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Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

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A Belinha já regressou à colónia

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A Bela foi uma das gatas da colónia de Santo André, capturadas pela associação, no âmbito do programa CED.

O processo teve início no dia 14 de junho.

Desde então, a associação apenas me enviou um email, na manhã seguinte, a informar quantos gatos tinham capturado, e a fazer mais algumas questões e recomendações.

 

 

Não sei se todas têm por hábito proceder desta forma, mas estranhei porque, apesar de dois emails e uma mensagem enviados para a responsável da associação, que esteve presente no processo, a solicitar informação sobre os bichanos, se tinha corrido tudo bem, e como estavam, não obtive, até hoje, qualquer resposta.

No sábado passado liguei, mas ninguém atendeu.

 

 

Como é óbvio, estava preocupada com os felinos, até porque os únicos que via por lá, eram dois que não tinham chegado a ser capturados naquele dia. Dos restantes, nem sinal.

E, segundo me tinham informado, o recobro não seria mais do que 72 horas.

No facebook da associação onde, volta e meia, colocam vídeos de outras colónias, com o processo de devolução, destes, nem sinal.

Não fazia a mínima ideia do que se estaria a passar com eles até que, hoje, me deparo com a Belinha!

 

 

 

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Ao que parece, já regressou à colónia e, por isso, depreendo que os outros também já lá estejam, embora ainda não os tenha visto.

Se repararem, já se nota na sua orelhita o corte, a sinalizar que está esterilizada.

Só lamento que as associações peçam a colaboração dos cuidadores, na hora de dar início ao processo, mas depois falhem na comunicação com os mesmos, até ao término.

Novo residente na colónia

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Nos últimos tempos, muitos gatos deixaram de ser vistos na colónia.

Eu comecei a notar quando, de um dia para o outro, a ração, que antes desaparecia no próprio dia e era preciso reforçar ao final da tarde, começou a ficar nas caixas por dois ou três dias.

Quem vive por ali também diz que não tem visto os bichanos, só um ou outro, de vez em quando.

Eu, vou vendo alguns, como a Beckie, a Flockita, a Bela, o Leão e o D. Juan, mas há muito deixei de ver as malhadinhas, o Pompom, a Oreo...

 

 

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No entanto, esta semana, deparei-me com um novo residente. Pelo menos, já o vi lá 3 dias seguidos.

Deve ser o mais pequenito e jovem, e é um panterinha assustadiço mas muito engraçado!

Quando queremos ajudar, e não temos como fazê-lo

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Na semana passada encontrei este gato na colónia.

Não sei se é novo, ou se é um dos bebés que, há uns meses, nasceram e andaram por lá, mas depois desapareceram.

 

 

 

 

Nenhuma descrição de foto disponível.

 

Quando o vi a primeira vez, andava de volta de uma caixa com comida. Apesar de ter outras caixas ao lado com mais ração, ele só estava concentrado naquela, a enviar o focinho lá dentro e tentar rapar a caixa.

Vi que estava todo encarcado da chuva, meio sujo, e pareceu-me até ferido, mas não me consegui aproximar muito para perceber, porque ele se enfiou debaixo do velho sofá.

 

 

 

 

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Hoje, na minha ida habitual à colónia para deixar ração e água, deparei-me com ele deitado na cadeira. Não fugiu, quando me aproximei. Ficou onde estava.

Está, claramente, doente. Parece até fraco, sem forças. Fui a casa e voltei a passar lá, e ele continuava no mesmo sítio. Tentei fazer-lhe uma festinha, mas começou a bufar. Deve ter medo, estar escaldado.

 

 

Ao contrário dos restantes gatos que por lá andam que, apesar das circunstâncias, aparentam estar saudáveis e felizes, este gato é o contraste total.

Nem todas as vidas de gato são boas, mas há vidas que deixam marcas e mazelas difíceis de recuperar...

 

 

 

E quando menos esperamos, a vida surpreende-nos!

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Será possível?

Estará mesmo vivo, e bem?

Será mesmo quem eu estou a pensar que é?

 

 

Esta manhã deparei-me com este gatão enorme na colónia!

Penso que já no outro dia andava por lá mas, de noite, não deu para ver bem.

Hoje, sim.

 

 

 

E, então, lembrei-me imediatamente do Panterinha!

