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Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

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de novo a Kat

A minha gata é demais!

Não sei se com os vossos felinos acontece o mesmo. 

Sempre que vou tomar banho, a Kat entra na casa de banho e espera que eu abra o chuveiro, mete-se dentro do poliban...até que a água saia quente e foge.

Por vezes, sai da casa de banho e regressa , senta-se a ver-me tomar o banho ou  quando estou a acabar, espera que eu saia para entrar e beber as pingas que restam do chuveiro.

Outras vezes, está ela a ocupar o felpo saída do banho, tenho de me ajeitar para a madame não se mexer, ou enquanto passo a toalha pelo corpo, ela lambe a água que vê nos meus pés.

Hoje, deixou-se ficar sentada no felpo.

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Dia Mundial do Gato

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Festejei-o com um abraço à minha gata e uma mousse gourmet, que ela tanto gosta, que comprei no PD numa promoção, leve 9 e pague 3.

Basta eu chamá-la e dizer:  " Anda, Kat. Vem ter comigo!" ela aparece na cozinha, rabo levantado, encosta-se a mim,  pois já sabe que vai ter um mimo.

E neste Dia Mundial do Gato, recebi um telefonema do médico veterinário, em resposta ao e-mail que enviei  para o hospital onde a Kat fora internada para saber se já havia resultado do exame, fui informada que deu negativo, isto é, ela não tem nada.

Depois de lhe dizer que a Kat está mais calma, come bem, pediu-me que passasse por lá quando eu entendesse para tratarmos da desparasitação, que já não faz há cerca de um ano.

Que alívio!

Um bom Dia Mundial do Gato para os gatos deste Clube.

 

que lugar fixe para tirar uma soneca

O chão da casa de banho estava coberto de toalhas de rosto.

Esquecera-me de fechar a porta, a Kat teria ido dar uma soneca no meio delas.

Tenho em cima da mesa da sala dois envelopes para enviar livros (do Grupo do Desafio de Leitura), a malandra alapou-se em cima deles e descansa tranquilamente. 

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Tudo serve de aconchego para estes nossos felinos.

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notícias da Kat

Avisara a médica veterinária que a minha estratégia para dar os comprimidos à gata é esmagá-los com um garfo e misturá-los no paté.

A Kat adora comida húmida. Com os comprimidos, ela cheirava a comida, hesitava, virava costas e  não comia.

Uns minutos depois, voltava , come, não come, pensava eu que ela não iria fazer a medicação também porque não comia nada.

Mas gulosa que é, com alguma relutância, comia a parte de cima sem o comprimido, deixava o resto.

Foram duas as vezes que ela não o tomou na totalidade, mas comecei a misturá-lo muito bem no paté. Uns dias comia tudo, outros deixava um restinho, mas a verdade é que fez a medicação toda.

Desde que a fui buscar ao hospital, há uma semana, que ela dorme aos pés da minha cama.

De dia deixo-a andar por toda a casa, as portas estão abertas, quero que ela se sinta  bem. O certo é que anda muito calma, deixa-me fazer-lhe festas, pegar nela.

Hoje, estava a fazer a cama, salta para cima à espera que pusesse a coberta por cima dela.

Eu dizia-lhe ( converso muito com a minha gata, quase a trato como uma pessoa) para sair de cima, ela continuava como se nada fosse.

E pus a coberta, aconchegou-se e ficou ali na preguiça.

Depois do almoço, fui dar com ela confortavelmente sentada a dormitar na cadeira de encosto.

Não sei quando chegarão os resultados do exame, mas espero que não seja preciso ser submetida à cirurgia.

Resta-me esperar.

As últimas fotografias da Kat na preguiça da cama, debaixo da colcha, e na cadeira.

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a Kat já está em casa

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levou-me 280€ da conta.

Sempre que tentavam tirar urina davam-lhe um analségico, ela é levada do diabo,  vai fazer tratamento em casa, a urina foi para analisar, visto que a médica veterinária vê minerais e, provavelmente,  terá de ser operada.

Esta cirurgia anda pelos 300€.

9 anos comigo,foi a primeira vez que gastei tanto dinheiro com ela.

