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Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

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Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

Missão sabotada!

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Esparguete: Olha Branquinho, parece que já está alguém de pé aqui nesta casa.

Vou tentar entrar pela fresta da janela, e ver o que consigo.

 

 

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Branquinho: Nem penses que me vais deixar para trás!

Se tu entras, eu também vou.

Esparguete: Não sejas desconfiado. Além disso, gordo como estás, nem sequer passas ali.

 

 

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Branquinho: Gordo? Eu?

Esparguete: Ai, tão ofendido que ficaste! E à tua custa, fecharam a janela, e agora ninguém entra!

 

Visita nocturna de uma gatinha

e como D. Branquinho protege as fêmeas

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Ontem à noite, estava eu na cozinha, quando ouvi miar à nossa porta.

Pensei que fosse o Branquinho, embora ele não costume miar daquela maneira.

Como não parava, fui ao quintal. Olhei à volta e não vi nenhum gato.

Entretanto, quando me virei para voltar para casa, vejo-a!

 

 

 

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No início, ainda pensei que fosse a Mia (de uma vizinha), mas não. Esta era mais pequena, e também mais meiga! Dava turras, deixava fazer festas. Só não achou piada quando peguei nela ao colo para tentar levá-la à vizinha.

Deduzi que fosse uma das gatas da minha vizinha do lado. Não tinha muita fome, embora tenha petiscado um pouco de comida.

Parecia mais assustada, a pedir desesperadamente para alguém lhe abrir a porta.

 

 

 

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Como a gata não parava de miar, decidi ir perguntar à vizinha se realmente era dela. Toquei à campainha, mas nem sei se estava a funcionar. Na dúvida, bati à porta. Ninguém abriu.

Calculei que já estivessem deitadas, porque acordam cedo e, com crianças pequenas, já se sabe.

Mas fez-me confusão.

Mesmo não sabendo que a gata tinha saído de casa, não a ouviriam miar? Ela andava ali entre a porta delas e a nossa, não sossegava e, às tantas, de tão alto que miava, até parecia que estava dentro da nossa casa.

Não lhe deu para vir à porta, só para confirmar? Ou ser-lhe-á indiferente?

 

 

Eu não a podia deixar entrar na nossa casa, até porque as nossas gatas estavam de plantão ali à porta. Seria uma guerra. E um perigo.

Acabámos por nos ir deitar mas, hoje, assim que chego à cozinha, ainda antes das 7 da manhã, lá estava ela de novo a miar, a andar de um lado para o outro para alguém lhe abrir a porta.

Ainda assim esteve, mesmo depois da vizinha estar levantada. Mas parece que, antes de saírem de vez, a puseram em casa. Pelo menos, não a vi nem ouvi mais.

 

 

No meio disto tudo, mais uma vez, o Branquinho surpreendeu-me!

Todos sabemos que ele é um D. Juan, que se mete com todas as meninas do bairro e arredores. Mesmo no tempo da Kikas, já era um engatatão!

E todos sabemos que, apesar de ser extremamente meigo para os humanos, ele arranja confusão e brigas com todos os machos da sua espécie.

Mas é incrível como ele, com as fêmeas, é um gentlecat!

Já da vez em que a Becas se escapou sem darmos por isso, foi ele quem lhe fez companhia naquelas horas da noite em que ela ficou no quintal. E nem um arranhão tinha, nem tão pouco estavam a brigar. Estavam juntos, como dois companheiros.

E, ontem à noite, lá foi o Branquinho ter com a donzela perdida e assustada, dando-lhe beijinhos! 

 

A Beckie foi mamã!

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E deu à luz este mini Pompom  branquinho (suponho que o pai seja o Pompom), a que irei dar o nome de Snow. Se for fêmea, será Snow White!

 

 

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Já me tinham dito que ela tinha tido ali, naquele terreno, os seus bebés, mas só ontem é que me deparei com este pequenote (deve haver mais), que andava muito divertido a brincar, enquanto a mãe estava com mais vontade de dormir!

 

 

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Deixo aqui os vídeos que consegui, com pouca qualidade porque, para conseguir apanhá-los, tive que ir para o outro lado da estrada, para uma zona mais alta, para ficar ao mesmo nível.

 

 

 

Como atrapalhar um encontro

A Amora tinha acabado de ir à casa de banho, que fica por baixo da tábua de engomar, e já ia embora, quando se apercebeu que o Branquinho estava na nossa janela.

Voltou para trás, e pediu para a pôr lá em cima.

Embora ela jure a pés juntos que não gosta do Branquinho, nós desconfiamos que há por ali uma paixonite da Amora por ele!

 

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Amora: Olá Branquinho! Estás bom?

 

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Amora: Pareces cansado...

Branquinho: Estou só desanimado com a vida.

 

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Amora: Se eu te der um beijinho, ficas mais feliz?!

Branquinho: Não sei se é boa ideia. Não te quero dar falsas esperanças.

 

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Becas: Mas o que é que se passa aqui? Vai-te lá embora, Branquinho, que nenhuma de nós está para namoricos. Já me bastou o beijo que me deste no outro dia, quando me apanhaste desprevenida!

(sim, o Branquinho entrou no outro dia na nossa casa sem contarmos, apanhou a Becas de surpresa e deu-lhe um beijo, que a deixou em choque nas horas seguintes, por tamanho atrevimento...ou terá gostado?!)

 

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Becas: Que foi? Não disse nada de mais. Ele não é gato para nós.

Amora: Escusavas de o ter mandado embora. És mesmo uma desmancha prazeres.

 

O que faço à minha vida?!

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Será que o gato pensa que esta é a casa dele, e que nós somos os donos?

E, se calhar, ficava mais bem entregue.

 

Há uns anos atrás, eu própria acharia perfeitamente normal o gato andar na rua, com uma coleirinha tão bonita e um guizo a condizer, saltando de porta em porta, como faziam os bons vizinhos "o que é meu é teu, e o que é teu é nosso".

 

Actualmente, o pensamento é outro. Mal vi a miúda com o gato, avisei-a "olha que com os gatos brancos é preciso muito cuidado, não podem apanhar sol". Claro que foi o mesmo que falar para uma parede.

 

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E quando vi, há dias, o gato com a tal coleira com guizo, pensei "oh não, mais uma asneira que fizeram". A pior coisa que podem fazer a um gato é pôr-lhe um guizo. Mas pronto, o gato não é meu. Não posso dizer nada.

 

O que é certo é que ele, mal nos vê entrar ou sair, vem ter connosco. Põe-se muitas vezes à janela, a ver se engata a Becas, embora a namorada oficial seja a Kikas, ou à porta, à espera da oportunidade para entrar em casa. 

 

 

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E, agora, deu-lhe para vir atrás de nós, pela rua. Ainda ontem, estava a ir com a minha filha, e ele foi connosco até meio do caminho, sujeito a ser atropelado. O gato é tão mansinho. No outro dia fui despejar o lixo, e ele foi comigo. À vinda, foi até casa ao meu colo, todo contente!

Por vezes, apetece mesmo pegar no gato, dar-lhe um belo banho, tratar dele em condições e ficar com ele. Mas depois, lembro-me que ele tem dono. E mesmo que ficasse com este, acabariam por ir buscar outro e acontecer o mesmo.