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Este menino, vi-o na colónia, pela última vez, no final de 2017.

Nunca mais por lá apareceu, que eu visse (claro que num dia e noite inteiras, havia sempre muitas hipóteses de não o ver).

Pensei que tivesse desaparecido. Ou morrido. Como outros que por lá nasceram, e nunca mais se viram.

Passou-se, entretanto, mais de um ano.

 

Será que este belo e enorme Pantera, é mesmo o Panterinha?

Quero acreditar que sim!

Que, quando menos esperamos, a vida nos surpreende desta forma positiva!

 

O sol trouxe de volta velhas rotinas

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Lá em cima, a Sissi. Ao meio, o Flockito, que me parece que afinal, é uma Flockita! E cá em baixo a Oreo!

 

 

 

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Leãozinho. Enquanto tentava puxar as caixas para perto de mim, com um galho que por ali anda no chão, ele atreveu-se a brincar com o dito galho, sem receio, sendo essa a primeira espécie de interacção entre ele e eu.

 

 

 

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Flockita e Oreo a tomar o pequeno almoço. Há vários meses que não apareciam a esta hora. Mas o sol, a fome e, quem sabe, a necessidade de se alimentarem mais por algum motivo especial, levou a que voltassem às velhas rotinas.

 

Utopias

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Tudo legalizado e protegido! A população encarrega-se da limpeza do abrigo , da comida e da água, bem como da limpeza dos recipientes. Depois, as entidade competentes, tratam da esterilização, de seguida cuidados médicos. Pode parecer um sonho, mas também se pode realizar, não custa tentar, pedir!

 

Leãozinho: quem lhe resiste?!

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Se eu não soubesse que é um gato da colónia, nem acreditaria que este gato andava por aí nas ruas. Até estranho como é que ainda ninguém o raptou, de tão bonito que é.

 

 

 

A imagem pode conter: gato, planta e ar livre

 

Desde pequenino que percebi que ele era diferente dos restantes, mais peludo, com uma cauda tipo persa. 

 

 

 

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Pelos vistos, cresceu e está cada vez mais "gato". Aqueles olhos verdes, e aquele corpo amarelinho e felpudo, dão vontade de levá-lo para casa.

 

 

 

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E não é tão parecido com o D. Juan?!

 

A imagem pode conter: planta, gato e ar livre

 

Hora de ponta no restaurante!

Jantar servido - restaurante cheio!

 

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Passei pela colónia ao almoço, e vi que tinham pouca comida.

Levei num saquinho mais alguma ração para, quando saísse do trabalho à tarde, deixar lá para petiscarem à noite.

É costume estarem lá dois ou três a essa hora, e assim evitava que tivesse de ir a casa buscar comida para lá pôr.

Por norma, eles comem mais à noite, embora de dia a comida também desapareça.

 

 

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E assim fiz. 

Mas, quando parei lá ao final da tarde, estavam mais gatos que o habitual, e percebi que a comida que tinha comigo não chegaria para todos. 

Tive que ir a casa buscar mais alguma ração.

Quando voltei, as caixas estavam vazias. Pus mais um pedacinho em cada uma (até levei outra caixa para ficar mais distribuído).

Os gatos que já tinham comido e já estavam a ir embora, voltaram para trás. 

Todos queriam comer. Estavam com tanta fome que nem se fizeram esquisitos por a ração ser de outra marca. Nem sequer se incomodaram com o facto de eu estar ali abaixada, quase colada a eles.

Comiam, olhavam para mim, e voltavam a comer.

Pareceu-me que, mesmo assim, deveria ter levado mais ração.

Mas não é mesmo costume apanhar tantos juntos de uma só vez!

 

 

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E, para além destes que estavam a tentar chegar às caixas, ainda estavam outros à espera de vez, mais afastados.

Esta é a maior gratificação que se pode ter, pelo facto de ajudar estes animais - saber que, pelo menos na naquela noite, ou naquele dia, naquela semana, naquele tempo, impedimos que morressem de fome e sede. 

E de outros perigos. Porque se não têm comida ali, têm que a ir procurar noutro lado. 

Alguns já saem daquele recinto, já atravessam a estrada, já se aventuram para mais longe. E ainda ontem, num outro local, vimos um gato morto na estrada.

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