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Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

Banhos de sol em segurança e com o devido distanciamento social!

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No outro dia, quando fui aos correios, ao final da tarde, encontrei estes bichanos a apanhar banhos de sol, e a provar que é possível praticar o distanciamento social, mesmo em espaços de lazer!

Ora vejam lá se eles não são cumpridores das regras implementadas?

Temos tanto a aprender com os animais. Esta é só mais uma lição que nos estão a dar.

 

 

 
 

 

Protectores versus acumuladores de animais

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E se, de repente, eu levasse para casa o Branquinho, o gato do vizinho? E a Kikas, a gata da vizinha? E porque não a Chica, que é de todos e não é de ninguém. Ah, e já agora, a Stephanie, da vizinha dos meus pais.

E, claro, não poderia deixar de fora o Pompom, a Oreo, a Bela, a Rapunzel, o Panterinha, a Charlotte, a Margarida e a Minnie, o D. Juan e os mais recentes residentes da colónia.

De caminho, pegava na gata que vi no outro dia na minha rua e os seus dois filhotes.

E se, entetanto, visse outros gatinhos a precisar de ajuda e abandonados, levava-os para casa também.

Juntava todos eles lá em casa, com as já residentes Becas e Amora.

Neste momento, ficaria com...cerca de 22 gatos, para começar!

 

Podia até ter a melhor das intenções para com os felinos, mas acabaria por os prejudicar mais do que ajudar. Porquê? Porque uma habitação não é local para manter tantos animais fechados. 

Não existiriam condições adequadas de higiene, não poderia dar a atenção devida a cada um deles, não haveria dinheiro para vacinas e esterilizações para todos, bem como para cuidados veterinários,o que implicaria possíveis contágios e, em último caso, morte para um ou mais deles.

Ainda que tivesse um tecto para se abrigar e, possivelmente, alimentação, faltaria tudo o resto.

E eu, deixaria de ser uma protectora, para me tornar uma espécie de acumuladora de animais!

 

 

Acumuladores de animais não são, necessariamente, pessoas más, mas sim doentes. Sofrem de uma condição psiquiátrica clínica denominada Transtorno de Acumulação de Animais.

Por norma, os acumuladores resgatam e acolhem animais, na maioria cães e gatos abandonados, com a intenção de protegê-los e ajudá-los. Por vezes, podem até passar fome para tentar alimentar os bichos. O problema é que não percebem a realidade e não têm limites, assumindo mais resgates do que teriam condições, e são incapazes de perceber que aquela situação é insustentável.

Vivem em constante negação da realidade, e sentem até medo de os doar, ficando com todos para si, por acreditarem que são os únicos que os conseguem salvar e proteger. 

 

 

Como se identifica um possível acumulador?

Pela quantidade de animais ao seu cuidado, em proporção ao espaço existente para os ter. Ou seja, este número de gatos que acima mencionei, na minha casa, que é pequena e ficaria sobrelotada, poderia ser um indicador de acumulação. No entanto, se tivesse esses mesmos animais num espaço muito maior, onde não houvesse sobrelotação, e com mais condições, já não seria o caso. 

 

Nem sempre são pessoas idosas, e nem sempre são pessoas sós, embora esses dois factores possam influenciar, devido à degeneração da mente e ao isolamento social, procurando afeto e ligação nos animais.

 

Acumuladores de animais podem, muitas vezes, tê-los em jaulas, gaiolas ou caixas de transporte, ou acorrentados.

Costumam ter os animais em espaços cujo chão se encontra coberto por urina e fezes, e até corpos de animais mortos já em decomposição.

 

 

O que fazer no caso de suspeita?

Tentar conversar com os acumuladores

Tentar oferecer ajuda, seja para adopção dos animais ou angariação de alimentação e outros bens

Denunciar às autoridades

Contactar associações ou entidades que possam ajudar a lidar com a situação e retirar os animais do perigo

 

 

 

Visita ao Pet & Tea

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Ontem foi dia de apresentação do nosso livro do Clube, no Pet & Tea!

Mas este post é dedicado, exclusivamente, ao cat café de Coimbra, e aos seus maravilhosos felinos, que tivemos o prazer de conhecer.

 

 

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Relativamente ao espaço, é bastante ampla a sala de pastelaria, e muito bem decorada. É um espaço onde dá vontade de estar, bem como a sala onde estão os gatinhos, que está repleta de diversões para os pequenotes que estão para adopção, e para os residentes da casa!

 

 

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A Ginger - residente do Pet & Tea, é uma Bosques da Noruega que já sofreu de maus tratos, antes de ser resgatada.

 

 

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O Pudim - residente do Pet & Tea que dá as boas vindas a todos os visitantes! Só quer colo, e gosta de festinhas na barriga.

 

 

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A Sugar Piu - residente com a qual ficámos encantados. Mal peguei nela, agarrou-se ao pescoço e deu-me lambidelas na cara. Depois, o meu marido dizia-lhe "dá beijinho", e ela lambia a cara dele! Espectacular!

 

 

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A Pipoca - residente do Pet & Tea, é ceguinha de um olho, mas muito meiguinha.

 

 

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Os gatos são todos mansinhos, adoram mimos e festinhas, os pequeninos mais virados para a brincadeira, mas dão-se todos bem. 

Só tenho pena que seja tão longe.

 

Em relação às iguarias, o meu marido adorou o hamburguer vegetariano, e o batido de cereja.

Eu, confesso, fiquei-me pela tosta mista, que também estava muito boa.

 

Se tiverem oportunidade, visitem o espaço, gerido pela Márcia, que não cheguei a conhecer, e pela Mariana, que nos recebeu com tanta simpatia e amabilidade, nos explicou a história dos meninos e esteve sempre disponível para o Clube! 

