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Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

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Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

O Panterinha merece um lar

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Este é o Panterinha, um gatinho bebé aqui minha rua. Ele fica atrás de uns arbustos sozinho. É muito medroso (trato-o por macho, mas até pode ser fêmea), não se junta aos outros, e muitas vezes os outros não o deixam comer. Então eu coloco a comida lá debaixo dos arbustos, mas outras vezes ele vem ter com os outros, mas sempre receoso!

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Gostava imenso que alguém responsável o levasse para casa, porque este bichano é fascinante, é ladino, é uma fofura!

Claro que todos mereciam um lar, mas muitos destes gatos já estão habituados à rua, mas este ainda é pequenino, facilmente se habituaria a uma casa.

Os gatos pretos têm um encanto especial, acho que me enfeitiçam. Além do meu Rafael e deste Panterinha, acompanho a Pretinha do parque de estacionamento do supermercado da minha zona e há dois na rua, todos  meigos! Cinco gatos pretos, cinco tesouros!

Os gatos aqui da rua

Por aqui há sempre gatos, uns vão, outros continuam, outros chegam.

O Oreo é atualmente o mais antigo aqui da rua. Já foi o líder, mandão, o chefe agora é um gato submisso. Mas é o que tem mais afinidade comigo. Eu também tenho um imenso carinho por ele.

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Depois há o Panterinha (ainda bebé), que ainda tem medo de se aproximar de mim, mas sabe que o sustento! Tem o Oscar como amigo.

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Depois há o Piano, do mesmo padrão cinza/branco como o saudoso Alone. 

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Deste grupo há ainda outro do mesmo padrão, o Gordo. Também há mais um pardo! Até o Panda, que aparece de vez em quando, talvez tenha dono.

Contabilizando, alimento sete gatinhos aqui da rua. Mas há cá mais uns quantos, só que esses vão mais para o outro lado da rua.

É de partir o coração

O Banhoca, é diferente dos outros gatos de rua. Os outros quando vou dar comer, ficam logo a comer, e até a disputar a comida. O Banhoca até tenta comer o patê, mas fica com a respiração ofegante, e possivelmente não consegue comer/ingerir.

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Enquanto os outros, neste vídeo o Oreo, come, ele (Banhoca) vem dar turrinhas. Até parece que está a pedir ajuda. Fico triste, por não poder ajudar. Gostaria de o levar ao veterinário, mas não posso. E não é porque não quero gastar dinheiro, é porque não tenho. Era tão bom se existisse um hospital veterinário público! Não me importava nada que os veterinários fossem funcionários públicos com as regalias que os mesmos têm, desde que tratassem estes pobres animais.

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O Banhoca até pode ter chip, até pode ter dono. Alguém que o tivesse perdido, o quisesse de volta, o viesse buscar e pagasse as despesas. Mas não tenho como saber!

Fico "derrotada", impotente. O vale gostar dele, mas não o poder ajudar, não poder resgata-lo!?

 

Quando um gato de rua já foi de casa

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Este gato quando apareceu aqui no bairro, era gordinho e de pêlo brilhante, era meigo com as pessoas. Devido a esta última característica, eu suponho, que já foi gato de 🏠, de alguém. Terá sido abandonado, pode ter-se perdido, ou alguém o terá por aqui deixado. 

Agora, assim que me vê vem a correr ter comigo, e não é só comida que quer de mim, quer atenção. Mas é estranho o tão sujo que está, por isso, por precisar tanto de banho, o chamamos de Banhoca. É que mesmo os outros gatos de rua não estão assim tão sujos!

Mas é esquisito com a comida, só quando  percebe que naquele momento só há aquilo, é que come.

Já me estou a afeiçoar a ele. É que não consigo, apenas dar comida, e não sentir nada! Eles começam a dar-me turrinhas, a miar pra mim, fazem aquele olhar, e pronto, já me conquistaram!

 

Homenagem a um gato de rua, muito especial

Em finais de abril, o gato da minha rua, de nome Alone, desapareceu. Durante algum tempo, julguei que era mais um dos seus habituais desaparecimentos, e que voltaria, como sempre aconteceu. Entretanto cerca de dois meses e tal depois, essa esperança, de que ele volte, já não a tenho!

