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Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

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O gato Olaf ajuda o menino Theo que tem autismo

Sempre ouvi dizer que os animais são terapêuticos, até se diz mais sobre isto em relação a cães, mas os gatos não ficam atrás, no que diz respeito a apoio emocional. Encontrei a história verídica (dezembro de 2024- Brasil) de um menino com probelamas e de um gatinho, que acho importante revelar. Claro que foi preciso, a intervenção de profissionais, mas mesmo assim, é uma esperança, para outras crianças, na mesma condição.

O menino Theo, de sete anos, foi diagnosticado com o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). E foi na companhia do gatinho que o menino encontrou , estímulos que acalmam as suas crises de ansiedade.

“Sempre que o Theo fica muito nervoso, o Olaf se aproxima, e o carinho de um com o outro, naturalmente, fazem com que as coisas se acalmem. Então aquelas crises desregularias que a criança tem, o Olaf consegue acamá-las”, resume a mãe de Theo, Leticia Alves que é médica veterinária especializada no atendimento a gatos.

“Para o treinamento do gato Olaf, que ajuda a acalmar o Theo, foi importante estabelecer rotinas e associações positivas. Ao acordar, foi criado um ambiente tranquilo, onde Olaf aprendeu a se aproximar da criança ao ouvir o som do despertador. Isso ajudou a suavizar o momento, proporcionando conforto”, explicada o treinador de animais (Glauco).

Para ajudar a criança a dormir foi elaborado um ritual noturno com a presença de Olaf. “O contato físico, como carinho, pode aumentar a sensação de segurança e tranquilidade (pressão profunda) subindo nas costas ou peito deitado. Esse trabalho ajudou a fortalecer a ligação entre a criança e Olaf, promovendo um ambiente mais harmonioso”, diz Glauco.

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ele sente a falta do amigo

Depois de escrever este post,  a minha irmã passou a dar mais atenção ao Mickey, o malandro que provocava o falecido Dis ( eu chamava-o por este nome) porque anda mais triste.

No sábado que fomos ver a Susana Vieira ao Fórum, a minha irmã contou-me que, quando entrou na porta do prédio ouvia o miar ininterrupto do Mickey.

Entrou em casa, ele estava encostado à porta, nunca ela o viu tão agitado.

Não estava habituado a ficar sozinho, pois tinha a companhia do Dis.

Ora, há alguns dias que a minha irmã  tem verificado que sempre que sai de casa, e o Mickey fica sozinho, quando ela chega, ele vai buscar a manta que está no sofá, e põe-na na entrada da porta.

O gato sente a falta do Dis.

O que eu penso: será que ele põe a manta ali para a minha irmã pegar nela e  trazer o Dis de onde o deixou?

Incrível o sentimento destes animais.

E este é muito malandro, mesmo, mas muito,muito meigo.

Aqui o Mickey, em 2017.