 

 

 

 

 

 

Lembram-se deste cão?

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Do qual falei aqui uma vez por causa do espaço reduzido em que se encontrava, durante dias a fio?

Ao que parece, o mesmo devia estar numa espécie de quarentena, ou período de adaptação. Segundo me disseram, a senhora da casa costuma albergar alguns cães que encontra. Já tinha dois ou três no outro quintal, e este permanecia aqui. 

Entretanto, uns dias depois, mudaram-no para junto dos outros. Pelo menos, penso que já o vi lá, embora não apareça muito.

Agora, está outro no seu lugar.

 

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E tem um ar tão simpático como o primeiro!

Passo por ali, e só me apetece fazer-lhe festinhas, como faço com a Tiquinha, a caminho do trabalho. Mas se com os gatos me estico, com os cães tenho receio. Por isso, apenas falo com ele. 

Agradecimento ao Aqui Há Gato

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O Clube de Gatos do Sapo agradece ao Aqui Há Gato, em especial à Catarina, por nos ter disponibilizado o seu espaço para o lançamento do nosso livro, e pela forma como divulgou o evento e nos acolheu no sábado, deixando-nos à vontade para utilizar a biblioteca e modificar o que fosse preciso.

 

 

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Foi a Catarina que tornou possível concretizar o nosso objectivo de lançar o livro do Clube, sem qualquer custo pela utilização do espaço.

 

 

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Um agradecimento também às simpáticas funcionárias que nos atenderam!

 

 

 

 

Aqui Há Gato - Café e Biblioteca!

Neste café português os gatos não ficam à porta

 

O que têm em comum gatos, livros e cafés?

O Aqui Há Gato - Café e Biblioteca!

 

 

 

A ideia não é inovadora, tendo já conquistado várias cidades europeias e americanas. Chega agora a vez de Portugal abrir um café e biblioteca especialmente dedicado aos amantes de gatos e livros!

Cabe a Catarina Mendes a autoria deste projecto, apresentado na primeira edição do Shark Tank Portugal, que nasce do sonho de juntar gatos, livros e cafés num espaço acolhedor, e se concretiza agora com a abertura deste novo espaço, proporcionando aos seus clientes a experiência de ler um jornal, uma revista ou livro, tomar uma refeição ligeira, um pequeno-almoço ou uma simples bebida, enquanto convivem com estes fantásticos animais - os gatos, como se estivessem na sua própria casa!

 

 

 

 

Onde se localiza?

Em Lisboa, na Calçada da Estrela, n.º 74A, 1200-665 - Lisboa.

 

Horário:

Seg:

11:00 – 19:00

Qua-Qui:

10:00 – 19:00

Sex-Sáb:

10:00 – 20:00

Dom:

10:00 – 19:00
 

 

 

 

 

O que tem o Aqui Há Gato para nos oferecer?

 

O Aqui há Gato está dividido em três zonas – uma dedicada ao café, outra aos livros e a terceira aos gatos.

A zona de café oferece bebidas quentes e frias, lanches e refeições ligeiras.

A biblioteca conta com cinco gatos residentes, que farão as delícias dos amantes destes animais, embora seja difícil ler um livro se os gatos quiserem a nossa total atenção!

No entanto, este serviço não é totalmente gratuito. Para aceder à biblioteca com gatos, que está numa zona separada do café, os clientes têm que fazer um consumo de pelo menos 5 euros.

Quem quiser apenas disfrutar da companhia dos amigos de quatro patas pode, também, optar por pagar 3 euros que darão direito a uma hora na companhia de livros e gatos.
 
Uma coisa a fundadora nos garante: uma experiência inigualável!
 
 
 
 
Quando irá abrir portas?
 

Não existe ainda uma data definida, uma vez que é preciso que os gatos se sintam calmos para abrir portas.

 

 

 

 

A vertente solidária

Os animais residentes neste espaço, onde irão morar, provêm da associação Rafeiros SOS estando prevista, inicialmente, a integração de seis gatos.

Assim, caso os clientes se apaixonem por um dos gatos, há sempre a possibilidade de sair do café com o seu novo companheiro, ajudando a diminuir o flagelo de animais abandonados!

 

Fiquem a par de tudo em:

Algum dono de cães me saberá elucidar?

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Todos os dias, sempre que vou de casa para o trabalho, e do trabalho para casa, passo por aqui.

Vejo sempre este cão, ali encostado ao gradeamento, com a cabeça de fora, por vezes também uma pata, ou deitado, como nesta fotografia.

Ontem calhei a passar lá já de noite, e ali estava ele. Faça chuva ou sol, frio ou calor, dá-me a ideia de que está sempre ali, e que é o único espaço que tem. Este pequeno átrio de entrada da casa, onde está a sua casota, e que serve de casa de banho.

Num desses dias, tinha mesmo o espaço cheio de dejectos.

Nunca ladra (só uma vez em que parei e falei para ele), nunca se queixa, não aparenta à primeira vista ser um animal mal tratado. Não consigo perceber o que ele sente, mas parece-me sempre com um ar triste e, ao mesmo tempo, conformado.

No entanto, não sou perita em cães.

Por isso mesmo, pergunto se alguém por aí, habituado a lidar com estes animais, me saberá dizer se um cão pode estar confortável e passar os seus dias num espaço assim tão pequeno?

Será que ele é apenas sossegado e se sente bem ali, ou será só uma atitude de resignação?

A mim faz-me alguma confusão, mas não queria tirar conclusões precipitadas sobre um assunto que não domino, de todo.

Alguém que me elucide? Estarei a fazer um bicho de sete cabeças de uma situação perfeitamente normal e aceitável, ou até se justifica a minha preocupação?