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Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

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Calvin Esparguete um gato Lisboeta

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Acho que foi na sexta-feira,  estava a ver televisão, o programa "A tarde é sua" um programa que gosto. Começo a ouvir falar de um gato, de nome Calvin. A principio, ao ver e perceber que era um gato com dona, mas que era livre, de andar por aí, fiquei preocupada. Livre de andar por Lisboa, meio urbano, de um lado para o outro. Mostraram o itinerário dos sítios que ele percorria. Chega a ir a vários quilómetros de casa, mas volta sempre. Chega a ficar em casa de pessoas, entra em lojas. Chegou a estar 6 meses sem aparecer, e depois apareceu à porta de casa, como se nada fosse. Ele tem uma chapinha na coleira com nome e telefone, e quando alguém o encontra telefona aos donos para o irem buscar.

 

Pensei para comigo, "se fosse um meu eu não o deixava andar por aí ainda é atropelado ou ainda o matam". Mas depois na entrevista a dona disse, que aquele gato se ficar preso em casa fica triste. Ela disse que assim é que ele é feliz! Acho que até entendo... O gato tem 16 anos, está com esta família desde bebé...isso deve querer dizer,  que é feliz assim.

 

A dona deste gato que também é jornalista, escreveu um livro sobre ele. Segundo ela o livro tem as aventuras do bichano algumas completamente verdadeiras e outras com um toque de fantasia, é o gato que narra as suas histórias.

 

Já estou com vontade de o  ler!

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E também tem Facebook .

 

O gato Aquiles é a nova mascote do Mundial da Rússia

Há um  gato de nome Aquiles,   branco e surdo que vive em São Petersburgo, e que tem, segundo dizem,  poderes extra sensoriais, e faz previsões dos jogos e tem acertado.

 

Para fazer as suas previsões, o gato é colocado em frente às bandeiras dos países que estão em jogo, cada uma com uma tigela de comida. A tigela que escolher, representa a previsão da vitória.

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Que bom que é um gato desta vez, acho que já escolheram um polvo numa ocasião e um porco noutra.

 

È caso para dizer: Bons palpites, Aquiles!

Que sejas feliz agora, Toby

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De certo que já ouviram falar de Toby, o gatinho que foi entregue pela sua família a um novo lar. Mas como ele não percebeu o porquê desta "entrega", percorreu 20Km para regressar para junto da sua família. No entanto, esta família, ao invés de ficar comovida e rendida pela fidelidade do seu gatinho, resolveram entrega-lo a um abrigo para que o abatessem.

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Como é que conseguiram, vendo o esforço dele!? As pessoas têm tanto a aprender com os animais.

 

No entanto, o abrigo público recusou-se a abate-lo e invés disso, contactaram a SPCA para tratar dele, para depois tentarem que alguém o adotasse.

 

O teste deu  positivo para o vírus da imunodeficiência felina, e também tinha uma infecção respiratória superior. A infeção demorou a tratar, mas foi tratada.

 

Contam que o gato rapidamente se afeiçoou ao pessoal que o tratou. Quando a história deste gatinho foi colocada nas redes sociais houve logo alguém que quis ficar com ele, sem qualquer receio, e já tendo dois gatos.

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Que seja feliz e que nunca mais mais sinta o desprezo e o abandono! Que o carinho, o amor, e os cuidados sejam em abundância, já que ele é um doce e retibuirá...

Encomendas felinas!

 

Todos sabemos como os gatos têm uma adoração especial por caixas! 

Nestes casos, esse fascínio poderia ter-lhes custado a vida e valeram, por certo, muitos nervos e preocupação aos donos.

 

Uma gatinha, na Itália passou por um mau momento quando resolveu enfiar-se dentro de uma caixa, onde acabou por adormecer.

O dono da gata, sem saber que ela estava na caixa de papelão, fechou a caixa e enviou-a para o seu destino final – a centenas de quilômetros de distância.

A caixa esteve viagem por quatro dias, e a gata permaneceu no seu interior durante todo esse tempo. Quando a encomenda chegou a Vicenza, os funcionários do correio local ficaram alarmados ao ver uma caixa a mexer e decidiram abri-la, encontrando a gata que, apesar de desidratada, estava melhor do que seria de esperar.

Felizmente, conseguiram identificar o dono que, desesperado à procura da gata que tinha desaparecido, ao saber onde ela estava, dirigiu-se de imediato para o local.

 

 

 

Também em Inglaterra ocorreu uma história semelhante.

Uma gata, de oito anos, estaria a dormir dentro da caixa de cartão quando a dona, Julie Baggott, sem se aperceber da sua presença, fechou a encomenda de DVD's e a enviou pelo correio para um cliente.

Foram oito dias que a gata esteve fechada na caixa, levada pelos serviços de correio de Inglaterra, de uma distância de 418 quilómetros, entre as localidades de Falmouth, na Cornualha, e Worthing, em West Sussex.

O grupo de serviços veterinários ajudou a encontrar os donos de Cupcake através do "microchip" de identificação do animal.

E também esta história teve um final feliz.

 

Mas talvez estas duas gatas tenham ficado um pouco traumatizadas com caixas! Ou então, não!

 

 

 

Omar, um gato muito grande

Já tinha ouvido falar da raça  maine coon, como sendo uma raça de gatos grandes, e, acrescento eu, fofinhos.

