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Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

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"Luck"

(um filme sobre sorte, azar e um incrível gato preto)

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Neste Dia do Gato Preto, fica a sugestão de um filme que tem tanto de divertido como de sensível e emocionante: Luck!

Sam é a rapariga mais azarada que se possa imaginar.

Orfã, cresceu numa instituição (sem nunca ser adoptada) da qual tem, agora, que sair, porque já atingiu a idade limite, e terá que se orientar sozinha.

 

Mas não é com ela própria que Sam está preocupada.

Sim, ela continua a ser uma enorme azarada, mas ela não quer que a menina que agora está em vias de ser adoptada passe pelo mesmo que ela, e tenha o mesmo azar.

Por isso, quando ela encontra uma "moeda da sorte", é logo em Hazel que ela pensa. 

Só que, claro, acaba por perder a moeda, que afinal pertencia a Bob, o gato preto com quem partilhou uma refeição e que, agora, terá de ajudar, ou ele próprio estará em apuros.

 

Seguindo o gato preto falante, Sam acaba por entrar numa outra realidade: a Terra da Sorte - onde a sorte e o azar são fabricados numa espécie de equilíbrio, e distribuídos, aleatoriamente, aos humanos e seres que habitam a Terra. 

Também aqui, Sam irá ser um desastre e acaba por destruir toda (ou quase) a sorte ali existente.

E agora?

Como poderá ela, ainda, ajudar Hazel, que já começa a sofrer as consequências do azar?

E ajudar o gato Bob, e a Terra da Sorte, para que tudo volte a ser como era?

 

Deixo-vos aqui o trailer:

 

 

 

 

Novo filme sobre o gato Bob

Como membro deste clube, quem me conhece já sabe o quanto sou fã do saudoso gato Bob, por isso fiquei emocionada ao saber que este natal, haverá novo filme, com o nome " Um presente do Bob". Gostaria imenso de ver o filme, já li o livro!

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Sequência de Natal do filme 'Um Gato de Rua Chamado Bob'.
James reflete sobre os tempos difíceis que passou junto com Bob, nos Natais frios e solitários que viveram, e como Bob lhe mostrou que o verdadeiro espírito do Natal está para além da febre consumista que os rodeia nessa época.

Elenco de Um Presente Do Bob

Hachiko - Amigo para Sempre

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Na semana em que estive de férias, enquanto andávamos à procura de filmes para ver, vimos que iria dar este e, na dúvida se seria bom ou não, resolvemos pôr a gravar.

Penso que deu na segunda ou ontem, no TVCine 3, e resolvemos vê-lo à noite.

A empatia com o pequeno Hachi foi imediata, e ficámos com imensa vontade de ter um Hachi na nossa vida, embora já o tenhamos, de certa forma, nas nossas gatas.

O filme é baseado numa história verídica, e posso-vos dizer que acabámos os três a chorar que nem uns perdidos no final do filme.

 

 

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No filme: Vemos Hachi ser enviado em viagem, e a ficar perdido na estação de comboios, onde o professor universitário Parker o acaba por encontrar e, há falta de outra opção, levá-lo temporariamente para casa, até conseguir encontrar uma boa família para ele, já que a sua mulher não quer cães lá em casa.

Mas a relação entre eles é tão ternurenta e especial, que acabam por ficar com ele definitivamente.

 

A história real: Em 1924, Hachikō foi trazido a Tóquio pelo seu dono, Hidesaburō Ueno, um professor do departamento de agricultura da Universidade de Tóquio. O professor Ueno, que sempre foi um amante de cães, nomeou-o Hachi (Hachikō é o diminutivo de Hachi) e o encheu de amor e carinho. 

 

 

 

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No filme: Hachi é um cão de raça Akita, conhecida pela sua lealdade e, de facto, a ligação entre eles é tão forte que Hachi vai com o dono todos os dias até à estação e, quando sabe que está na hora de o professor ali chegar, lá está ele, à sua espera, para regressarem juntos a casa. Hachi era acarinhado por todos ali na estação, que já achavam normal aquelas visitas regulares e comportamento.

