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Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

Clube de Gatos do Sapo

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Dica - Manual Merck para ajudar a perceber melhor as doenças que afectam os nossos gatos

Todos nós que temos, já tivemos ou iremos ter, um animal de estimação, no nosso caso gatos, ao longo da vida destes, somos confrontados com o inevitável surgimento de doenças. Umas numa fase precoce das suas vidas, quando ainda bebés, outras na sua fase geriártrica. Umas mais comuns e de fácil resolução, outras, mais complicadas e que podem mesmo acabar por ser mortais. 

Por muito que tentemos retardar o seu aparecimento, com todos os cuidados que nos estão disponíveis e são-nos possíveis, às vezes, o inevitável acontece. E lá vem a doença xpz... Dos primeiros sintomas, à bateria de análises, exames e depois até ao diagnóstico, as dúvidas, os receios e os medos vão-nos assaltando a mente.

Fala a voz da experiência... que nessas alturas, por norma, quer saber tudo e mais uns trocos, sobre o que está a afectar o bem-estar dos seus miúdos. E que tantas vezes recorre ao google para procurar algo que a informe, esclareça e afaste os seus piores pesadelos. Mas o que encontra é muita informação sintetizada e pouco esclarecedora.

Fala ainda a voz da experiência... que encontrou a versão Merck veterinária. Em inglês. Mas de muito fácil leitura. E que pode ajudar naquela dúvida que nos esquecemos de perguntar ao veterinário, isto a título de exemplo.

Para quem não conhece O Manual Merck (versão humanos) é dos livros mais vendidos no mundo. Já devem tê-lo visto na mesa/estante no gabinete dos vossos médicos assistentes. É aquele livro vermelho e de lombada volumosa. Nele vêm de forma "catalogada" todas as doenças conhecidas.

Já o Manual Merck, versão veterinária, é um referencial dirigido aos cuidados com a saúde animal. Utilizado por veterinários, estudantes ou até mesmo tutores. E ao contrário de muitos sites que pela net aparecem quando navegamos... este é, digamos, mais seguro para procurar e esclarecer as nossas dúvidas.

Podem consultá-lo aqui:  Merck

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Os Gatos Fazem Yoga

Quando digo que os gatos fazem Yoga...

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Estes dois habitam as ruas. Moram neste prédio, debaixo de uma das varandas onde alguém providenciou uns abrigos para eles. Tem comida e mantinhas! Às vezes são três... às vezes são quatro... mas normalmente estão lá estes dois e o amarelinho é o Rei da Caixa da Eleteicidade. Ontem passei lá e estava a bater o sol, com o Rei a desfrutar dele no seu trono! 

Uma das senhoras que mora no prédio tem um cãozinho que costuma brincar com eles e partilham a refeição. 

Um amor que não se explica...

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... simplesmente, sente-se!

 

O amor por um animal, seja ele gato, cão, cavalo, golfinho ou qualquer outro, não se explica...sente-se!
Como explicar o que sentimos quando se aninham a nós, e dormem profundamente, depositando total confiança?
Como explicar o que sentimos quando estão felizes, e pudemos contribuir para um pedacinho dessa felicidade?
Como explicar o que sentimos quando fazem traquinices e nos tiram do sério, mas fazem aquele ar inocente de quem não sabe o que fez, e que nos derrete no mesmo instante?
Como explicar a dor que sentimos quando estão mal? O quanto queremos tirar-lhes o sofrimento e vê-los bem?
Como explicar o que sentimos quando nos afastam deles, quando tentam quebrar laços e relações que nunca o deveriam ser?
Como explicar as saudades que sentimos se passamos mais tempo que o normal longe deles?
Como explicar a paz, a gratidão, a alegria que sentimos quando eles nos mimam, acariciam, mostram o que sentem por nós, sem reservas?
Como explicar que, quando amamos um animal, é quase como se nós próprios nos tornássemos da sua espécie, e despertasse o instinto que nos leva a protegê-los do mundo?
É difícil explicar o amor por um animal, àqueles que nunca experimentaram esse amor, e muito mais difícil ainda fazê-los compreender.
Porque só quem ama os animais sabe, e conhece melhor que ninguém, aquilo que estou aqui a dizer.
E sabem que esse amor dispensa qualquer palavra...

 

 

International Cat Care - um site a ter nos favoritos

 

 

 

Da última vez que fui ao Hospital com o meu Jaqui, trouxe para casa, uma pequena brochura informativa acerca das cat Friendly clinics.