Chegou a casa, foi comer, já fez xixi.

Pus a transportadora no lugar onde a apanhamos para a levar para o hospital, foi lá cheirá-la.

Depois foi para a varanda lamber-se.

De repente, lembrei-me que um dia destes vou ter de tirar aquela fita azul. Vai ser o texas, ela não vai deixar-me tocá-la.

Vou ter de pedir ajuda à Sofia.

Eu já tinha saudades dela.

 

 

a Kat está internada

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Há cerca de três semanas, e a qualquer hora dodia e da noite, que a Kat soltava uns mios fortes, achei esquisito, pareciam-me de dor.

Todos os dias limpo a caixa sanitária, um dia pareceu-me ver um pouco de sangue.  Fiquei alarmada, a Kat poderia esta a fazer uma infecção urinária.

Fui controlando o xixi, não vi mais nada que me preocupasse, embora os mios fossem frequentes.

Quando cheguei de férias, percebi que sempre que ela ia à caixa sanitária, soltava o mio forte e saía a correr feita louca pela casa. 

Achei estranho, lliguei para a clínica veterinária. Era sábado, tinham a manhã cheia, pediram-me que a levasse até ao meio-dia, caso contrário, teria de levar ao hospital veterinário.

Mas expliquei que a Kat não sai de casa há setes anos, tudo o que preciso de tratar ( desparasitação e pulgas) compro e trato eu dela, que é muito difícil conseguir apanhá-la, é uma desconfiada, fica nervosa e foge.

Nesse dia vieram as minhas sobrinhas cá a casa para tentarem pô-la na transportadora, mas foi uma luta em vão.

Peguei no carro, fui ao hospital veterinário, aberto 24h, pedir ajuda.

Explicaram-me que tinha de a levar, não podiam obervá-la cá em casa.

Desiludida, voltei para casa, sempre na tentativa, com as dicas que me foram dadas, de a meter na transportadora.

Embora a Kat tivesse mostrado melhoras e se mantivesse calma durante toda a semana, mas com a dificuldade em fazer xixi, eu andava atenta para apanhá-lam metê-la na transportadora e levá-la ao hospital.

Várias vezes consegui mas quando tentava metê-la na transportadora, saltava e fugia.

Hoje, decidi ficar por casa e tentar levá-la, daria tudo por tudo para a apanhar.

Todas as tentativas foram em vão. Nem a mousse, que ela tanto gosta, que pus dentro da transportadora, a convenceu.

Decidi ligar para o hospital, precisava de ajuda.

Um serviço pago ( eu sabia disso), veio uma enfermeira. Uma pessoa experiente, entramos no quarto onde ela descansava. Com um grande cobertor, eu com a transportadora na mão, a Kat foge para o canto da sala, a enfermeira com a manta e pedindo-me para encostar a transportadora junto dela, conseguiu, rapidamente, que ela entrasse.

Que alívio!

Sempre com a preocupação que ela forçasse a porta, embora estivesses de costas para esta, com a manta a tapá-la, a enfermeira desceu e levou-a para o carro. Segui no meu, para o hospital.

Quando entramos para o consultório, o médico percebeu que tinha ali uma gata " feroz". Depois de explicar o seu estado, foi-me dito que para a examinar teria de ser sedada, que ficaria dois dias internada para tomar soro.

Antes que eu dissesse que fizesse tudo o que havia a fazer, e sem olhar a valores, o médico informou-me que ia fazer um orçamento ( quero a Kat tratada, que se lixe o dinheiro, pensava eu).

Uns minutos depois, com os detalhes do orçamento, 186 € ( pensei que fosse mais), assinada a autorização de internamento, finalmente a Kat vai ser tratada.

Se nas férias estava sempre preocupada por ela ficar sozinha em casa tanto tempo, falava nela constantemente, e desde que cheguei ela ocupava um canto da minha cama, ficava por lá a dormir, hoje  acho estranho a sua ausência. 

Tenho sentido a sua falta. 

A Kat vai ficar boa. 

 

a bola de ténis

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De quando em vez, a professora de Pilates pede que,  para a aula seguinte, levemos uma bola pequena. Comprei uma de ténis, que guardo na mala para quando for precisa. 