 

E o gato de que se fala no momento é o Omar, que vive com a sua família humana na Austrália. Tem quatro anos, e é considerado o maior gato do mundo. Tem 1,20 metros de cumprimento e quase 14 quilos. Tem traços amarelos, e faz-me lembrar o meu Riscas só que numa versão XL.

 

É um gato com hábitos iguais  a tantos outros, gosta de brincar, de dormir, come ração para gatos , o que tem de diferente é o facto de  ao jantar comer carne de canguru,  mas até isso não é tão estranho, na Austrália.

 

Há cerca de 15 dias a sua dona criou-lhe uma conta no instagram, que está a ser um sucesso!

 

No caso do Omar, espero que tanto peso não lhe faça mal, e que seja caso para dizer que,  gordura é formosura...

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Gatos clonados

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Há muito que se ouve falar de clonagem de animais, tendo ficado conhecida na história a famosa ovelha Dolly.

Mas também os gatos já passaram por essa experiência.

CC (CopyCat) foi a primeira gata clonada, tendo nascido num laboratório a 22 de dezembro de 2001, a partir de uma célula retirada de uma gata tricolor chamada Rainbow, e inserida num outro embrião de gato. Esse embrião foi implantado numa mãe de aluguer - Allie.

A gata CC tem a mesma constituição genética de Rainbow, mas não tem a coloração laranja desta, uma vez que, por norma, apenas duas cores são passadas na clonagem de gatos tricolores.

 

 

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Mark Westhusin e Tae Young, do Colégio de Medicina Veterinária da Universidade A&M, no Texas, seguram a gata CC.

 

 

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Em 2011, altura em que completou 10 anos, CC estava, como seria de esperar, mais velha e gordinha, e mais lenta por causa da idade, mas os seus donos, Duane e Shirley Kraemer, consideram-na uma experiência de sucesso, e afirmam que ela é como qualquer outro animal da sua espécie.

 

 

Mais tarde, uma experiência semelhante deu origem a Tabouli e Baba, duas gatas também clonadas. 

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No entanto, embora se considerasse, na altura, que a clonagem se tornaria um negócio rentável, acabou por se revelar um fiasco, acreditando-se que as experiências terminaram pouco tempo depois.

 

A clonagem, para além de permitir a algumas pessoas ter um determinado tipo de gato, seria vista, por alguns, como uma forma de "ressuscitar" ou prolongar a vida dos gatos de cada família, uma vez que têm uma curta vida, quando comparada com a dos donos.

 

 

Qual é a vossa opinião sobre a clonagem, nomeadamente, em animais? 

 

Já vi o filme do James e do Bob

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Finalmente consegui ver o filme, em casa, já que cá em Portugal não chegou ao cinema.  Eu já tinha lido os livros e estava na espectativa de ver tudo aquilo que eu tinha lido e imaginado transformado em filme. Como ver os locais, ver as partes deles  no autocarro com o Bob á janela, as cantigas nas ruas, a venderem a revista. Gostei. Gostei muito, emocionou-me, parece que a história ainda ficou mais real, mais autêntica.

 

Notável,  o  poder, a energia, a sensibilidade que  um gato pode ter, para salvar e mudar a vida de um pobre homem, e ao mesmo tempo a sorte que o próprio gato teve na pessoa que escolheu. O James era uma pessoa de bons princípios, que estava em "apuros" , a precisar de uma mão amiga, aliás, de uma pata amiga. Agora entendo bem o significado, quando diziam que eles eram almas gémeas, estavam mesmo destinados um ao outro.

 

O actor que interpretou James, esteve muito bem, não foi de certo um papel fácil. Pelo que soube, o gato Bob foi interpretado, pelo próprio. Não sei que truques usaram, mas o Bob esteve muito bem. Mas, o  que será que ele pensou? Será que sabia que estava a representar? Será que estranhou andar nas costas de outro? Será que o verdadeiro James esteve sempre a seu lado a orientá-lo!? Seja como for, resultou muito bem. E com certeza que não ficou confuso...

 

Só tive pena quando acabou, nem me dei conta do tempo a passar. Queria que continuasse...

Uma missão diferente

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A guerra civil na Síria tem levado várias pessoas a abandonar as suas casas e partir para destinos mais seguros. Muitas delas, deixaram para trás os seus animais de estimação, nomeadamente, os gatos.

No entanto, há uma pessoa que se recusa a sair do país, e que já tomou a seu cargo uma missão diferente e especial - cuidar desses gatos abandonados!

 

 

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Chama-se Mohammad Alaa Aljaleel. Era electricista, mas agora conduz ambulâncias em Aleppo, resgatando não só pessoas necessitadas, como animais. 

 

 

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Mohammad afirma que já resgatou mais de cem gatos abandonados, e confessa que alguns donos optam por deixar os seus gatos com ele, porque conhecem a sua paixão pelos felinos que são, agora, os seus grandes amigos. 

 

Podem saber mais AQUI e AQUI

 

Gatos em Mafra II

 

No outro dia tinha aqui falado das gatinhas tricolor que encontrámos aqui em Mafra. 

Dois dias depois, desta vez à ida para casa, percebemos que, para além delas, existem por ali mais gatos. Embora alguns tenham fugido assustados, ainda consegui apanhar este gatinho preto que, juntamente com a sua amiga, pareceu mais confiante.

É claro que a distância entre nós e eles, até porque nos separa um portão de ferro fechado a cadeado, era de alguns metros, e só parece que estão tão perto graças ao zoom.

O meu receio é que, um destes dias, saiam pelo portão para a estrada, e tenham o mesmo destino que alguns dos seus companheiros já tiveram.

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