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Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

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Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

O gato Artur e a dona Anabela

Deixo-vos mais um conto infantil do site LeiaLenda.com (que está em português do Brasil), este tem como como protogonista uma dona com o nome de Anabela e um gato preto (o Artur). O gato preto bem podia ser o Rafael e a atitude da dona, seria a que eu gostaria de ter em situação semelhante, daí me ter emocionado. 

«Era uma vez um gatinho chamado Artur. Ele era preto e vivia com sua dona, Anabela, num apartamento no sexto andar. Ele adorava ficar sentado numa mantinha macia no parapeito da janela, de onde observava todo o movimento da cidade.

Artur gostava muito de morar ali. As luzes dos carros, os outdoors brilhando, os cheiros curiosos da rua — isso era o que mais fascinava Artur. Às vezes, Anabela o levava ao parque perto de casa, bem no coração da cidade, de onde ele podia ver a cidade inteirinha.

Era bem cedinho quando Anabela saiu para trabalhar. Artur não se importava de ficar sozinho. Ele podia observar a cidade ou brincar com seu novelo de lã.

“Tchau, Artur, e se comporta!”, disse Anabela, enquanto saía de casa.

Artur miou baixinho e pulou no parapeito, observando sua dona na rua. Ela correu para apanhar o autocarro, mas o lenço vermelho que usava voou com o vento. Artur viu o lenço cair e, logo em seguida, ser pego por uma gatinha ruivinha.

“Ah, não! Esse é o lenço da minha dona!”, pensou Artur, preocupado.

Sem hesitar, passou pela janela entreaberta e se equilibrou no parapeito do lado de fora. Com seus olhos de gato, mirou a gatinha ruiva que estava admirando o lenço. De repente, ela o pegou na boca e saiu atravessando a rua.

“Ei, espera aí!”, gritou Artur, escorregando pela calha. Ele estava com medo, nunca tinha saído sozinho. Mas se outro gato conseguia, ele também conseguiria. Afinal, era um gato corajoso.

Caiu de quatro patas na calçada.

“Sai daqui, gatinho!”, gritavam algumas pessoas, enquanto Artur se enroscava nos pés delas, tentando seguir o cheiro da gata. Ele não sabia que as pessoas podiam ser tão hostis. Quando estava com Anabela, todos o acariciavam com carinho. A cidade parecia muito mais agitada e assustadora vista de baixo do que lá de cima, no conforto do lar.

Seguiu a gata ruiva até uma ruazinha estranha. Havia lixo por toda parte e um cheiro esquisito no ar. O perfume da echarpe e o cheiro da gata o levaram até ali. Com cuidado, Artur se esgueirou, procurando por ela.

“Peguei você! Me devolve essa echarpe!”, gritou Artur ao ver as costas da gatinha. Mas então percebeu que ela estava cobrindo seus filhotes, aconchegados numa caixa de papelão.

“Desculpa… encontrei esse lenço no chão. Só queria esquentar meus gatinhos. Eles estão com frio”, disse a gatinha tristemente.

Artur ficou pensativo. Percebeu que não deveria ter julgado tão rápido. Não sabia o que ela estava passando. E agora não conseguia tirar o lenço dela. Os gatinhos bebés,  tremiam de frio e pareciam não ter o que comer.

“Eu sou o Artur. Que tal se eu ajudasse vocês?”, perguntou.

A gatinha contou que nunca teve nome nem dono. Sempre cuidou dos seus filhotes sozinha.

“Minha dona pode ajudar. Ela dá comida, carinho… talvez até encontre um lar para vocês”, disse Artur com esperança.

A gatinha hesitou. Não confiava nos humanos porque eles sempre a enxotavam. Mas Artur insistiu, e ela resolveu dar uma chance.

Os dois gatos partiram juntos com os filhotes, tomando cuidado no caminho de volta.

As pessoas nem sempre gostavam de gatos de rua. A gatinha preferiu esperar na entrada do prédio, para não arriscar subir com os pequenos.

Quando Anabela voltou para casa e viu Artur com os gatinhos na porta, ficou surpresa.

“Artur, você arranjou novos amiguinhos?”, disse, abaixando-se.

Ela logo entendeu a situação. Levou todos para dentro, deu comida e água, lavou os pequenos e, no dia seguinte, levou-os ao veterinário.

“Vamos encontrar um lar para eles!”, prometeu a Artur.

Os filhotes ficaram sob os cuidados da veterinária até se recuperarem. Anabela não os levou de volta para o apartamento, mas manteve sua promessa. Encontrou um lar para eles na quintinha da sua irmã, que adorava animais. Artur acompanhou tudo. Um dia, os dois foram levar os novos amiguinhos até lá.