 

Um dos tópicos que me chamou mais à atenção, parte interessada no assunto, foram as dicas para tornar a ida ao veterinário... menos stressantes... para o gato e para nós.

 

De forma sucinta abordava as melhores praticas desde o momento "terrível" para os apanhar e colocar na transportadora, até ao seu regresso a casa e, se for caso disso, a reintrodução com os outros.

 

Na mesma brochura faz referência ao site da ISFM (International Society for Feline Medicine - organização global que se dedica a fornecer informação aos médicos veterinários) o - www.fabcats.org

 

Pensei que devia partilhar pois... queremos o melhor para os nossos gatos e se soubermos de dicas que possam ajudar outros tutores, melhor! 

 

No site, podemos encontrar informações bastante úteis, diria valiosas, acerca dos nossos felinos. As tais dicas que referi anteriormente e não só!

 

Só a título de exemplo podem encontrar:

 

- Uma descrição das várias raças de gatos,

 

- Gatos em colónias - como os ajudar, têm um manual para dowload gratuito,

 

- Um dicionário sobre as principais patologias que afetam os gatos,

 

- Clínicas Cat Friendly... em Portugal, 

 

- Como e qual a melhor forma de administrar a medicação em casa - em vídeos,

 

- Vídeos com as melhores práticas e técnicas de "manipular" os gatos - por exemplo - o que fazer para os convencer melhor a entrarem na transportadora,

 

- E muito mais...

 

Espero que vos possa ajudar!

=^._.^=

 

 

 

 

Dicas de como se dar um remédio ao nosso gato

Quem já não levou uma boa meia dúzia de  bufadelas, arranhões e até mesmo mordidelas... na altura que se tenta enfiar o comprimido pela boca abaixo dos bichanos?

 

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Foto Valery Kudryavtsev 

 

É que isto de dar um comprimido a um gato pode-se tornar numa autentica saga...

Como te compreendo Anabela!

Pois...

Recentemente tive essa experiência. Quando o meu Jaqui esteve com um episódio de cistite aguda. Os primeiros 3 dias, com duas tomas diárias. Duas seringas de manhã e duas à tarde, cada uma com o respectivo anti-inflamatório e analgésico. Mais uma cápsula também essa a ser dada duas vezes ao dia... durante 30 longos e extenuantes dias. E se, quase se vomitava todo com o sabor duma das seringas... nos primeiros dias com a cápsula, a rotina era... a lembrar o "Apanha se puderes"...

... apanhas a drageia que voou da minha boca para o chão e me tentas segurar, num intervalo de... 5 segundos?!

Para nem lembrar que no início eram precisas duas pessoas para o segurar. Mas, a partir do meio do tratamento já conseguia dar-lhe sozinha! Grande vitoria!!!

 

Como o fiz?!

Não vou explicar... deixo-vos o video. Com paciência e amor... qualquer um dos métodos resulta!

Boa sorte!...

(^..^)ノ

 

Os senhorios não podem proibir animais de estimação nas casas arrendadas mas...

Imagem relacionada

 

 

...por vezes, isso só é válido na teoria.

Na prática, nem sempre é cumprido.

 

Há muitas formas de os senhorios contornarem a lei seja, simplesmente, não celebrando o contrato ou, já havendo contrato em vigor, quando puderem, não o renovando.

E há ainda os que, apesar da lei, continuam a colocar essa cláusula de proibição nos contratos. Confiando que os inquilinos, necessitados de um local para viver, aceitarão essa condição sem reclamar, e sem levar o caso a tribunal. 

No caso dos cães, há ainda os que tentam "tapar o sol com a peneira", permitindo a sua presença no exterior, mas proibindo-a no interior da habitação.

 

E, apesar de já haver decisões judiciais condenatórias em alguns dos casos denunciados e levados à justiça, a regra, infelizmente, continua a ser a resignação, a aceitação da proibição, o silêncio e inacção, a procura de alternativas.

Animais de companhia no Divórcio!

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O post de hoje vai dar-vos a conhecer a nova lei para os Animais de Companhia no caso de divórcio!

No Pet Festival, assisti a um Workshop muito interessante dado pela Dra. Sandra Horta e Silva " Animais de Companhia no Divórcio", o novo estatuto jurídico dos animais no Direito da Família.

 

Com a entrada em vigor da nova lei n.º 8/2017 a 1 de Maio de 2017, onde finalmente os animais são definidos como seres vivos dotados de sensibilidade e objecto de protecção jurídica em virtude da sua natureza (Artigo 201.º-B do Código Civil).

