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Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

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Um mês depois da mudança da ração - o balanço

Advance Sterilized Sensitive com salmão e cevada

 

Está quase a fazer um mês que mudámos a ração às nossas gatas, e o balanço é este:

 

  • A mesma ração à qual torceram o nariz nas primeiras vezes, foi aquela que, dois dias depois, já era a sua preferida
  • Ou porque a nova ração sacia menos, ou porque é mais apetitosa, a verdade é que elas devoram-na num instante, e pedem mais
  • Com a nova ração, lá se vai o controlo do peso com as duas doses diárias - manhã e noite
  • A continuar assim, desconfio que vamos acabar por ter que comprar mais ração, e lá se vai a poupança 

 

A mudança pode ter sido responsável pela queda excessiva de pelo nos últimos dias, e pela menor defesa do sistema imunitário, que levou a outros problemas mas... 

Também pode não ter nada a ver com a ração, por isso, a enfermeira acha melhor não voltar a mudar para outra, nem voltar para a anterior, para já, porque poderia ser ainda mais prejudicial para elas.

 

 

 

 

A ração da vizinha é melhor que a minha!

Imagem relacionada

 

 

Mas prefiro a minha!

 

 

As nossas gatas estão habituadas, desde pequenas, à ração que o veterinário recomendou, e que temos comprado desde então.

Mas, quando estou a mexer na ração que costumo comprar para os gatos da colónia, e deixo cair no chão, elas vão logo comer, qual aspiradores, como se aquela meia dúzia de croquetes fosse o mais raro petisco alguma vez encontrado, e pudesse escapar a qualquer momento.

O que nos levou a pensar que, apesar de tudo, não eram esquisitas e marchava qualquer coisa.

 

 

Entretanto, por questões económicas, decidimos comprar uma ração mais em conta, mantendo uma boa qualidade. Falaram-nos da Purina, mas não nos agradou muito.

E optámos por comprar Advance Care Esterilizados de Salmão Sensitive. 

 

 

Ontem, comecámos a fazer a transição.

Logo à primeira vista, e ao cheirar uma e outra, notei logo a diferença. A habitual cheira bem, e parece apetecível. A segunda, até agonia.

Mas como não é o cheiro que interessa, lá fiz a mistura.

As nossas gatas são lambonas, e não se fazem rogadas na hora de comer. Mas, ontem, ficaram a olhar para os comedouros, cheiraram, estavam com cerimónias.

Notaram algo fora do normal.

Lá petiscaram, mas pareciam estar a escolher onde estava a ração habitual.

Ao longo do dia, acabaram por comer tudo. Vamos ver como correm os próximos dias.

 

 

Mas, afinal, parece que a ração dos outros só é melhor se for por vontade deles, ocasionalmente. Quando a tempo inteiro, já não serve!

A tristeza e a felicidade nos gatos

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Como já aqui disse várias vezes, a Becas e a Amora são duas gatas muito diferentes a nível de comportamento.

 

Quando pequenas, a Becas era uma espécie de macaca, activa, subia por todo o lado, corria e brincava.

A Amora ia brincando conforme conseguia, mas eram mais as vezes que ficava apenas a observar, precisando de ser estimulada.

 

 

 

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Agora que já têm 3 anos, é visível a mudança que ocorreu em ambas.

A Becas é agora uma gata muito mais séria, que gosta de brincar, sobretudo, se o fizermos com ela, mas prefere muitas vezes estar deitada. A não ser quando quer companhia para comer, não pede atenção. Fica à espera que lhe seja dada por nós, de livre vontade. É capaz de ficar horas sozinha, se não a formos buscar e, mesmo assim, quando por vezes o fazemos, vai-se embora chateada por a termos incomodado.

Mas, como também já mencionei, é uma gata extremamente carente, cujos "nãos" são, muitas vezes, um "sim".

Olhando para ela, e tirando alguns momentos em que se percebe que está bem, tenho sempre a sensação de que está triste, com um ar fechado, sério... É estranho, mas é o que sinto.

 

 

Por outro lado, a Amora tem os seus momentos de carência mas, de uma forma geral, parece sempre uma gata feliz, animada, bem disposta. Vejo-a muitas vezes a brincar e entreter-se sozinha, a mostrar a sua vontade, a aventurar-se.  

 

 

Da mudança da hora, do ponto de vista felino

 

Imagem relacionada

 

Há uns anos atrás, esta mudança para a hora de inverno era encarada com alegria, significando uma hora a mais para dormir, na noite de sábado para domingo.

Actualmente, e feitas as contas, a mudança significa que as nossas gatas vão, teoricamente, acordar-nos uma hora mais cedo, já que para elas não há cá mudanças.

Ou seja, quando for 6 da manhã, para elas será 7 horas, como sempre - time to wake up! 

 

 

Custódia partilhada de animais em caso de divórcio

Resultado de imagem para partilha gatos em divórcio

 

A propósito desta notícia, ocorreu-me o seguinte pensamento: como se resolverão, em Portugal, as situações dos animais de estimação quando os respectivos donos se divorciam ou separam.

Não falando apenas dos casos em que ambos não conseguem chegar a um consenso, mas também quando estão de acordo e iniciam uma espécie de "guarda partilhada", como se sentirão os animais, e de que forma isso os afectará?

O cenário parece ainda pior, quando a situação envolve gatos, que são animais com uma maior dificuldade de adaptação, de rotinas bem definidas e que, à mínima alteração ou mudança, podem desenvolver quadros de stress, apatia, depressão.

 

A partir do momento em que os donos se separam, haverá uma mudança de casa, de território, de pessoas que frequentam o lar, rotinas, horários e tantas outras coisas.

E, se é verdade, que uma mudança definitiva estranha-se, mas com o tempo acostuma-se, o mesmo não se poderá dizer se o animal viver em constante mudança.

 

Imaginem um gato passar uma semana numa casa, com toda uma rotina e regras estabelecidas nesse lugar e, na semana seguinte, passar noutra, com outra dinâmica à qual se terá que habituar para, quando isso acontecer, voltar a mudar novamente para a primeira, e assim sucessivamente.

E quando existe mais que um animal? Fica cada membro com um, separando assim os companheiros? Ou partilham-se ambos? E em semanas iguais, ou semanas alternadas?

 

Não falo aqui dos casos em que um dos membros fica com os animais, e o outro nunca mais os vê, deixando de ter qualquer contacto com os mesmos, porque parto do princípio que, gostando dos animais, não seriam capazes de o fazer. Mas haverá casos em que isso acontece.

 

Assim, de que forma se poderá atenuar os efeitos que uma separação, definitiva ou não, possa causar a um animal de estimação, nomeadamente, um gato?

 

Advogados, veterinários e seguidores que já tenham ou não passado por uma situação destas, aceitam-se esclarecimentos, testemunhos e opiniões sobre o assunto.