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Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

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Úlceras orais num gato de rua

Notícias do gato Boris, aquele, que estava a deixar de comer, e sobre quem, as moscas verdes pousavam, como havia contado aqui .

A veterinária da câmara veio vê-lo. Ele tem úlceras orais, daí a baba, as dores. Era isso que o impedia de comer. Ele já não comia normal há três dias. Levou antibiótico injetável, e ao fim de duas horas já conseguia comer, e como comia, tadinho, estava cheio de fome. 

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Hoje voltou a levar o antibiótico, e terá ainda mais uma toma. Ao que parece isto passa, mas pode sempre voltar, infelizmente, também dada a condição de ser gato de rua.

Apesar de estar dentro de uma jaula, está no lugar seguro, quentinho , cheio de mimos e comidinha boa e adequada a ele, está bem tratado e aconchegado.

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Quando as moscas verdes pousam num gato doente

Há um gato da colónia dos Chães, o Boris, que está a precisar de cuidados veterinários. A veterinária vem cá, mas o problema é que ele não vai colaborar, ele dá turrinhas, deixa fazer festas, mas não se deixa tocar.

Está num estado horrível, afeta os dentes, boca, fica com baba. Isto é um problema que surgiu na colónia e que aos poucos os vai levando. Tem emagrecido muito e até às moscas verdes já andam pousadas nele.

Fui pesquisar sobre o que poderia significar as varejeiras já andarem em cima dele, quando, apesar de tudo, ele ainda está vivo. Pelo que li, são larvas que se alimentam das feridas, mas ele não tem feridas.

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Ainda hoje me veio esperar á porta do carro. Mesmo rouco, faz "miau" a pedir ajuda. Tentei lhe dar água com uma seringa, porque o vi a olhar para o recipiente e a tentar beber, sem conseguir, mas ele assanhou se e arranhou me. Fui logo desinfetar porque é um gato doente.

Julgo que uma daquelas redes de caputra,   dava jeito para a veterinária dar medicação injetável. Há câmaras que têm.

São estas situações que nos entristecem e nos fazem sentir impotentes. 

Eram tantos, mais de vinte. Tantas lutas. Pensei que seria uma missão para muitos anos, mas vejo que a colónia está a fechar se.

Actualização 

28/10/2025

O Boris esta noite não  vai ficar ao relento, vai ficar num lugar seguro, até a veterinária o ir ver. Talvez se tenha deixado apanhar porque está a perder as forças. Estava todo molhado da chuva.

Já está seco e aconchegado. Esperemos que ainda se possa fazer alguma coisa, mas tenho consciência que pode não haver muito a fazer.

A morte de um gato de rua, muito especial

Como já aqui referi, sou cuidadora de gatos de rua. O Cacau teve uma história de vida difícil. Foi aqui deixado ou perdido, já castrado, e era tão meigo, que certamente teve uma família, não tinha chip!

Viveu num quintal, onde estava protegido por alguns anos. Depois foi expulso e veio para a colónia que era do outro lado da estrada. Aqui foi amado, acarinhado. Quem passava pela colónia, as pessoas de bem, crianças, jovens davam-lhe carinho e ele retribuía, sempre com um olhar doce e ternurento.

Mas era muito inocente e passava muito tempo à chuva, talvez isso lhe tenha feito mal.

Assim que ficou doente tentamos apoio para ser consultado, mas a câmara não tinha verba. Nós, duas cuidadoras, o levamos por iniciativa própria ao veterinário. Talvez fosse tarde, mas ainda havia esperança. Foi observado e medicado.

Estava a respirar bem, não tinha febre. A sua barriguinha é que estava muito inchada.

Infelizmente deixou-nos durante a noite do dia 13 de julho!

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O problema da partilha dos recipientes

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Os gatos das colónias partilham os mesmos recipientes, se algum tiver alguma doença transmissível, passa aos outros,  infelizmente. E nem todas as doenças têm cura.

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O Ceguinho está debilitado, já fez antibiótico e agora está a tomar vitamina anima strah, vamos ver se melhora. Ele já tem muita idade,  para a dura vida de gato de rua.

O Riscas, o 🐈 amarelo, está doente

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O Riscas andava a ficar magro, mas aparentava ter sempre muito apetite. Ele que só comia ração e uma ração específica, passou a querer comer tudo e mais alguma coisa. 

Pensei que era uma fase, mas mesmo assim levei o ao veterinário. Depois de apalpação, de análises e de citologia, veio a notícia de que não estava nada, mas mesmo nada, à espera: um linfoma, ou seja, cancro no sangue.

Ficamos devastados. 

Como é que isto aconteceu, se sempre lhe dei os melhores cuidados, a todos os níveis!? Ao que parece é como acontece nos humanos, não há explicação!

Agora é dar a medição, cuidar, dar muitos mimos, para que tenha uma vida ainda boa e que não sofra!