 

O que isso implica, no caso de divórcio? Tal, quando há filhos e tem que se definir a custódia parental, quando existem animais, há que regular o destino de animais de companhia.

 

Regras do regime de bens aplicável ao casamento:

comunhão geral, comunhão de adquiridos e separação

 

São exceptuados da comunhão " Os animais de companhia que cada um dos cônjuges tiver ao tempo da celebração do casamento". Independente do Regime de Bens, em caso de divórcio, há sempre que regular o destino dos animais de companhia.

 

Quais os critérios de atribuição da confiança judicial dos animais de companhia.

Artigo 1305.º-A

Propriedade de animais

 

1- Assegurar o seu bem-estar e respeitar as características de cada espécie.

2 - A garantia de acesso a água e alimentação.

3- A garantia de acesso a cuidados médicos-veterinários.

4- Infelizmente o direito de propriedade de um animal não abrange a possibilidade de ,sem motivo legítimo, infligir dor, sofrimento ou quaisquer maus tratos que resultem em sofrimento injustificado, abandono ou morte. ( Situações que muitas vezes acontecem, quando um casal se separa).

5. interesses de cada um dos cônjuges e dos filhos do casal. Um exemplo, real e simples que a Dra. Sandra deu, e é de fácil de compreensão. O Juiz pergunta a cada um dos cônjuges quem quer ficar com o animal? Um diz que quer ficar com ele e outro responde que não se importa de ficar com ele, conseguem perceber a diferença?!

 

A lei ainda tem muita lacunas, mas há vários grupos a trabalhar neste assunto, para proteger melhor os animais!

 

Quem estiver interessado em saber mais sobre este assunto e quiser que lhes envie o Power-Point apresentado no Workshop, que a Dra. Sandra, gentilmente me enviou.  Enviem uma mensagem para a caixa de mensagens do nosso Clube, não se esqueçam de enviar o vosso email.

Espero que este post tenha sido útil e informativo!

 

A caixa transportadora...

... fujam que ela anda à solta...

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Imagem retirada da net e bem ilustrativa do que um gato pode pensar da caixa transportadora!

 

Quem me conhece e segue sabe que tenho quatro gatos. E como qualquer tutor, também eu por diversas vezes já me vi confrontada com o dilema de ter de ir com um deles ao veterinário. Que por si só já é motivo de stress para o gato. Agora se a isso juntarmos a caixa transportadora, à que ele já associou com idas ao vet... Então temos o caldo entornado. Mesmo quando o consultório ou hospital é cat friendly

Bom mesmo, é podermos atempadamente, programar a sua ida. Podermos dispor de tempo e colocar antecipadamente, a caixa transportadora, perto do sítio onde o gato passe mais tempo. Melhor mesmo é tê-la sempre lá. Para quem tem mais que um gato e precisa de ter mais do que uma transportadora, em termos de logística não dá. Têm de estar arrumadas. Só que, acontecem situações que nos fogem ao controle e em que temos de agarrar no gato e levá-lo a uma urgência. Mas, se em vez de um, tiverem de ir dois ou mais ao mesmo tempo?

Stress a duplicar... triplicar... quatriplicar???  

Calma...

O que aprendi, por experiência própria, é que nós, para além da caixa, podemos ser um dos motivos da causa de stress do nosso gato. Seja er de ir um ou mais ao mesmo tempo. Isto serve para todos!

Pois é...

O facto de estarmos alarmados, em stress, com qualquer alteração que o nosso bichano apresente. Sinais como um rosto fechado, poucas palavras, ou, alteração dos nossos movimentos dentro de casa. Falar mais alto e apressadamente. Juntando a isto, ali mesmo à sua frente, aparece a caixa vinda dos confins do inferno...  São indicadores para o gato achar que algo de errado se passa.

Ora pensem lá...

Sendo o gato um animal de rotinas está habituado a que, todo o santo dia, tudo se passe da mesma forma. Tranquilo e sem stresses. Ao ver-se confrontado com uma situação que lhe escapa ao controle, o seu instinto de sobrevivência fala mais alto. Tem medo. Pode sentir que a sua vida está em perigo e se até aqui tínhamos um gatinho mansinho, amante de colo de umas boas festas, num piscar de olhos passamos a ter um tigre da malásia à solta no meio da casa.

Já passei por isto e sei como é.

O que fiz, faço?!

