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Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

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A doce e destemida Panterinha está desaparecida

Da minha varanda das traseiras estava sempre a vê-la (tirei esta foto da mesma). Construi este abrigo e coloquei este ponto de comidinha para ela. Passou lá dentro todo o inverno . Só desde março é que já não ia lá para dentro, porque já não fazia tanto frio, mas era ela que mais usava o ponto de comidinha. Ela sabia que nunca passaria fome, por isso raramente saía dali.

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A primeira vez que a vi nestes arbustos era pequenina e estava a mãe estava a  amamentá-la.  A mãe era uma gata branca e preta, que também a dada altura deixei de a ver.

Tinha um andar peculiar que fazia com que a distinguisse bem dos outros da mesma cor. Era arisca, mas confiava em mim. Ia-me esperar ao carro na esperança que lhe trouxesse um miminho. Andava a ficar com o pelo meio castanho, talvez devido ao sol.

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Não estava esterilizada, mas nunca tinha engravidado, mesmo depois de a ter visto acompanhada de um Panterão.

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Mas desde a passada sexta-feira, ou seja, faz hoje oito dias dias, que deixou de aparecer. Não estava doente.

Estava talvez, magra. Estava para a tentar desparasitar colocando um comprimido no paté.

São estes desaparecimentos, estas perdas que me  deixam triste e impotente. Já me disseram "mas não podes simplesmente ajudar, alimentar, sem te afeiçoares!?" Pois, mas não consigo! Há gatos que nos ajudam também, que nos mostram gratidão, como não afeiçoar? Como não sofrer quando os perdemos de vista? Imaginar que foi atropelada, que alguém lhe fez mal.

Ela era tão especial! Que bom seria que estivesse bem e com alguém para a vida...

Eu não teria capacidade psicológica para trabalhar numa associação, pois imagino que essas pessoas tenham este tipo de desgostos (além de outros obstáculos) várias vezes e é preciso grande coragem para os superar! São verdadeiros super-heróis e super-heroínas! Admiro-os imenso! Gratidão/admiração é o que sinto por estas pessoas!

 

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O gato Jorge, afinal está vivo

Desde abril que o Jorge (irmão do Rafael e da Joana), tinha desaparecido. Julgamos que tivesse morrido atropelado ou de qualquer outra forma. Tanto ele como a Joana têm dono, mas como vivem no campo, não estão fechados, e apesar de haver muro à volta, eles por vezes saltam.

Entretanto a semana passada, o Jorge foi lá. Estava lindo de pelo brilhante e gordinho. Deduzimos que estivesse em casa de alguém. 

Mas se foi isso, porque foi ele lá!? Será que sentiu saudades!? E o mais engraçado: sentou-se lá numa cadeira no alpendre, onde era seu hábito estar.  Depois deixou que lhe fizessem festinhas. comeu no mesmo local de antes, deu uma volta pela horta, e no outro dia de manhã já não estava.

Sentimos tanta emoção, por o ver, saber que está bem. Certamente num lugar melhor.

Só ficamos curiosos de saber por onde andou. Sabemos que está feliz e bem cuidado...

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Os gatos aqui da rua

Por aqui há sempre gatos, uns vão, outros continuam, outros chegam.

O Oreo é atualmente o mais antigo aqui da rua. Já foi o líder, mandão, o chefe agora é um gato submisso. Mas é o que tem mais afinidade comigo. Eu também tenho um imenso carinho por ele.

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Depois há o Panterinha (ainda bebé), que ainda tem medo de se aproximar de mim, mas sabe que o sustento! Tem o Oscar como amigo.

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Depois há o Piano, do mesmo padrão cinza/branco como o saudoso Alone. 

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Deste grupo há ainda outro do mesmo padrão, o Gordo. Também há mais um pardo! Até o Panda, que aparece de vez em quando, talvez tenha dono.

Contabilizando, alimento sete gatinhos aqui da rua. Mas há cá mais uns quantos, só que esses vão mais para o outro lado da rua.

Homenagem a um gato de rua, muito especial

Em finais de abril, o gato da minha rua, de nome Alone, desapareceu. Durante algum tempo, julguei que era mais um dos seus habituais desaparecimentos, e que voltaria, como sempre aconteceu. Entretanto cerca de dois meses e tal depois, essa esperança, de que ele volte, já não a tenho!

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Questiono-me tantas vezes o que lhe terá acontecido. Pode ter sido atropelado, pode ter sido envenenado, pode ter sido caçado! Não sei! Não sei que fim ele teve. Mas concluo que ele já não esteja entre os vivos, a não ser que alguém se tenha encantado por ele, e o tenha levado para casa...

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Foi o gato de rua mais especial que conheci, fazia parte dos três mosgateiros.

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O Alone quando eu chegava à rua, ia-me me esperar ao carro. Conhecia bem a minha viatura.

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Dava-me turrinhas, pedia comida e pedia festinhas. Chegou a entrar no meu prédio, julgo que queria ir comigo para casa.

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Não sei se ele depois de tantos anos na rua, seria feliz dentro de um apartamento, mas também nunca o pude levar. Não tinha espaço, nem condições para sustentar mais um gato.

