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Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

Será que também são assim para os companheiros felinos?

Foto de Grupo Hospital do Gato.

 

Não tenho gatos e cães, mas tenho duas gatas, e acredito que uma delas pensasse assim nos primeiros segundos mas, depois, analisando melhor, perceberia:

"Não vou ter mais alguém para brincar, para me aquecer no inverno, para eu me exibir e mostrar o que consigo fazer, vou ficar mais aborrecida e obesa e, que ninguém me oiça, até vou sentir saudades dela. Por isso, talvez seja melhor ela ficar por aqui comigo"!

Um casamento original!

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Dominic Husson e  Louise Véronneau são apaixonados por animais e resolveram celebrar seu casamento junto daqueles que mais amam: os gatos!

Ambos canadenses, e residentes em Montreal, decidiram dispensar a presença de humanos na cerimónia, preferindo trocar os seus votos na companhia de cerca de 1100 felinos, que vivem, de forma livre, no santuário para animais Cat House on The Kings, na Califórnia.

 

 

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A presença de humanos foi dispensada durante a cerimónia, que contou com cerca de 1100 felinos. Dominique e Louise são canadenses e vivem em Montreal, mas decidiram trocar os votos no santuário para animais Cat House On The Kings, na Califórnia, EUA, em que os gatos vivem livres.

 

Este santuário, uma organização sem fins lucrativos, com mais de 25 anos, localizado ao lado do rio Kings, tem resgatado e salvado dezenas de milhares de gatos no centro da Califórnia, dependendo, exclusivamente, de doações de pessoas amantes de animais.

 

 

Foto de The Cat House On The Kings.com.

Fundado por Lynea Lattanzip, The Cat House on the Kings salvou, até hoje, mais de 30.000 gatos e 7.100 cachorros (sem contar os 56.000 animais que esterilizaram e castraram) e cuida, atualmente, de mais de 700 gatos e gatinhos, cerca de uma dúzia de cães e dezenas de pavões.

 

 

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Este é o primeiro casamento celebrado no local. Quem sabe não inspira mais pessoas a seguir o exemplo, e rodear-se dos seus amigos preferidos nos momentos mais importantes das suas vidas!

 

 

 

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Claro que, depois, podem ocorrer situações caricatas, como esta!

 

Deixo aqui a página de facebook - https://www.facebook.com/pg/TheCatHouseontheKings/ e do site http://www.cathouseonthekings.com/.

 

 

Para que é que queremos um animal?

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Vejo tanta negligência e irresponsabilidade à minha volta, relativamente aos animais, que me pergunto, constantemente, para que é que estas pessoas os querem.

 

Para que é que queremos um(a) gato(a)?

Para deixá-lo a maior parte do dia na rua? Ou para fechá-lo em casa sem sequer ver um raio de sol, às escuras, até alguém chegar a casa e, lá está, abrir-lhe a porta para ir dar as suas voltinhas.

Para deixá-lo andar na rua sujeito a ficar ferido em guerras com os gatos da vizinhança, ou sem dono, que decidem aparecer sem aviso nem convite?

Para ver se temos sorte com os vizinhos, e eles dão de comer ao nosso gato, já que a alimentação sai cara? Para ver se, com sorte, o gato se encanta com os vizinhos, e eles com ele, e acaba por lá ficar, tirando-nos a responsabilidade de cima?

Para andar por aí pelas ruas, a acasalar, e a contribuir para o nascimento de novos gatos, que vão viver nas ruas, até terem um azar?

Para dizer que são nossos mas, quando as coisas correm mal, afirmar que são da rua?

 

 

Para que é que queremos um(a) cão/ cadela?

Pelos mesmos motivos já apontados para os gatos?

Para termos o cão preso dia e noite, sem sequer lhe dar uma festa ou mimo que seja?

Para chegar à velhice e deixarem-na andar, sem quaisquer cuidados, à espera que, milagrosamente, chegue a sua hora?

Só por dizer que temos um cão, ainda que nunca lhe permitamos a entrada em casa, e que nos limitemos a dar-lhe duas refeições por dia, sabendo que os vizinhos lhes vão dando petiscos no resto do dia?

Para dar-lhes a conhecer o que é uma casa, uma família, um lar, e logo em seguida pô-lo na rua, porque estraga tudo em casa?

Para que é que nos queremos armar em bons samaritanos, adoptando animais com problemas, se nem os problemas do animal que já tínhamos fazemos por resolver ou minimizar?

 

Assim, é fácil ter animais!

E, enquanto não se mudarem mentalidades, é isto que vai continuar a acontecer.

 

o Ikea também pensa nos nossos animais

e já chegou a Portugal algumas das peças da coleção de camas, almofadas, sofás, comedouros, pernas de mesas adaptadas aos nossos gatos, enfim, uma variedade de peças e utensílios que podem ser a alegria e conforto, no nosso caso, dos gatos deste clube.

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A notícia, aqui.

