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Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

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Tarefa do fim de semana

A construção e implementação deste abrigo!

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Já tinha visto na Internet e já me tinham falado desta ideia, mas só quando a Marta me mandou a imagem e as instruções, o vídeo, é que se fez luz na minha cabeça e decidi tentar!

Tinha de arranjar uma caixa de plástico grande com tampa, esferovite (como não consegui uma caixa, arranjei estas placas), sacos térmicos...

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A ideia era isolar a caixa com os sacos térmicos depois a esferovite, para proteger do frio e da chuva. Aqui em casa, foi o marido que teve a brilhante ideia de usar uma cola de silicone à prova de água.

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A parte difícil foi fazer a porta. Não dava com o x-acto. Então primeiro fizemos um pequeno furo com uma chave, depois serramos com um serrote, mas não foi fácil, porque estava sempre a querer rasgar, depois tive de limar para não deixar nada que os pudesse cortar.

A função do porta-paletes era para a caixa não ficar rente ao chão e assim não apanhar a água da chuva, como já tinha sucedido com o abrigo anterior.

O abrigo ficou pronto e esta noite, já alguém lá ficou, e ficou um pouco mais quentinho... e com alimentação e água ao lado!

o que fazer se encontrar um gato ferido na rua!?

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Na semana passada, uma vizinha da rua ao ver-me a dar comida á Panterinha, disse-me que estava um gato ferido na beira da estrada. Fui lá ver,  e sim, estava muito ferido, as patinhas traseiras cheias de sangue e um olhar triste.

Era gato de rua. Não havia um dono para contactar. Então eu disse à senhora que ia tentar fazer uns contactos a ver se conseguia ajuda. Não estava com o telemóvel, não tirei fotografia. Vim até casa fiz uns contactos. Estava difícil, quase ninguém atendia. Já passava das 17h. Canil municipal fechado, associação da zona não atendia. Também me aconselharam a GNR, mas por causa de uma situação passada, pensei que não iriam ligar e achar que era apenas um gato.  Liguei à clínica a pedir valores, e fiquei desesperada. Eu não sou forreta, se tivesse esse dinheiro eu pagava sem problemas, o pior é que não tinha esse dinheiro, nem tinha como o conseguir.

Só eu sei como fiquei triste, desesperada. É de lamentar que não haja quem trate estes animais sem fazer cobranças. Alguma entidade, que perante esta situação especial, fizesse como urgência.

Fui de novo ao local com o telemóvel para tirar fotografia, só que...o gato já lá não estava. Segundo aquela vizinha o animal esteva lá desde a hora de almoço e agora de repente, tinha desaparecido!? Tinha passado  cerca de meia hora! Entretanto a associação respondeu queriam saber do gato, e eu já não sabia dele.

Será que quem atropelou o animal ouviu a  conversa e com receio de ser descoberto, resolveu se desfazer do animal?! A conversa foi na rua, e mesmo dentro de casa, podia ter ouvido. Foi  só uma suposição.

Mas quis ser positiva e pensar  que talvez alguém o tivesse levado a um veterinário, alguém com posses e com compaixão pelos animais. Perguntei na clínica que alguém tinha levado, mas aqui na zona, não.

Que terá acontecido? Não sei. Mas senti uma certa culpa por não ter podido fazer nada! É frustrante!

Já alguém passou por alguma situação semelhante? Como se deve proceder? Se calhar em cidades grandes há mais meios, mas em vilas pequenas deve ser mais complicado!

Faz falta haver mais humanidade e compaixão pelos animais...

Cuidar dos gatos da minha rua

Já se tornou um hábito diário. Duas vezes por dia. Como são cerca de 10, além de deixar ração, são duas latas grandes de patê. Queria deixar de dar patê, porque está a ficar caro para mim, mas depois, quando só ponho ração, vejo o desagrado deles, e volto a dar a comida húmida. Também, sendo eles de rua, é um dos poucos mimos que podem ter.

Depois, além da ração, é o abrigo. Tenho algumas caixas de cartão, forradas a plástico, para os proger, e também uma de plástico, com cartão dentro 

A Panterinha por ser a mais pequena do grupo, tinha lhe feito uma destas caixinhas, mas, os outros só a permitem  usar, quando eles não estão.

