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Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

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A Panterinha faz-me lembrar alguém

Antes não sabia se era macho ou fêmea, agora já sei, é uma menina, a Panterinha.

Já a conheço desde bebé, desde que a vi nas traseiras do meu prédio, nuns arbustos, a que chamei de esconderijo, a mamar na sua mamã, pequenina e indefesa.

Não lhe conheci mais irmãos. Comecei a dar-lhe comida, e a bichana, agradecida, procurava-me, mas sempre com medo. 

Passados 4 meses já saí do esconderijo e vem até à minha porta. 

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Aqui, ela depois de me ter visto na viatura...

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Tal como fazia o Alone (gato que desapareceu cá da rua).

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Panterinha a espreitar por esta brecha da porta!

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Tal como fazia o saudoso Alone.

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Por vezes vem com o seu grupo...

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Tal como fazia o Alone.

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Tenho muita pena que não haja alguém que se encante por esta "menina" e a leve para casa, enquanto ela é jovem, porque depois será mais difícil.

É uma bichana adorável!

Homenagem a um gato de rua, muito especial

Em finais de abril, o gato da minha rua, de nome Alone, desapareceu. Durante algum tempo, julguei que era mais um dos seus habituais desaparecimentos, e que voltaria, como sempre aconteceu. Entretanto cerca de dois meses e tal depois, essa esperança, de que ele volte, já não a tenho!

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Questiono-me tantas vezes o que lhe terá acontecido. Pode ter sido atropelado, pode ter sido envenenado, pode ter sido caçado! Não sei! Não sei que fim ele teve. Mas concluo que ele já não esteja entre os vivos, a não ser que alguém se tenha encantado por ele, e o tenha levado para casa...

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Foi o gato de rua mais especial que conheci, fazia parte dos três mosgateiros.

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O Alone quando eu chegava à rua, ia-me me esperar ao carro. Conhecia bem a minha viatura.

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Dava-me turrinhas, pedia comida e pedia festinhas. Chegou a entrar no meu prédio, julgo que queria ir comigo para casa.

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Não sei se ele depois de tantos anos na rua, seria feliz dentro de um apartamento, mas também nunca o pude levar. Não tinha espaço, nem condições para sustentar mais um gato.

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Ele foi terapia para mim durante tempos difíceis. A sua dedicação e ternura por mim, fazia-me sentir útil, importante!

 

Nunca mais, um outro gato me voltará a ir esperar à porta do prédio com aquele miar doce, nem voltará a ir esperar ao estacionamento.

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Não lhe cheguei a agradecer tudo o que ele fez por mim, porque ele fez por mim, mais do que eu fiz por ele. Tenho muitas saudades dele! Acompanhei-o durante quase três anos, não o irei esquecer!

Quando os gatos desaparecem

Já passou uma semana desde que dois gatos, desapareceram. Não são meus, mas tenho muita afeição por eles. Um é o Alone, que é da minha rua, e o outro é o Jorge, irmão do meu Rafael, que vive numa casinha de campo, com horta, espaço e muro. O Alone já desapareceu outras vezes, mas não nesta altura do ano, já cá está na rua há cerca de três anos e o Jorge tem dois anos tal como o meu Rafael! Eles não se conhecem pois vivem a cerca de 3km um do outro, mas por coincidência desapareceram na mesma altura.

 

O Jorge não era de saltar o muro, pois sendo um gato pachorrento, passava os dias dentro das imediações da casinha. Mas tinha liberdade para saltar o muro, se quisesse. em dois anos raramente o fez.

 

O Alone, bem o Alone, já era um pouco meu. Sempre à minha porta, fazia uma festa quando me via, dava-me turrinhas, conhecia a o meu carro, um doce, muito grato. Deu-me tanto...E agora parece ter desaparecido. Já andei aqui nas imediações, campo, valetas, arvoredos a procurá-lo e nada! É triste! Que lhe terá acontecido? Terá sido atropelado?

 

Disseram-me para não me afeiçoar, para alimentar, mas para não criar laços, porque depois sou fraca, e fico logo triste. Mas quem é que consegue, não se afeiçoar!?  Há sempre aqueles que nos tocam mais. e o Alone, estava com ele todos os dias e mais que uma vez.

