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Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

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Uma linda tripé pretinha

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Esta pretinha  veio de uma ninhada de três, as irmãs também são pretinhas, mas só esta nasceu tripé. Estavam numa associação para adoção.

Se pudesse ter mais algum gato em casa, escolhia esta! Fiquei preocupada a achar que ninguém a iria querer por ser especial, por isso quando vi na página que alguém a tinha escolhido, não pude deixar de ficar emocionada e feliz!

Espero que seja muito feliz e amada!

Existe "solidariedade comportamental" no mundo felino?

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Ainda a propósito do post de ontem, e porque hoje já ambas voltaram ao estado normal e a comer a ração como habitualmente, só me ocorreu uma teoria: a de que existe uma certa solidariedade comportamental entre os gatos.

Pelo menos, entre os que são criados juntos.

 

Tendo a Becas vomitado de manhã, depois de comer a ração nova, a Amora terá associado que comer aquela ração lhe faria mal, tal como à irmã. E, por isso, recusou-se a comer.

E só à noite, quando viu a Becas a comer, sem qualquer efeito negativo, é que a Amora decidiu petiscar, à cautela.

 

Hoje, já comeram as duas normalmente, a ração de sempre.

A Belinha já regressou à colónia

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A Bela foi uma das gatas da colónia de Santo André, capturadas pela associação, no âmbito do programa CED.

O processo teve início no dia 14 de junho.

Desde então, a associação apenas me enviou um email, na manhã seguinte, a informar quantos gatos tinham capturado, e a fazer mais algumas questões e recomendações.

 

 

Não sei se todas têm por hábito proceder desta forma, mas estranhei porque, apesar de dois emails e uma mensagem enviados para a responsável da associação, que esteve presente no processo, a solicitar informação sobre os bichanos, se tinha corrido tudo bem, e como estavam, não obtive, até hoje, qualquer resposta.

No sábado passado liguei, mas ninguém atendeu.

 

 

Como é óbvio, estava preocupada com os felinos, até porque os únicos que via por lá, eram dois que não tinham chegado a ser capturados naquele dia. Dos restantes, nem sinal.

E, segundo me tinham informado, o recobro não seria mais do que 72 horas.

No facebook da associação onde, volta e meia, colocam vídeos de outras colónias, com o processo de devolução, destes, nem sinal.

Não fazia a mínima ideia do que se estaria a passar com eles até que, hoje, me deparo com a Belinha!

 

 

 

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Ao que parece, já regressou à colónia e, por isso, depreendo que os outros também já lá estejam, embora ainda não os tenha visto.

Se repararem, já se nota na sua orelhita o corte, a sinalizar que está esterilizada.

Só lamento que as associações peçam a colaboração dos cuidadores, na hora de dar início ao processo, mas depois falhem na comunicação com os mesmos, até ao término.

Como incutimos determinados comportamentos aos nossos gatos

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Tal como as crianças, também os animais vão estudando os seus donos, e testando os seus limites.

E nós, enquanto donos, tal como fazemos com os nossos filhos, acabamos por, muitas vezes, incutir determinados comportamentos aos nossos gatos, que não serão os mais desejáveis.

 

 

Lá em casa, somos um bom exemplo disso.

As nossas bichanas acordam cedo e estão habituadas a que um de nós se levante também, para colocar comida, água, abrir as persianas e limpar as caixas de areia, ou simplesmente porque acham que está na hora de também nos levantarmos.

Nós, claro, ainda mais ao fim de semana, estamos com aquela preguiça de levantar de madrugada, e vamo-nos deixando ficar.

A Becas, não vê isso com bons olhos, e faz de tudo para nos chamar a atenção: arranha a cadeira, tenta abrir o roupeiro, sobe para a mesa de cabeceira, tenta fechar a porta do quarto, e por aí fora. Nada resulta até que...morde a Amora!

E nós, para evitar que se magoem, levantamo-nos de imediato!

Ou seja, a Becas associou que, sempre que quiser chamar a atenção ou fazer-nos levantar, a solução é morder a Amora.

 

 

Outro exemplo, é o dos petiscos.