Aquela bichana é a gracinha do grupo. Quando não tem vaga dentro da caixa  fica do lado de fora.

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IMG_20191030_083755.jpgLamentavelmente, a alimentação a gatos de rua, continua a ser proibida, e há quem me faça lembrar isso. No entanto, eu tenho consciência que cumpro as normas, pois deixo sempre o local limpo, sem qualquer perigo para a saúde pública. Não sei o que seria destas pobres criaturas, se não fosse a boa vontade das pessoas que os alimentam.

Há leis mesmo absurdas, e esta cruza-se com um dos princípios básicos da humanidade que é o direito a não morrer de fome e de sede!

A Panterinha faz-me lembrar alguém

Antes não sabia se era macho ou fêmea, agora já sei, é uma menina, a Panterinha.

Já a conheço desde bebé, desde que a vi nas traseiras do meu prédio, nuns arbustos, a que chamei de esconderijo, a mamar na sua mamã, pequenina e indefesa.

Não lhe conheci mais irmãos. Comecei a dar-lhe comida, e a bichana, agradecida, procurava-me, mas sempre com medo. 

Passados 4 meses já saí do esconderijo e vem até à minha porta. 

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Aqui, ela depois de me ter visto na viatura...

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Tal como fazia o Alone (gato que desapareceu cá da rua).

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Panterinha a espreitar por esta brecha da porta!

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Tal como fazia o saudoso Alone.

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Por vezes vem com o seu grupo...

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Tal como fazia o Alone.

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Tenho muita pena que não haja alguém que se encante por esta "menina" e a leve para casa, enquanto ela é jovem, porque depois será mais difícil.

É uma bichana adorável!

Um, dois, três panterinhas

Esta manhã á saída de casa, era este o cenário.

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Logo os três pretinhos da rua. Para já, ainda conhecemos bem o "nosso" Panterinha, porque é pequenino, mas quando ele crescer, vai ser complicado, saber qual é!

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Ele já saí do esconderijo e já vai, ter com os outros, já sabe onde moro, até  parece que sabe qual é o meu carro...

Já esteve constipado, mas parece que já recuperou e ganhou forças/defesas.

É muito ladino. Hoje consegui fazer-lhe festinhas. Foi a segunda vez! 

Do sábado chuvoso

Como já aqui disse, há um gatinho muito  novinho na minha rua. Um pretinho lindo, arisco, medroso a quem chamei Panterinha, e ele já responde pelo nome.

Está sempre escondido nos arbusto, e como ele nem sempre se junta aos outros para comer, deixo-lhe a comida debaixo dos arbustos onde ele "vive"!

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No sábado chovia, e eu arranjei um abrigo, para ele ficar mais confortável, mas ele parecia ter medo de ir para lá. Ficava lá num buraco, todo encolhido, fez-me tanta pena.

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Talvez este abrigo tenha algo de errado para um gato, mas estava seco! Fiz  com coisas que tinha no sótão!

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Agora, apesar da chuva, ainda não faz frio, mas depois com frio, ele sempre ficava mais aconchegado. Os outros vão para um alpendre que há aqui perto, mas este ainda não sai aqui deste lugar...

Se ao menos alguém o adotasse...

O Panterinha merece um lar

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Este é o Panterinha, um gatinho bebé aqui minha rua. Ele fica atrás de uns arbustos sozinho. É muito medroso (trato-o por macho, mas até pode ser fêmea), não se junta aos outros, e muitas vezes os outros não o deixam comer. Então eu coloco a comida lá debaixo dos arbustos, mas outras vezes ele vem ter com os outros, mas sempre receoso!

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Gostava imenso que alguém responsável o levasse para casa, porque este bichano é fascinante, é ladino, é uma fofura!

Claro que todos mereciam um lar, mas muitos destes gatos já estão habituados à rua, mas este ainda é pequenino, facilmente se habituaria a uma casa.

Os gatos pretos têm um encanto especial, acho que me enfeitiçam. Além do meu Rafael e deste Panterinha, acompanho a Pretinha do parque de estacionamento do supermercado da minha zona e há dois na rua, todos  meigos! Cinco gatos pretos, cinco tesouros!

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