 

Julgo que não estamos na fase do acasalamento dos gatos, mas a minha esperança, é que tenham ido namorar  e que ainda voltem!

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Estudando o comportamento dos gatos

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Como já referi num post anterior, há um novo gato aqui na rua. Acontece que este, tal como o Oreo ribatejano e o Alone, vêm para a minha porta, e isso faz com que fique mais atenta (os outros que existem por cá, não se concentram no meu prédio, mas andam por toda a rua).  Na hora de dar comer, o novo gato, o Panda, dá patadas aos outros e quer a comida só para ele, e os outros nem devolvem as patadas, simplesmente acomodam-se!

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Comparadando esta situação no mundo dos humanos, quando chega um novo elemento a um grupo, é ele que tem de ter a humildade de se adaptar, mas com estes felinos, este chegou, viveu e venceu!

 

De novo a vista da minha janela cá para baixo onde andam os três por ali à espera que lhes vá dar comida, reparem quem olha para mim, assim que olho pela janela!? O Alone!

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Espero que se comecem a dar bem, como no tempo do Naná! Eram os três unidos e companheiros!

Um novo mosgateiro

Eram 3 mosgateiros, como costumo chamar aos gatinhos da minha rua, que estavam sempre à porta do meu prédio. Entretanto um deles teve a sorte de ser adotado e ficaram dois. Mas agora há um novo a quem dei o nome de Panda. Voltam a ser três: Alone, Oreo ribatejano e o Panda!

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O Panda ainda não dá muita confiança. Mas já aparecem os três juntos à minha porta.

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O Oreo tem uma carraça cravada na cabeça, vim a casa buscar uma compressa embebida em azeite para a retirar, mas ele não deixou...

Dois já voltaram

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Não sei se o regresso é definitivo, uma vez que janeiro ainda não acabou, e pelos meus registos, o ano passado, só regressaram no inicio de fevereiro, mas o Oreo Ribatejano e o Alone estão de volta. Enquanto o primeiro está imensamente gordinho, o Alone emagreceu...

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Os gatos e o mês de janeiro

Já o ano passado foi a mesma coisa, os gatos do meu bairro, desaparecem em  janeiro. Cheguei a pensar que o Alone, tinha desaparecido para sempre, embora, sempre me lembro de ouvir as pessoas mais antigas dizerem, que janeiro é o mês dos gatos andarem atrás das gatas, e por isso desaparecem na sua zona e andam por aí desnorteados.

 

Este ano voltou a acontecer, não sei deles.  Entretanto um dia destes, vinha de carro e vejo ao pé de um supermercado, um gato, disse pro meu filho: "Olha só quem está ali, é o Alone". Ao que ele respondeu. "Aqui!? Não é ele"!

 

Só que, ele - o gato, também me reconheceu,  a mim ou à viatura, então atravessou a estrada e veio ter comigo ao estacionamento e fez-me uma festa. Miava imenso, fome talvez! De seguida, já estava acompanhado, por uma gata, talvez, não pedi identificação.

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Ontem,    tive de voltar aquele supermercado, e lá andava ele, com outros gatos, certamente gatas, e até já lhes tinham dado comida. Pedi-lhe para voltar para o território dele.

 

Sim, eu eu falo com ele e sei que ele me entende.

Milagres acontecem

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À minha porta estava como habitual, o Alone, que não veio sozinho...pois o Naná (desaparecido há mais de uma semana) estava com ele. Está debilitado, magrinho, doente, mas sobreviveu. Já nem eu nem as minhas vizinhas acreditávamos que estivesse vivo, pois não o encontrávamos por cá há tantos dias, e diziam que eles escolhiam ir para longe, quando sabiam que iam morrer.  Como terá ele sobrevivido sem nós para o alimentarmos e ele sem forças para  caçar!? Não sei! Mas está de volta! Que bom! Fiz-lhe tantas festinhas. Fiquei tão feliz como uma criança que recebe um presente impossível pelo natal! Vamos ajudá-lo a recuperar...