o objectivo das associações?

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Pergunto-me eu, que motivos levarão determinadas pessoas a formar uma associação de protecção animal?

E mais, se estarão cientes do que isso implica? Do tempo que é preciso dispender, das despesas que uma associação acarreta? 

De que aquilo que se propõem fazer é, no fundo, trabalho voluntário em prol do bem estar dos animais, tentar ajudar os que mais precisam, muitas vezes salvando vidas, tentar encontrar famílias que os acolham, seja de forma temporária ou definitiva, lutar contra o abandono, sobrepopulação e maus tratos, dentro das suas possibilidades?

 

Pergunto-me se, quando decidem seguir em frente com esse projecto, sabem que não podem estar, exclusivamente, dependentes da ajuda e boa vontade de terceiros, e que todas as acções que levarem a cabo serão, em última análise, da sua inteira responsabilidade?

 

 

É certo que muitas associações, felizmente, podem contar com diversos apoios, quer de entidades locais, quer de particulares apoiantes da causa, e isso vai ajudando a seguir em frente com a missão.

Mas ninguém obrigou estas pessoas a meterem-se nisso. Ninguém as obrigou a ir para as ruas salvar animais, e gastar rios de dinheiro em clínicas veterinárias! Ninguém se comprometeu com elas, e falhou. 

E, por vezes, pedem-nos responsabilidades e "obrigações" que, sendo um bocadinho de todos nós enquanto membros da comunidade/cidadãos, não nos podem ser incutidas da forma como o querem fazer.

 

É isto que me irrita!

Então eu agora ando a alimentar gatinhos de uma colónia, para além dos gatos da minha rua (e até os que têm dono). Todas as semanas compro comida para lhes dar, porque quero, porque assumi esse compromisso e responsabilidade. 

Se pensar em avançar com a esterilização de algum, sei que tenho que ser eu a desenbolsar esse dinheiro. Mesmo que contacte uma associação, é algo que não lhes posso exigir que paguem por mim. Pelo que só o farei se conseguir pagar. 

E, se por acaso, depois de tudo isto, até aparecerem adoptantes para os bichanos, eu vou mandar-lhes à cara que, em virtude de ter gasto não sei quanto dinheiro em ração e água, em esterilizações e/ou vacinações e outras despesas, o mínimo que podem fazer (assim mesmo, com arrogância) é contribuirem financeiramente para pagar tudo o que gastei com o animal que agora levam, para que eu possa ajudar outros animais?

 

Mas eu fiz isto porque quis, ou à espera de recompensa?

 

Por vezes, as pessoas até podem ter toda a razão do mundo mas, a forma que utilizam para justificar os seus pontos de vista, e a forma como dizem as coisas, fá-las perder essa razão. E a credibilidade. E a ajuda que precisavam. 

 

A questão é: as associações, na sua missão de fazer o melhor pelos animais, sem quaisquer outras ajudas de quem de direito, estão dependentes de si mesmas, e das pessoas que vão contribuindo, quer financeiramente, quer através de bens, acolhimento temporário, voluntariado nas instalações ou em campanhas, etc.

É normal que, quem se dirige a uma destas associações e até decide adoptar um animal, tenha consciência, apoie e comprove o trabalho que as mesmas desenvolvem, e por tudo isso queira contribuir, fazendo-se sócio ou dando outro tipo de ajuda, como atrás referi.

Mas daí a sentir-se na obrigação de, só pelo simples facto de que a associação teve uma imensa despesa em cuidar, tratar e alimentar aquele animal, algo que fez por sua livre vontade, isso não!

O facto de se adoptar um animal já significa que, tudo o que a associação gastava com ele, poderá ir para outro que precise. Já deveria ser gratificação suficiente. Mas, ainda assim, poderiam sempre sugerir o eventual apoio, pedir sem exigir.

Só lhes fica mal.

Os Tarecos das Alcarias

Foto de Tarecos Das Alcarias.

 

Quem são os Tarecos das Alcarias?

 

Alcarias é uma aldeia, pertencente ao concelho de Ourique, distrito de Beja que conta, actualmente, com cerca de 20 habitantes humanos, e muitos habitantes felinos.

 

"Numa comunidade em que nem conseguimos saber ao certo quantos somos, todos os dias aparecem novos gatinhos, somos para cima de cinquenta. Os nossos amigos humanos não conseguem alimentar-nos, e estamos morrendo um pouco todos os dias, estamos desesperados sem uma solução para este problema. Necessitamos de comida, de ajuda e de alguém que possa adotar alguns de nós!"


Nélia, que sempre conviveu desde criança com várias espécies de animais, influenciada pela sua filha Daniela, que é também apaixonada por animais, decidiu pôr mãos à obra, e responder ao apelo dos bichanos deixados na aldeia.

 

Assim, Nélia ficou responsável pela página do facebook, divulgação e fotografia.

Daniela, pelo tratamento dos gatinhos, fazendo de enfermeira.

 

Juntas, com algumas pessoas que se ofereceram para família de acolhimento temporário, e outras que estão no local e vão alimentando os felinos, conseguiram ainda, há cerca de um ano, esterilizar/castrar um total de 14 gatos / gatas, número insuficiente para a quantidade de animais existentes nas várias colónias. Foram entregues para adoção cerca de quarenta tarequinhos.

 

Mas a missão continua:


"Neste momento, debatemo-nos com as várias ninhadas de gatas que não foram esterilizadas, para as quais fica difícil arranjar adotantes."

 

A cada dia, surgem novos gatinhos, outros ficam doentes, outros precisam de alimento, e continua a ser necessário controlar a colónia.

O longe faz-se perto, indo mãe e filha à aldeia sempre que podem. E a união faz a força, mostrando que bastou duas pessoas quererem, para outras se lhes juntarem, e tornar real a ajuda aos tarecos.

No entanto, é preciso muito mais, e é por isso que o Clube de Gatos do Sapo se uniu a esta causa!

 

A nossa "Viagem ao Mundo dos Gatos"

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Já passou por Loures, Lisboa, Mafra e Coimbra.

Poderá ainda vir a passar por Santarém, Moita e Arruda dos Vinhos.

 

Já conseguiu doar às associações:

 

Projecto Amor Animal

Tico & Teco

Adoromimos

Agir Pelos Animais

 

O valor global de cerca de €. 380 euros.

 

Já foram vendidos 50 livros e vários marcadores, e a "Viagem ao Mundo dos Gatos" anda por aí nas mãos de todos aqueles que ajudaram a causa animal!

 

Vamos continuar com a nossa missão, ajudando novos projectos e associações, até onde pudermos ir!