Num destes dias, escolhia a roupa para o ginásio, para pôr na mala.

Ouvi um ruído.

Espreitei. 

A Kat tirara a bola da mala e brincava com ela em cima do tapete.

Nem me lembrava que a bola estava na mala.

Quanto aos tapetes, é frequente vê-los completamente amarrotados  e fora do sítio. A Kat costuma fazer deles sliding.

as melhoras da Kat

Cinco dias sem comer, depois de ir ao veterinário saber o que fazer, e perante o que contei do seu estado de apatia, a jovem veterinária concordou comigo que seria ciúme quando percebeu que o seu espaço fora "invadido" por um ser pequeno: o meu sobrinho neto.

Aconselhou-me  mudar ambas as comidas, seca e húmida, trouxe uma embalagem pequena de ração rica em perú e uma de comida húmida de salmão.

Não costumo misturar as comidas, tenho um prato para cada uma, passei todo o conteúdo da embalagem da comida húmida para o respectivo pratinho.

A Kat cheirou, cheirou, não lhe tocou.

Pus, então, uma quantidade  razoável de comida seca, no prato.

Cheirou, afastou-se, voltou a cheirar, comeu um pouco.

Voltou para o sofá, deixou-se ficar grande parte do dia, até que à noite comeu mais um pouco.

A comida húmida ficou no prato, não a comeu. Experimentei um pouco de patê que tanto gosta, mas nada.

Rejeitou toda a comida húmida, foi para o lixo.

No sábado, andava atrás de mim, roçava-se nas minhas pernas, queria comer.

Pus um pouco da comida dela, não a que trouxera do veterinário, foi comendo, mas ia para a beira da porta do armário onde guardo os sacos, eu abria-a, ela cheirava um e outro, mas o seu rosto ficava no saco de comida do veterinário.

No mesmo prato pus um pouco de cada uma das rações secas, comia mais uma que outra.

Eu já estava mais tranquila, a Kat dava sinal de melhoras. 

Estava sentada no sofá, no meu lugar que ela ocupara durante os cincos dias de letargia, eis que ela por trás salta para cima dele, aproxima-se de mim, cheira-me, e eu com a maior da rapidez peguei no telemóvel e tirei uma selfie antes que ela fugisse, como é costume quando quero fotografá-la.

De sábado até hoje, a Kat não pára. Felizmente.

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a apatia da Kat

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está a preocupar-me.

Há dois dias que não come nada.

Nem o patê de frango que muito gosta.

Não vejo nada de anormal no corpo, faz xixi mas cocó não.

Há dias que ela ocupa o meu lugar no sofá, não sai ou desvia-se se tento sentar-me. 

Então, sento-me ao seu lado, faço miminhos, que deixa, contrariamente ao habitual.

Já pensei que este seu comportamento tenha a ver com a presença diária do meu sobrinho neto bebé.

Possessiva que ela é, penso que ela sente ciúmes por alguém ocupar o seu território.

Quando o bebé está cá por mais tempo, tiro-a da sala, receio que fique agressiva por ver o menino.

Bufa-me, fica furiosa, mas sai, vai pars outro canto, o cesto onde por vezes tira uma soneca.

Quando o menino vai embora, volta tudo ao normal.

Se continuar nesta apatia, vou ter de a levar ao veterinário, o que surge outro problema:

não sai de casa há anos, tem medo, fica mais agressiva, receio a sua reacção e magoá-la mais do que está.

Oxalá seja como há uns tempos atrás que aconteceu o mesmo e dois dias depois parecia uma gata na selva.

 

 

Fotogatia # Kat Fo

 

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A Kat não me pode ver arrumar a casa e quandoos tapetes são aspirados e colocados no seu lugar, ela vai a correr, faz sliding em cima deles, que ficam amarrotados e dobrados,  depois senta-se a descansar do exercício difícil que fez.

Hoje, após colocar os tapetes, fui fazer outras coisas, quando voltei ao closet já estava o serviço feito.

Uma hora depois, noutra posição, ainda estava em cima deles.

Os nossos gatos são mesmo especiais.

 

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