Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

Este clube chegou aos 4 anos

clube4anos.jpg

Este clube chega hoje aos quatro anos de existência. Durante todo este tempo, muito se escreveu sobre gatos, muitas partilhas, dicas, dúvidas, pensamentos, ideias, ajudas.

Alguns de nós estamos cá desde inicio, outros estão de chegada, a todos,  obrigada. Obrigada a quem nos segue e também ajuda de alguma forma.

Obrigada a todos os felinos que se deixam  fotografar e que permitem que falemos sobre deles sem levantarem objeções!

Caixa de Mensagens!

 

O Clube de Gatos do Sapo, volta a relembrar que para respondermos ás mensagens deixadas pelos nossos seguidores, necessitamos do vosso endereço email.

 

Maria Ferraz pode enviar-nos o seu email? Gostaria de lhe fazer algumas perguntas, para tentar aconselhar melhor!

Obrigada!

queridas membros do clube

21133850_GEbs6.jpeg

 

Em Agosto passado,  a Anabela escreveu este post sobre as caixas de alúminio da comida húmida dos gatos que podem ser vendidas e o valor que se conseguisse seria para comprar mais caixas de alimento para os gatos do bairro.

Acontece que fui juntando as que um familiar meu compra para a gata, tenho dois sacos cheios delas, gostaria de saber como fazer para chegar a alguma de vós e que possa entregar à Anabela.

Este fim de semana vou para Lisboa, mas como vou com familiares não vai ser possível levá-las, mas regresso a Lisboa na 5ª feira, dia 11.

Quero programar se fico em Lisboa nessa noite e à tarde  faria chegar as caixas, não sei como, mas tentaria, ou se regresso a casa nesse dia, deixando algures num contentor as mesmas.

Deixo aqui esta missiva para que um(a) de vós, a viver  na zona de Lisboa, possa orientar-me sobre como fazer, uma vez que me custa deitá-las ao lixo, depois de ter pedido ao meu familiar para as juntar.

Obrigada.

 

 

Mais uma estrelinha do nosso clube - o Indy

Foto de Clube de Gatos do Sapo.

 

Este é o Indy, um dos membros mais antigos do Clube de Gatos do Sapo.

A Ana, dona do Indy e da Maria, partilhou connosco, no blogue, e com o público, através do livro do Clube, a história dele:

 

"... trouxeram para casa uma bolinha de pelo alaranjada, o Indiana Jones, mais conhecido como Indy.

Este gatinho estava com a mãe e os irmãos em cima de um muro no terreno da mesma associação onde tinha nascido a Maria, quando veio uma senhora que pegou nele e o levou. Passado uns minutos essa mesma senhora entregou o gatinho a um homem e disse "Desculpe lá. Enganei-me. Não era este que queria trazer" mas o que ela não sabia é que não se tinha enganado, tinha acertado em cheio.

Passaram-se uns dias e a nova amiga do gatinho começou a notar que este tinha um comportamento muito estranho. Primeiro começou a correr insistentemente atrás da própria cauda e mais tarde começou a tremer enquanto perdia a consciência.

O gatinho foi levado ao veterinário que disse achar muito estranho aquilo ser epilepsia por esta ser uma patologia muito rara nos felinos e que quando se manifesta nunca é no primeiro mês, só a partir dos dois anos. Em todo o caso medicou o gatinho que foi levado outra vez pelo pai da dona do gato para ficar em observação.

Passados uns dias quando a medicação estabilizou as crises, o pai telefonou à filha a perguntar se queria o gato de volta ou se ficava ele com o gato. A filha obviamente que queria a sua bola de pelo laranja de volta e a Maria também.

O gato voltou a casa no dia dos anos da dona, e a Maria quando deu que o seu novo amigo estava de volta agarrou-se a ele a lamber como se não houvesse amanhã. E assim começou um novo grande amor.

As crises continuaram mas de uma forma mais controlada, menos regular, o gato foi levado a um hospital veterinário para exames mais completos e lá se confirmou a epilepsia. Não havia nada a fazer. Tinha que tomar medicamentos diariamente e disseram que em 6 anos iria morrer por causa da medicação destruir o fígado.

Obviamente que houve quem dissesse que o melhor seria "adormecer" o gato mas a verdade era que o Indy era apenas um gato normal com uma patologia crónica.

E não, o Indy não morreu passados 6 anos..."

 

Partiu no início desta semana, com 17 anos.

Um momento triste para os seus donos, e para a sua companheira Maria mas, ao mesmo tempo, uma prova de que há que haver esperança, que lutar por estes animais que têm problemas de saúde mas, bem acompanhados, podem fazer uma vida normal e longa. 

O Indy foi um lutador, um sobrevivente, uma espécie de milagre num mundo descrente.

