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Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

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Alguns alimentos que não se deve dar aos gatos

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Segundo a MagazineAnimal, há alimentos que não devemos dar, nem permitir que acidentalmente, os nossos gatinhos comam, deixo alguns exemplos.

Cebolas - porque podem destruir os glóbulos vermelhos e resultar em anemia. Cebolas são tóxicas para os gatos!

Alhos - Embora menos tóxico que a cebola, os alhos também podem danificar os glóbulos vermelhos.

Chocolate - Contém uma substância chamada teobromina, que pode causar ataque cardíaco aos gatos. Chocolate pode ser fatal para gatos!

Peixe cru - contém a enzima tiaminase, que destrói a tiamina do corpo, que pode causar convulsões e até mesmo a morte.

Passas - Podem causar insuficiência renal aguda.

Ovos crus - contém baterias nocivas que causam salmonela.

Atum - Em grandes quantidades, pode causar envenenamento por mercúrio

Comida para cães - se for usada repetidamente pode levar à desnutrição e doenças que afetam o coração do gato.

Bebidas alcoólicas - Provocam intoxicação , coma e morte.

Comida açucarada - Pode causar problemas dentários, obesidade e possivelmente diabetes.

O Bucha e o Estica

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O Riscas, come menos que o Rafael, mas está mais gordinho.

Ou é porque é mais velho, e tal como nós humanos, a idade vai trazendo umas gordorinhas, e a vontade para o desporto já não é a mesma; ou é porque o Rafael, apesar de comer imenso, faz imenso desporto e é um gato jovem. 

Se o Riscas precisar de fazer dieta, vai ser complicado, porque estes dois comem ambos a mesma ração e o Rafael ainda come patê. 

Que acompanhamento é feito aos gatos das colónias por parte das associações?

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A propósito de uma publicação anterior, da petição para permitir alimentar os animais de rua, surgiu um comentário, que defendia um projeto que visasse, não só a alimentação, como também a desparasitação, vacinação, e controlo da reprodução.

De certa forma, concordo. 

Existe a preocupação prioritária com o controlo da reprodução e superpopulação de gatos mas, depois, tudo o resto é, de certa forma, ignorado.

A ideia que fica é que os gatos podem andar pelas ruas doentes, com forme, cheios de parasitas que lhes fazem mal, mas desde que não procriem, já está tudo bem.

 

 

Neste momento, existem duas situações distintas:

- gatos de rua que pertencem ou são agrupados em colónias, em que eventualmente existe intervenção das associações no âmbito do projecto CED (captura/ esterilização/ devolução), e em que existem, muitas vezes, os chamados "cuidadores"

- gatos de rua solitários, que não se inserem em colónias, e que são, eventualmente, alimentados e/ou cuidados pelos moradores ou outros particulares 

 

 

No caso dos gatos das colónias que foram objecto da intervenção do projecto CED, que acompanhamento é feito, posteriormente, a estes gatos, por parte das associações/ entidades competentes?

Deixo aqui várias questões, que ficam a aguardar resposta, de quem saiba ou esteja em condições de esclarecer:

 

Geral/ Alimentação

- As associações que intervêm nas colónias com o CED, após o procedimento habitual, deixam de acompanhar as colónias, ficando os animais entregues a si mesmos?

- Depois de uma colónia ser sinalizada e intervencionada, as associações ficam encarregadas da alimentação destes animais? Ou contam com o apoio dos cuidadores para essa função? E as que não têm cuidadores?

 

Saúde

- É normal as associações fazerem visitas regulares às colónias, para observar o estado geral dos gatos e detectar possíveis problemas de saúde?

- Podem as associações, em caso de problemas de saúde, levá-los ao veterinário e tratar o problema em causa? É um procedimento habitual? Ou não existe verba para tal?

- Relativamente à vacinação, não faria sentido apostar na mesma, no âmbito do projecto CED, já que iria prevenir eventuais doenças que podem acometer estes animais de rua, mais expostos a vírus, bactérias e afins?

- Uma vez que a vacinação é feita por fases, seria uma opção viável e fácil de concretizar, ou uma tarefa difícil, sobretudo naqueles animais mais silvestres, que não se deixam apanhar, implicando capturas constantes dos gatos, sempre que fosse necessário vacinar? Como controlariam as associações as várias colónias, e respectivos gatos, quanto à vacinação, datas da mesma, reforços?

- Mais complicado ainda, penso eu, será a desparasitação (interna e externa). Como seria possível às associações/ cuidadores, sobretudo nos casos de gatos silvestres, fazer e controlar a desparasitação regularmente?

 

 

E os gatos que andam por aí solitários, e que só contam com a boa vontade de quem os queira ajudar?

Que apoios existem para eles, e para essas pessoas que os queiram ajudar?

Que quantidade de ração comem os vossos gatos por dia?

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Já alguma vez se deram ao trabalho de controlar a quantidade de ração que os vossos gatos comem?

Que quantidade comem por dia?

Quantos dias/ meses dura, por norma a ração?

 

 

Por aqui, desde que somos "obrigados" a encomendar a ração (deixaram de ter disponível na loja), que há a necessidade de prever quando é que a saca está a acabar, para encomendar e ter outra a tempo, em casa.