Sabendo, à partida, que estamos a ser observados pelo nosso gato, seja onde for e a que horas forem. Ou não fossemos nós ratos de laboratório e objecto de estudo aprofundado do nosso gato... Toda e qualquer precaução que possamos tomar, para não stressar o nosso patudo e colocá-lo em risco de vida é bem vinda. E começa-se pelo mais difícil... Não stressar. Não entrar em pânico. Respirar fundo, tentar acalmarmos-nos e a quem ao nosso lado está. É, por si só meio caminho andado!

Na hora de o colocar na caixa, pode ajudar:

Anteriormente termos colocado a mantinha preferida dele, com o seu cheirinho. Colocar um pouco de catnip vai desviar a atenção do gato e dar-nos tempo para fechar a porta antes que ele se lembre de iniciar uma fuga desenfreada. A maioria dos gatos adora a erva gateira e os meus não são excepção. Tenho sempre um frasco em casa. Existem ferormonas no mercado que permitem ao gato ter uma sensação de conforto na caixa, mas têm de ser aplicadas uns 30 minutos antes. E se formos, de certa forma, de urgência, não há tempo para esperas. 

Na hora de agarrar-mos no nosso piqueno, fazê-lo como se fossemos fazer-lhe as habituais festinhas, o mimo a que está habituado. E quando o sentirmos mais relaxado... "convida-se-o" a entrar na transportadora. Às vezes... lá tem de ser tracção às 4 patas. Prender as dianteiras e as traseiras e enfiá-los na caixa. Mas sempre com uma atitude confiante e vitoriosa. Apesar dos arranhões garantidos. 😎😋 

Colocar uma manta por cima da transportadora também pode dar-lhes uma sensação de tranquilidade, para além de, se estiver frio e vento os agasalhar.

Há vinda do veterinário, deve-se lavar a transportadora, para uma próxima ida. É que para além da normal libertação de hormonas do medo que ficam "agarradas" às paredes da caixa, dos cheiros do consultório que o gato traga, podem ainda acontecer outro tipos de acidentes. O gatinho com o susto não conseguir controlar-se... e fazer as suas necessidades. Dá sempre jeito  levar sempre mais uma mantinha ou até mesmo as fraldas à venda nas lojas ou hipermercados, próprias para animais. 

Espero que tenha sido útil!

😻

 

 

 

 

 
 

Lisboa, uma Exposição

Foram, e são, muitas as vezes que fui, e vou, a Lisboa, as que fui visitar o Oceanário ( hei-de voltar), nunca visitára o Pavilhão do Conhecimento, tomei a decisão de lá ir no fim de semana passado. 

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Pesquisei no site, vi que está patente ao púbico, até setembro, a exposição Cães e Gatos, encontrei motivos mais que suficientes para lá ir.

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Tcharan, um espaço de animação para crianças, não as tinhamos connosco, descemos no elevador para o espaço da exposição.

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À medida que passavamos pelos espaços temáticos, o interesse em conhecer os nossos animais de estimação, quer fossem os cães, quer fossem os gatos, aumentava.

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Como se pode ler aqui  não faltam actividades que cativam os miúdos e os graúdo ( a nós cativaram):

"Quem é quem"

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o "Verdadeiro e o Falso"

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"Até onde saltaria"

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O quadro dos provérbios 

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 " A Música de Cães e Gatos", na voz de cantores conhecidos e de várias línguas, que passavam num aparelho de rádio, manobravamos o botão e ali ficamos uns quantos minutos a ouvir

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Uma das imagens que me prendeu a atenção, foi a dos gatos de rua. Porque algo me distraiu, tirei a fotografia, não li o texto, mas vendo a imagem, presume-se que a quantidade de gatos de rua aumenta substancialmente à medida que a idade aumenta, também.

Uma triste realidade.

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O tempo que lá permanecemos não foi demais, já passava da hora do almoço, a fome apertava, tinhamos de nos preparar para regressar a casa, saímos do Exposição com a agradável sensação de que  valeu a pena a visita.

No fim de semana de 1 a 3 de Fevereiro, o Clube de Gatos do Sapo vai estar presente no evento dedicado aos animais de estimação, o PET FESTIVAL, na FIL, e que a Marta divulgou neste post

Quem é de Lisboa ou vai estar por lá nesse fim de semana, se puder, não perca a oportunidade de ver a exposição mesmo ao lado do espaço FIL.

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Quando saímos do espaço, comentamos que esta exposição deveria ser itinerante, não se limitar à capital.

Há muitos e bons espaços nas diversas cidades do país com capacidade para uma exposição desta natureza que proporcionassem aos seus cidadãos outros conhecimentos e actividades de lazer.