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Questiono-me tantas vezes o que lhe terá acontecido. Pode ter sido atropelado, pode ter sido envenenado, pode ter sido caçado! Não sei! Não sei que fim ele teve. Mas concluo que ele já não esteja entre os vivos, a não ser que alguém se tenha encantado por ele, e o tenha levado para casa...

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Foi o gato de rua mais especial que conheci, fazia parte dos três mosgateiros.

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O Alone quando eu chegava à rua, ia-me me esperar ao carro. Conhecia bem a minha viatura.

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Dava-me turrinhas, pedia comida e pedia festinhas. Chegou a entrar no meu prédio, julgo que queria ir comigo para casa.

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Não sei se ele depois de tantos anos na rua, seria feliz dentro de um apartamento, mas também nunca o pude levar. Não tinha espaço, nem condições para sustentar mais um gato.

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Ele foi terapia para mim durante tempos difíceis. A sua dedicação e ternura por mim, fazia-me sentir útil, importante!

 

Nunca mais, um outro gato me voltará a ir esperar à porta do prédio com aquele miar doce, nem voltará a ir esperar ao estacionamento.

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Não lhe cheguei a agradecer tudo o que ele fez por mim, porque ele fez por mim, mais do que eu fiz por ele. Tenho muitas saudades dele! Acompanhei-o durante quase três anos, não o irei esquecer!

A Pretinha tinha tanta fome

Já se tornou um hábito diário encontrar esta gatinha no parque do supermercado que fica perto da minha casa.

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Hoje antes de entrar no supermercado via-a, e ela deve me ter reconhecido, foi a miar atrás de mim. Uma senhora meteu conversa comigo por a ver atrás de mim. Tive de a enxotar,  e quase que era atropelada.

 

Entrei no supermercado, comprei um patê e fui levar-lhe. Estava esfomeada, gemia de fome. Devorou aquilo num instante.

 

Voltei a entrar no supermercado, fiz as minhas compras e trouxe uns pates. Voltei a encontrar a Pretinha, que continuava a miar. Dei-lhe outro patê que voltou a comer num instante.

 

Como é possível, ter tanta fome, passar fome, quando até tem dono. Ela tinha lágrimas nos olhos, que vontade de pegar nela e trazer pra casa. Custa-me assistir a isto, faz-me pena. Um bichinho tão meigo.

 

Mas não podemos levar todos pra casa, se não a esta altura, já tinha a casa lotada!

Gatos de rua: há uns que vão e outros que chegam

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Banhoca porque está sempre tão sujo, que precisava de banho; Gordo, porque apesar de viver na rua, está gordinho.

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A Pretinha não é da minha rua, mas é cá do bairro, está sempre com muita fome.

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Oreo, o único da "velha guarda" que por cá se mantém, apesar de parecer um sombra daquilo que era antes.

Fico triste de ver alguns desaparecerem, é triste não saber o que foi que lhes aconteceu. Mas há novos seres a precisarem e agora é neles que tenho de pensar.

Fica para outro dia uma homenagem ao Alone!

 

Estudando o comportamento dos gatos

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Como já referi num post anterior, há um novo gato aqui na rua. Acontece que este, tal como o Oreo ribatejano e o Alone, vêm para a minha porta, e isso faz com que fique mais atenta (os outros que existem por cá, não se concentram no meu prédio, mas andam por toda a rua).  Na hora de dar comer, o novo gato, o Panda, dá patadas aos outros e quer a comida só para ele, e os outros nem devolvem as patadas, simplesmente acomodam-se!

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Comparadando esta situação no mundo dos humanos, quando chega um novo elemento a um grupo, é ele que tem de ter a humildade de se adaptar, mas com estes felinos, este chegou, viveu e venceu!

 

De novo a vista da minha janela cá para baixo onde andam os três por ali à espera que lhes vá dar comida, reparem quem olha para mim, assim que olho pela janela!? O Alone!

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Espero que se comecem a dar bem, como no tempo do Naná! Eram os três unidos e companheiros!

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