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Ele foi terapia para mim durante tempos difíceis. A sua dedicação e ternura por mim, fazia-me sentir útil, importante!

 

Nunca mais, um outro gato me voltará a ir esperar à porta do prédio com aquele miar doce, nem voltará a ir esperar ao estacionamento.

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Não lhe cheguei a agradecer tudo o que ele fez por mim, porque ele fez por mim, mais do que eu fiz por ele. Tenho muitas saudades dele! Acompanhei-o durante quase três anos, não o irei esquecer!

Quando os gatos desaparecem

Já passou uma semana desde que dois gatos, desapareceram. Não são meus, mas tenho muita afeição por eles. Um é o Alone, que é da minha rua, e o outro é o Jorge, irmão do meu Rafael, que vive numa casinha de campo, com horta, espaço e muro. O Alone já desapareceu outras vezes, mas não nesta altura do ano, já cá está na rua há cerca de três anos e o Jorge tem dois anos tal como o meu Rafael! Eles não se conhecem pois vivem a cerca de 3km um do outro, mas por coincidência desapareceram na mesma altura.

 

O Jorge não era de saltar o muro, pois sendo um gato pachorrento, passava os dias dentro das imediações da casinha. Mas tinha liberdade para saltar o muro, se quisesse. em dois anos raramente o fez.

 

O Alone, bem o Alone, já era um pouco meu. Sempre à minha porta, fazia uma festa quando me via, dava-me turrinhas, conhecia a o meu carro, um doce, muito grato. Deu-me tanto...E agora parece ter desaparecido. Já andei aqui nas imediações, campo, valetas, arvoredos a procurá-lo e nada! É triste! Que lhe terá acontecido? Terá sido atropelado?

 

Disseram-me para não me afeiçoar, para alimentar, mas para não criar laços, porque depois sou fraca, e fico logo triste. Mas quem é que consegue, não se afeiçoar!?  Há sempre aqueles que nos tocam mais. e o Alone, estava com ele todos os dias e mais que uma vez.

 

Julgo que não estamos na fase do acasalamento dos gatos, mas a minha esperança, é que tenham ido namorar  e que ainda voltem!

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Menos um gato na minha rua

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Fazia parte do trio que estava sempre á minha porta, ao qual cheguei a chamar de "os três mosgateiros". Inicialmente julguei que era uma gata, e até  parecia ser a namorada do Alone, já que se davam muito bem. Depois percebi que era macho, mas apenas tinha um tintin!

 

Andava sempre a por-se de barriga pra cima!

 

Foi uma vizinha que o encontrou ferido nas patas, tentou colocá-lo na transportadora, para o levar à veterinária, mas o bichano não quis e ainda arranhou a vizinha. Desde esse dia nunca mais apareceu, e a minha vizinha diz que deve ter morrido. Na véspera de natal andei à procura dele, e no próprio dia de natal à tarde também percorri tudo aqui à volta e nada! Custa-me pensar que deve ter sofrido. Um bichinho tão meigo e doce, merecia um melhor final! Não me conformo! Estou triste. Nos últimos dias ele comia pouco, se calhar já era as patinhas e eu não percebi, e acabei por não valorizar, o facto de estar a comer pouco...

 

Ainda ontem me disseram porque me afeiçoo aos gatos de rua, ao que respondi, porque eles são generosos comigo. Aquele bicinho vinha sempre ter comigo, assim que me via corria para mim, como posso não me afeiçoar a um ser assim!?

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A ausência do Alone

Bem sei que o Alone é um gatinho de rua, que não dá satisfações a ninguém, que aparece quando quer. Sei também dos perigos a que está sujeito. Sei disso tudo. Mas sempre que ele fica dois dias sem aparecer, fico preocupada. Estou tão habituada a vê-lo todos os dias à porta do meu prédio, e mais que uma vez por dia, que quando se ausenta, fico triste. Penso: Será que lhe fizeram mal? Será que foi atropelado? Será que está por aí ferido? Será que foi namorar? Será que já não volta!?

 

Suponho que foi sexta-feira de manhã a última vez que o vi.

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Actualização às 19:13h de hoje: o Alone voltou e super esfomeado!

Porque desapareceram os gatos da minha rua?

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Tal como a Marta, eu também dou nomes aos gatos de rua, aos gatos de ninguém, não só porque eles merecem um nome, mas também para os distinguir. Por exemplo, distingo o Alone do Velhote, porque o Alone tem um pata dianteira cinzenta e o Velhote tem as duas brancas. E agora, não sei porque estão todos desaparecidos: O Jaune (amarelo em francês), o Branquito, o Oreo Ribatejano, o Panterinha, e o meu mais querido, o Alone! Só a Naná (supostamente fêmea e considerada namorada do Alone) tem aparecido.

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Não sei, se por serem machos, saíram em busca de fêmeas, ou se alguém os levou, e para que fim...

 

Até os recipientes  onde costumava deixar comidinha, desapareceram de lá.

 

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Bichanos queridos, voltem por favor, que sinto a vossa falta! Saudades desta vista .