Além desta questão, ainda estamos a tentar que a Becas não abuse da comida, por estar com algum peso a mais. Por isso, a ração só é colocada de manhã, e ao final do dia, se tiverem muito pouco ou nada nos comedouros.

Já li que este não é um bom método, uma vez que é preferível eles comerem várias vezes por dia, em pequenas quantidades. Mas seria mais difícil de gerir, e não estamos em casa o dia todo, para o fazer. Ainda assim, sei que não comem tudo de uma vez, vão petiscando ao longo do dia, mas mais quando estamos em casa, até porque querem companhia para comer!

 

 

 

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Assim, feitas as contas, e não tem falhado muito, uma embalagem de 1,5kg dá para 12 dias. Se for de 3kg, para 24 dias.

Isto dá cerca de 125 gramas por dia que, divididas por duas gatas, dá 62,50 gramas de ração por dia, para cada uma. Aqui, não é algo certo, uma vez que nos parece que a Becas talvez coma mais do que a Amora.

 

 

 

E a pergunta que se segue é: estão a comer a quantidade recomendável?

 

Ao pesquisar, as opiniões dividem-se, porque depende muito do tipo e qualidade de ração.

Na embalagem da ração que usamos, são estas as doses recomendadas e, como tal, ambas estão, mesmo assim, a comer mais que o recomendado:

 

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Num outro site, vi que, por norma, um gato adulto ativo e saudável geralmente consome de 15 a 20 gramas de alimento, por cada quilo de seu peso corporal. E, por aqui, está mais ou menos dentro dos parâmetros.

 

Já vendo nesta tabela, que não é universal, também não foge muito aos valores recomendados, já que a Becas está com mais de 5kg, e a Amora, pelos 4kg.

  • Se pesa 2kg: 25-40 gramas de ração
  • Se pesa 3kg: 35-50 gramas de ração
  • Se pesa 5kg: 40-60 gramas de ração
  • Se pesa 6kg: 55-85 gramas de ração
  • Se pesa 7kg: 60-90 gramas de ração
  • Se pesa 8kg: 70-100 gramas de ração
  • Se pesa 9kg: 75-110 gramas de ração
  • Se pesa 10kg: 80-120 gramas de ração

 

Claro que, para ter uma noção mais correcta, o ideal é falar com o médico veterinário, que analisará as características particulares do gato em questão, e as suas necessidades.

 

 

 

Nota: no nosso caso, falo exclusivamente de ração seca, já que é a única que comem.

Alimentação caseira

No outro dia vi um pedaço de um programa em que a autora cozinhava uma vez por semana, para os seus cães e afirmava que era para além de mais económico, era também nutricionalmente mais salutar para os animais.

Deu alguns exemplos de refeições para cães que envolviam legumes e proteína. Adiantou ainda que o mesmo se poderia fazer para os animais.

 

E tenho andado a pensar nisso. A verdade é que a comida de ração não me convence. E gostaria de começar a pensar nisso e experimentar.

 

Alguma de vocês já experimentou? Que acham?

Os Tarecos das Alcarias

Foto de Tarecos Das Alcarias.

 

Quem são os Tarecos das Alcarias?

 

Alcarias é uma aldeia, pertencente ao concelho de Ourique, distrito de Beja que conta, actualmente, com cerca de 20 habitantes humanos, e muitos habitantes felinos.

 

"Numa comunidade em que nem conseguimos saber ao certo quantos somos, todos os dias aparecem novos gatinhos, somos para cima de cinquenta. Os nossos amigos humanos não conseguem alimentar-nos, e estamos morrendo um pouco todos os dias, estamos desesperados sem uma solução para este problema. Necessitamos de comida, de ajuda e de alguém que possa adotar alguns de nós!"


Nélia, que sempre conviveu desde criança com várias espécies de animais, influenciada pela sua filha Daniela, que é também apaixonada por animais, decidiu pôr mãos à obra, e responder ao apelo dos bichanos deixados na aldeia.

 

Assim, Nélia ficou responsável pela página do facebook, divulgação e fotografia.

Daniela, pelo tratamento dos gatinhos, fazendo de enfermeira.

 

Juntas, com algumas pessoas que se ofereceram para família de acolhimento temporário, e outras que estão no local e vão alimentando os felinos, conseguiram ainda, há cerca de um ano, esterilizar/castrar um total de 14 gatos / gatas, número insuficiente para a quantidade de animais existentes nas várias colónias. Foram entregues para adoção cerca de quarenta tarequinhos.

 

Mas a missão continua:


"Neste momento, debatemo-nos com as várias ninhadas de gatas que não foram esterilizadas, para as quais fica difícil arranjar adotantes."

 

A cada dia, surgem novos gatinhos, outros ficam doentes, outros precisam de alimento, e continua a ser necessário controlar a colónia.

O longe faz-se perto, indo mãe e filha à aldeia sempre que podem. E a união faz a força, mostrando que bastou duas pessoas quererem, para outras se lhes juntarem, e tornar real a ajuda aos tarecos.

No entanto, é preciso muito mais, e é por isso que o Clube de Gatos do Sapo se uniu a esta causa!