A mamãe gata, agora com o nome de Bela, e seus dois filhotes, Lia e Tom, ganharam um novo começo. Bela voltou a confiar nas pessoas, e Artur ficou orgulhoso de ter feito parte daquela história.

Afinal, se o lenço de Anabela não tivesse voado naquele dia, Artur não teria conhecido a família de gatinhos e eles não teriam achado um lar tão maravilhoso como o que têm agora.»

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LeiaLenda.com

A experiência de conhecer uma associação de gatos

Quis o destino, que um dia, tivesse de ir deixar dois gatinhos bebés numa associação de gatos.

Fiquei maravilhada. Estava tudo muito bem organizado, havia espaço interior e principalmente exterior, a se perder de vista.

Só os gatinhos bebés estavam numa jaula até fazer a quarentena, mas era uma sala fresquinha e as jaulas, nem eram bem jaulas, pois eram muito espaçosas, e, lá dentro havia arranhadores e os pequenos andavam lá felizes da vida a brincar!

Depois havia infantários, com pequenotes muito reguilas e brincalhões. Havia uma sala que chamei de casa da árvore, pois tinha uma árvore dentro onde eles alegremente trepavam. No exterior havia gatos por todo o lado, uns à sombra outros a preguiçar e a aproveitar o sol. Um paraíso! Todos lindos, bem alimentados, bem tratados.

Tinham ração à discrição, água, brinquedos, conforto. Percebi que todos tinham um nome. Havia um que se chamava Trump. Quando estava a conversar com a responsável da associação, veio um pretinho lindo e peludo pedir-lhe colo, momento lindo.

Ali, repito,  eles são bem cuidados, muito amados, e  felizes!

Claro que também percebi que faltam apoios, ajudas e que nem sempre é fácil. O estado devia de ajudar mais, aliás estas pessoas, que lutam para que este local seja assim um paraíso, são verdadeiros heróis! Quem puder ajudar, peço que ajudem, pois os gatinhos precisam!

Adorei conhecer a Associação Tico & Teco no Cartaxo!

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Os gatos da minha rua

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Estes três já cá andam há uns anitos.

O Panda, a quem os miúdos que por aqui passam chamam de Hitler, é o que agora me espera á porta. Não deixa que lhe façam festinhas, treme de medo.

O Caramelo e o Ceguinho vão mais ao prédio seguinte.

O Ceguinho tem um olho que parece de vidro. Não faço ideia como se magoou. Mas é o  mais meigo deste trio.

O Caramelo fica dias sem aparecer. um dia destes apareceu todo sujo de óleo de carro.

Por vezes, aparecem cheios de maleitas. Sempre que  possível, de alguma forma, tenta-se ajudar...

Animalife e Missão Continente em parceria pela causa animal

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Devido à pandemia que estamos a atravessar, as associações de proteção animal, viram canceladas a habituais formas de angariação de alimentos à porta dos supermercados,  para os patudos que vivem à guarda de associações, como também animais errantes (colónias )  e até  a animais pertencentes a famílias em situação de carência económica.

Em alternativa, existe no continente esta possibilidade de se angariar os alimentos através de vales de banco solidário animal, para que assim se possa contribuir para que não haja abandono, e sobrepopulação de gatos e cães quer nas ruas quer nos abrigos.

Assim a Missão Continente e a Animalife  em parceria, juntam-se à causa com a máxima: “Não deixe para amanhã a ajuda que pode dar hoje”!

A campanha disponibiliza quatro vales solidários, do género da imagem a baixo, com valores a partir de 0,69€, repartidos entre alimentação seca e húmida para cão e gato. A iniciativa decorre até dia 22.

Desde já obrigada pela colaboração, compreensão e partilha!

É um amor para a vida toda

«Começar a gostar de gatos é como entrar para a máfia. Uma vez dentro não há como sair. »

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È mesmo verdade. Eu antes de ter os meus dois felinos, não tinha consciência de tanta coisa relacionada com os gatos.

 

  • Desde que tenho os meus, estou mais sensível aos gatinhos de rua;
  • Desde que tenho gatos, ando com uma caixinha de ração na mala, e dou sempre que encontro um gato na rua;
  • Alimento e dou atenção aos gatinhos da minha rua;
  • Escrevo para este clube;
  • Escrevo para uma revista sobre gatos;
  • Ajudo, no que posso, associações;
  • Partilho pedidos de ajuda;
  • Tenho um blogue dedicado só aos meus felinos;
  • Tento proteger os gatinhos, das pessoas que lhes querem mal;
  • Não tinha noção da importância da esterilização e da adoção;
  • Já arranjei, com a ajuda do meu filho, uma dona para um gatinho que apareceu na minha garagem.

 

E podia acrescentar mais algumas coisas. Tenho ou não tenho razão!? Quem mais faz parte desta máfia?