 

A história real: Hachikō acompanhava Ueno desde a porta de casa até à não distante, estação de comboios de Shibuya, retornando para encontrá-lo no final do dia. A visão dos dois, que chegavam à estação de manhã e voltavam para casa juntos à noite, impressionava profundamente todos os transeuntes. 

 

 

 

 

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O filme: Um dia, Parker chega à estação e não vê Hachi. Pregou um susto a todos, mas acabou por ser uma cena cómica. Mas, uns tempos depois, é a vez de Parker não chegar à estação, e Hachi fica por ali até à noite, à espera. Até que o genro do professor o vem buscar, com as piores notícias.

 

A história real: A rotina continuou até maio do ano seguinte quando, numa tarde o professor não regressou no comboio habitual, como de costume. A vida feliz de Hachikō como o animal de estimação do professor Ueno foi interrompida apenas um ano e quatro meses depois. Ueno sofrera um AVC na universidade naquele dia, nunca mais regressando à estação onde sempre o esperara Hachikō.

 

 

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A história real: diz que, na noite do velório, Hachikō, que estava no jardim, quebrou as portas de vidro da casa fez o seu caminho para a sala onde o corpo foi colocado, e passou a noite deitado ao lado do seu mestre, recusando-se a sair. Outro relato diz que, quando chegou a hora de colocar vários objetos particularmente amados pelo falecido no caixão com o corpo, Hachikō saltou para dentro do caixão e tentou resistir a todas as tentativas de removê-lo.

 

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O filme: Após a morte de Parker, Hachi foi para casa da sua filha, mas sempre que podia, fugia e corria até à antiga casa, ou de volta à estação, à espera de ver o seu dono aparecer como habitual. Estava perdido, desorientado, triste... Mas não desistia.

 

A história real: Depois da morte do seu dono, Hachikō foi enviado para viver com parentes do professor Ueno, que moravam em Asakusa, no leste de Tóquio. Mas ele fugiu várias vezes e voltou para a casa em Shibuya, e, após um ano sem que se tenha acostumado à sua nova casa, ele foi dado ao ex-jardineiro do Professor Ueno, que conhecia Hachi desde que ele era um bebé. Mas Hachikō fugiu daquela casa várias vezes também. Ao perceber que seu antigo mestre já não morava na casa em Shibuya, Hachikō ia todos os dias à estação de Shibuya, da mesma forma como sempre fazia, e esperou que ele voltasse para casa. Todos os dias ele ia e procurava o professor Ueno entre os passageiros, saindo apenas quando a fome o obrigava. E fez isso dia após dia, ano após ano. Hachikō esperava pelo regresso do seu dono e amigo.

 

 

 

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O filme: Após vários anos,vemos Hachi já velhinho, mais gordo e com o pelo sujo da sua vida na rua, mas sempre ali na estação, até ao dia em que, a recordar todos os momentos passados com Parker, acaba por morrer.

 

A história real: Em 1929, Hachikō contraiu um caso grave de sarna, que quase o matou. Devido aos anos passados nas ruas, ele estava magro e com feridas das brigas com outros cães. Uma das suas orelhas já não se levantava mais, e ele já estava com uma aparência miserável, não parecendo mais o cão orgulhoso e forte que tinha sido. Ele poderia ter sido confundido com qualquer cão mestiço.

Como Hachiko envelheceu, tornou-se muito fraco e sofria do coração. Na madrugada de 8 de março de 1935, com 11 anos, ele deu o seu último suspiro numa rua lateral à estação de Shibuya. A duração total de tempo que ele tinha esperado, saudoso, o seu mestre, foi de nove anos e dez meses. A morte de Hachikō estampou as primeiras páginas dos principais jornais japoneses e muitas pessoas ficaram inconsoláveis com a notícia. Foi declarado um dia de luto.

Os seus ossos foram enterrados num canto da sepultura do professor Ueno (no Cemitério Aoyama, Minami-Aoyama, Minato-ku, Tóquio), para que ele finalmente se reencontrasse com o mestre. A sua pele foi preservada e uma figura empalhada de Hachikō pode ainda ser vista no Museu Nacional de Ciências em Ueno.