Um dia, estamos a comer fiambre e, porque não, dar um pedacinho a cada uma? Não será isso que lhes fará mal. 

Dali a uns dias, novamente. 

Quando demos por isso, já as duas sabiam exactamente a hora a que nós iríamos mexer em fiambre, e plantavam-se aos nossos pés, à espera.

 

 

Em ambos os casos, fomos nós, através dos nossos actos, os responsáveis por esses comportamentos, e cabe-nos a nós reverter a situação.

 

E por aí, já alguma vez, uma atitude vossa, levou a determinado comportamento dos vossos bichanos, que não seja aconselhável?

 

Amar não é aprisionar, mas sim dar liberdade

Ontem estava a passar pelo facebook, numa página de gatos, que já não me recordo do nome, (com muita pena minha, pois ia ajudar-me neste post) e vi uma história, da morte de uma gata. Uma gata, que sempre foi uma gata de rua e que nunca conseguiram que fosse feliz dentro de uma casa, apesar das várias tentativas de particulares e associações. E nos comentários, percebi dois tipos de opiniões: os das pessoas que achavam que a rua não era local para a gata sobreviver e a das pessoas que diziam que a gata só seria feliz na rua e que “amar não é aprisionar, mas sim dar liberdade”. E se por lado, eu também sempre achei que a rua nunca seria segura para os gatinhos, e que o ideal seria todos terem um lar; o que é certo é que se um gato que sempre foi de rua se sentir aprisionado, mesmo tendo mais conforto, dificilmente será mais feliz dentro de casa do que fora. Da mesma forma, que um gato que sempre viveu dentro de casa, se tiver a infelicidade de ser abandonado na rua, nunca será feliz, terá fome, calor ou frio, nem se saberá defender capazmente.

 

Talvez a resolução para um gato que sempre foi de rua, esteja num lugar onde pudesse ter rua sim, mas com protecção, por exemplo uma quinta, com espaço, árvores, cabanas, outros animais, mas com uma cerca que os protegesse dos perigos. Mas acredito que a maior parte das vezes tal não é possível. Mas uma coisa é certa, o animal tem de estar com o que o faz feliz, mesmo que essa felicidade seja em tempo mais curto. Do que vale viver em segurança e conforto, se a tristeza for imensa!?

 

Quando, eu própria tirei o Rafael do campo, onde eu o via tão feliz a correr pela horta na brincadeira com os irmão, tive dois sentimentos que entraram em contradição dentro de mim: estava a tirá-lo do ambiente de onde ele parecia tão feliz, mas estava a levá-lo para um local mais seguro. Felizmente, talvez por ele ainda ser novinho, adaptou-se bem ao novo lar, e parece-me continuar feliz. Mas e se eu o visse triste e deprimido, como me iria sentir? Teria coragem de o devolver ao seu ambiente, mesmo sabendo que um dia poderia saltar o muro, ir para estrada, ser atropelado, ou andar sujeito a parasitas, a doenças!?

 

Não são decisões fáceis de tomar, nem de depois vivermos com elas!

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Campanha de Adopão de Animais e Mafra

Foto de Adoromimos - Associação de Defesa e Protecção Animal.


A AdoroMimos, com o apoio da Câmara Municipal de Mafra, vai realizar amanhã, uma Campanha de Adoção de Animais, que terá lugar no estacionamento do Parque Desportivo de Mafra, das 10 às 19 horas.
Durante a manhã, entre as 10 e as 13 horas, estarão presentes quatro cães, do canil de Mafra, para quem os quiser ir conhecer e candidatar-se à sua adopção.
Haverá ainda uma Feira da Bagageira, pinturas faciais, uma palestra com a veterinária Drª Cátia, do O Cantinho da Pip’s, e a atuação dos Gaiteiros da Freiria.
Haverá também lugar à recolha de donativos que a associação está a precisar: alimentos seco e húmido para cão e gato, cimento, tijolos e redes (para o abrigo Adoromimos), produtos de limpeza (detergentes, lixívias) e casotas em pvc, transportadoras, trelas, coleiras e mantas, entre outros.