A sua partida, algo conturbada, não foi livre de dor e sofrimento, mas o Indy pode agora descansar em paz.

E é em paz que se sente a Ana, por saber que tudo fez para dar uma vida feliz e digna ao seu laranjinha, e que, de muitas formas, fez a diferença na vida dele!

 

 

dois gatinhos já têm dono(s)

A semana passada,  publiquei este  post  com  fotografias de quatro dos cinco gatinhos que nasceram em casa das minhas sobrinhas.

Um comentário da Helena, com mail de contacto, chamou-me a atenção, entrei em contacto com ela.

Fotografias, um vídeo, e-mails que enviei, eis que nas leituras do Sapo, encontrei este post.

Quando o li, depressa entrei em contacto, enviei-lhe mais fotografias e novo vídeo que a minha sobrinha, que viera do Porto para ver como estavam os gatinhos.

Hoje, recebo uma resposta que me deixou muito feliz. É que a Helena confiou numa pessoa que não sabe quem é ( eu) e enviou uma foto da família, dos três elementos que decidiram ficar com dois gatinhos, um macho e uma fêmea.

Estou muito grata pelo conteúdo do seu e-mail que muito me sensibilizou, já dei instruções à minha família no sentido de "reservarem" dois gatinhos, os que virem ser os mais meiguinhos.

Dentro de um mês, o tempo necessário para que estes se tornem autónomos, este pequenos seres vão ter uma família, que cuidará deles com muito carinho, tenho a certeza.

E depois, quero fotos.

Já agora, Helena, quando os gatinhos estiverem no novo lar, seria interessante fazerem, também, parte da família do Clube de Gatos do Sapo, e partilhar connosco as suas vidas.

Que tal? Aceita?

Certamente que os membros bloggers deste Clube ficarão tão gratos quanto eu pela receptividade e desejo de dar uma família a estes gatinhos.

Da minha parte, muito obrigada.

 

 

 

 

A nossa "Viagem ao Mundo dos Gatos"

Resultado de imagem para viagem ao mundo dos gatos

 

Já passou por Loures, Lisboa, Mafra e Coimbra.

Poderá ainda vir a passar por Santarém, Moita e Arruda dos Vinhos.

 

Já conseguiu doar às associações:

 

Projecto Amor Animal

Tico & Teco

Adoromimos

Agir Pelos Animais

 

O valor global de cerca de €. 380 euros.

 

Já foram vendidos 50 livros e vários marcadores, e a "Viagem ao Mundo dos Gatos" anda por aí nas mãos de todos aqueles que ajudaram a causa animal!

 

Vamos continuar com a nossa missão, ajudando novos projectos e associações, até onde pudermos ir!

 

 

"Sou o Mickey"

O Mickey pertence há pouco tempo ao Clube de Gatos do Sapo e está aqui para vos dizer que a sua dona é a Sofia, sobrinha da Maria Araújo.

Tem uma longa história para contar, mas deixo apenas uma parte, porque o resto fica lerem na nova edição do livro do nosso clube.

IMG_2244.JPG

 

 

Olá, eu sou o Mickey!

Eu nasci na rua, filho de uma mãe siamesa muito querida chamada Jinda. Eramos seis irmãos. Fomos recolhidos da rua pela Agere e levados para o gatil de Braga.

A minha mamã  amava-nos todos por igual, mas o leite começou a escassear e os meus irmãos não me deixavam comer e eu fiquei muito magrinho mas era energético. Quando tinha cerca de um mês e meio, os meus irmãos eram o dobro de mim. Os humanos tentavam-me dar de comer mas eu não conseguia.

Uma certa noite, quando só estavam duas voluntárias, levaram-me ao veterinário e ela decidiu que eu precisava urgentemente de uma família que, pelo menos, me habituasse a comer.  A voluntária mais nova estava muito preocupada comigo e então, após uma chamada com mãe (“Mamã, está aqui um gatinho que está muito fraco e doente, achas que podemos levá-lo durante dois dias para podermos habitua-lo a comer? Depois ele pode voltar, só temos de o ensinar a sobreviver”) ela acolheu-me durante uns dias. Com muito carinho, ela montou um espaço muito acolhedor para mim no seu quarto e dormiu no chão, com extrema preocupação levantava-se de duas em duas horas para me dar de comer (tinha de me dar paté à seringa e leite pelo biberón), mimava-me e esperava que eu voltasse a adormecer. Sem eu saber, ela por vezes não dormia, ou acordava mais do que regularmente para ver se eu estava vivo. Ninguém acreditava que eu ia sobreviver nem sequer a primeira noite, por vezes, mesmo ela parecia perder a esperança, mas não desistiu de mim. Passou os três dias seguidos à minha beira, saíndo do quarto apenas para preparar a minha comida...

 

E o Mickey tem um companheiro, o Distruction.

A sua história , em breve.