 

 

 

o cão mais fiel do mundo

O verdadeiro Hachiko

 

 

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A estátua de Hachiko na estação

 

 

Vem aí Rudolfo, O Gatinho Preto

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No dia 1 de Março chega ao cinema o filme de animação "Rudolfo, O Gatinho Preto".

 

Sinopse:

O pequeno gato preto Rodolfo vivia na pequena cidade de Gifu com a sua amada e carinhosa dona Rie, que o adorava. De uma forma fortuita, Rodolfo acaba metido entre caixotes num camião de transporte de larga distância e, quando dá por si, está na grande e movimentada cidade de Tóquio.

Ali chegado, encontra TenhoMuitos, um gato dominante que é capaz de ler e entender o que os humanos escrevem. TenhoMuitos explica a Rodolfo, que não conhecia nada à exceção do bairro onde vivia, que muito dificilmente irá conseguir voltar a casa onde vivia com Rie.

E é assim que a vida de gato vadio começa para o pequeno Rodolfo. Conseguirá o pequeno Rodolfo encontrar a sua adorada dona Rie? Assim começa a aventura destes gatos de rua que vivem tão perto dos humanos e que todos os dias fazem os maiores esforços para sobreviver.

 

O trailer:

 

Aqui Há Gato - uma comédia a não perder!

Cartaz do Filme

 

 

Sinopse:

"Tom Brand é um poderoso empresário de tal modo obcecado com o trabalho que nem se dá conta do quanto isso afecta a sua relação com Lara e Rebeca, a mulher e a filha. Quando percebe que tem o tempo contado para comprar o presente de aniversário de Rebeca, que todos os anos lhe suplica por um gato, decide entrar na primeira loja de animais que encontra. É assim que se vê dentro da loja de Felix Perkins, um encantador de animais que lhe vende o Sr. Patas Peludas. O problema surge quando, após um estranho acidente, a personalidade de Tom é inesperadamente transferida para o animal. Agora, segundo lhe explica Felix, para poder regressar à sua condição humana, ele tem uma semana para perceber erros passados, rever as prioridades e criar novos laços com a família. Porém, dentro do corpo de um animal de quatro patas, tudo lhe parece (ainda) mais complicado…"

 

Esta seria, sem dúvida, uma boa experiência para quem não gosta de gatos e, acima de tudo, para muitos que lhes querem ou chegam mesmo a fazer mal. Talvez estando na pele deles conseguissem perceber aquilo que não percebem enquanto humanos.

No caso desta comédia, acabam por se transformar em gatos pessoas que, seja por que motivo for, estão a precisar de uma boa lição!

Déjà vu - onde é que já vi este filme?!

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Cuidado com aquilo que desejas!

Por vezes, os desejos realizam-se mesmo, mas o feitiço pode-se virar contra o feiticeiro.

 

Neste caso, são inevitáveis as semelhanças, em algumas atitudes, entre a nossa falecida Tica, e a Becas.

Até na sua febre de ir para a rua. Sempre que chegamos a casa, temos que estar muito atentos, porque ela vem logo a correr para a porta e, se nos descuidamos, sai. E a Amora, como boa aluna, também se coloca muitas vezes à porta, a jeito para sair, mal ela se abra.

 

Ora, ontem, para evitar isso mesmo, quando o meu marido chegou do trabalho, bateu à porta. Vi as duas irem para a cozinha, mas a Amora chegou primeiro, e foi nela que peguei. Abri a porta e pensei, não há problema, a Becas não está por perto.

 

O tempo foi passando e o meu marido perguntou pela Becas. 

Disse-lhe que devia andar por ali, porque ainda há pouco a tinha visto.

Cerca de uma hora depois, batem à porta. Era o vizinho de cima, a perguntar se aquela gata que estava ali no quintal era nossa.

 

Alerta!!!

 

O meu marido foi logo ver e, adivinhem, era a Becas que, sabe-se lá como, conseguiu escapar-se pela porta e esteve aquele tempo todo na rua, de noite, sem nós sequer imaginarmos.

Se não nos avisassem, passaria lá a noite.

 

Onde é que eu já vi este filme antes?!

Prevejo alguns sustos e preocupações daqui em diante, à custa desta menina.

Está cada vez mais parecida com a Tica, até na parte que não devia!