Já no próximo fim de semana, a loja de Loulé vai acolher uma feira de adopção de animais de estimação que assinala o lançamento da colecção.

Neste catálogo, os preços são em dólares americanos mas no site do Ikea Loulé, os preços são praticamente iguais.

Fazendo a conversão do preço do arranhador, que me parece ainda não ter chegado cá e que pretendo comprar , $ 5,99, equivale a 5,09 euros.

Aguardo a chegada da colecção ao Ikea de Braga. Acho que vou perder-me por uma cama e um arranhador para a Kat. 

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A limitação geográfica nas adopções de animais

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No que respeita a adopções de animais, nomeadamente, cães e gatos, para além de vários outros requisitos, há um que não consigo compreender totalmente: a limitação geográfica.

 

Por norma, algumas associações e cuidadores de animais impõem esse limite, restringindo os possíveis adoptantes a determinadas zonas/ localidades que se situem perto dessas associações/ cuidadores, pelos seguintes motivos:

 

- para aquelas que gostam de entregar em casa dos adoptantes, é mais fácil e evita gastos em deslocações (até aqui, percebo)

- é, igualmente, mais fácil surgir adoptantes que morem perto, do que de longe

- as associações/ cuidadores afirmam que é mais fácil, em caso de devolução, receberem de volta os animais

- afirmam também que é mais fácil seguir os animais entregues para adopção

 

E é nestes dois últimos pontos que me parece haver contradição:

- quem garante às associações/ cuidadores, que os adoptantes lhes vão entregar de volta esses animais, no caso de chegarem à conclusão que não querem ficar com eles? Quem garante que os mesmos não sejam abandonados à sua sorte, noutro sítio qualquer?

 

- e de que forma é que as associações/ cuidadores conseguem acompanhar todos os animais que entregaram para adopção, quando eles próprios dizem que "já foram tantos os que passaram por nós, que de muitos já nem nos lembramos".

 

Bons e maus adoptantes, tanto existem perto como longe. Pode haver um bom adoptante a quilómetros, e um mau adoptante na localidade ao lado.

E se um adoptante quer muito um animal, de certeza que está disposto a ir buscá-lo seja onde for, se for essa a intenção.

Por outro lado, cuidado com as aparências. O facto de entregarem os animais em casa, para assim tentarem confirmar as condições em que viverá, e verificar as pessoas vão adoptar, não significa que, viradas as costas, as coisas sejam como mostraram.

 

E é ainda mais contraditório limitar os adoptantes a zonas que são, precisamente, conhecidas e pautadas pelo abandono animal.

 

Compreendo que não queiram entregar um animal no qual investiram tempo, dinheiro, dedicação e amor, a qualquer um, podendo errar e deitar tudo a perder, mas tudo o que é em demasia acaba por ser mais prejudicial que benéfico, e podem estar a negar várias oportunidades, aos felinos e caninos, de ter uma família. 

Porque é que os gatos cheiram o rabo dos outros?

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Não sei se com os vossos gatos acontece o mesmo, mas a Becas e a Amora têm muito a mania de andar a enfiar o nariz no rabo uma da outra, por vezes até lambendo.

Também, por exemplo, no filme "A Vida Secreta dos Nossos Bichos" vimos uma cena semelhante, entre cães.

Mas, porque será que os animais fazem isso?

Segundo consta, é para se identificarem e se conhecerem melhor. Ao que parece, eles cheiram a glândula que têm logo abaixo do ânus, ou lambem-se, como forma de reconhecimento ou uma espécie de cumprimento entre eles!

Seminário sobre vacinação e desparasitação

Foto de Hospital Veterinário do Atlântico.

 

O Hospital Veterinário do Atlântico, em Mafra, vai promover um seminário sobre a importância da vacinação e desparasitação dos animais de estimação.
Serão abordados temas como as doenças que a vacinação previne, o protocolo vacinal em cães e gatos, e a importância da desparasitação interna e externa.
O seminário tem a duração de 1.30h, com início às 10 horas, e pausa entre palestras para coffee-break.
A inscrição é gratuita e pode ser feita através de email ou telefone:

social@hvatlantico.pt/ 261 810 060

Nestes dias de calor...

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...forneçam água aos gatos (e cães) que encontrem pelas ruas.

Porque também eles sofrem com o calor, e não têm ninguém que cuide deles.

 

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Esta gatinha faz parte de uma colónia não sinalizada, em Mafra. Não nos conseguimos aproximar de nenhum dos gatos, são desconfiados. Normalmente estão do lado de dentro do portão, mas esta ontem estava do lado de fora, perto da estrada, e fiquei com receio por ela. 

É uma tricolor linda, com uns olhos verdes mesmo bonitos!

Fui a casa buscar água e comida para deixar lá para eles. Não se aproximaram enquanto estivemos lá.
Hoje, quando passei, vi que tinham comido praticamente tudo, e não tinham água. Espero que alguém passe por lá durante a manhã e reponha, pelo menos, a água.

Mais tarde, irei lá novamente. É o mínimo que podemos fazer.

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