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Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

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Veterinários municipais defendem o regresso do abate de animais

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Quando vi esta notícia, pensei que só poderia ser uma piada.

Infelizmente, não é.

 

Ao que parece, o objectivo é combater a sobrelotação dos abrigos e canis, e poupar os animais a uma vida inteira, passada nestes espaços, sem uma família.

Assim, todos os animais que, por azar, forem parar a estes abrigos ou canis, que supostamente os deveriam proteger e deles cuidar, e que não sejam adoptados num determinado prazo, serão abatidos.

Pergunto-me eu: Isto não é, também, uma crueldade? Tira-se a vida a um animal, só porque durante aquele tempo ninguém quis ficar com ele? Ainda que um mês, ou um ano depois, até houvesse alguém que o levaria para sua casa?

Voltamos àquela ideia macabra de que os canis ou abrigos são matadouros, locais a evitar e pobres daqueles que forem lá parar, que têm os dias contados.

 

É injusto.

Os animais não têm culpa.

Culpa, têm aqueles que os abandonam, que os maltratam, que os entregam neste sítios.

Culpa tem quem não assume as responsabilidades pelos seus animais, e quem ainda não conseguiu fazer cumprir as leis como seria de esperar.

Culpa tem quem prefere apostar em soluções condenáveis, em vez de apostar na prevenção.

Culpa têm aqueles que investem rios de dinheiro em coisas que não fazem falta nenhuma, mas não são capazes de criar espaços onde estes animais possam ficar, pelo tempo que for preciso.

 

Mas os animais? Esses são inocentes.

Inocentes que, por força das circunstâncias, se veem nas mãos e à mercê de quem acha que tem o direito de lhes tirar a vida, por falta de espaço. Por quem acha que pode decidir o seu destino.

Se é justo um animal passar toda uma vida num canil? Não!

Da mesma forma que não é justo uma criança passar a sua vida em orfanatos, sem ninguém que a queira adoptar. E então, só por isso, vai-se matar a criança, para lhe evitar esse "sofrimento". Porque os orfanatos estão a ficar sobrelotados, e é preciso dar lugar a novas crianças, matando as que lá estão há mais tempo?

Vamos matar as pessoas que estão há muito tempo nos hospitais, sem melhorias, porque é preciso dar lugar a quem chega agora e precisa?

Vamos matar os idosos que estão nos lares, porque há cada vez mais idosos, e menos espaço para os acolher, levando à criação de lares ilegais, onde vivem sem condições e dignidade?

 

O que estão a querer dizer é que, por exemplo, os animais que agora foram salvos do incêndio e estejam em canis, se não forem adoptados, vão ter mesmo como destino a morte?

É esta a lei que protege os animais?

 

 

 

É mesmo preciso desparasitar o meu gato?

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Por vezes, os donos colocam esta questão.

Sobretudo, se os gatos estão sempre em casa, e sem contacto com outros animais.

É que desparasitar, tanto interna, como externamente, já começa a sair um pouco dispendioso e, se se puder evitar essa despesa, melhor.

 

 

Mas a verdade é que devemos sempre fazer a desparasitação interna e externa, seja em que circunstâncias for.

Porquê?

Porque, até mesmo nós, enquanto donos, podemos trazer os parasitas para casa e, se os nossos gatos não estiverem desparasitados, vão ser contaminados enquanto que, se tivessemos apostado na prevenção, estariam protegidos.

 

Depois, não só acabamos por ter que gastar o dinheiro que tentámos poupar, como podemos vir a ter gastos ainda maiores, se o gato tiver que fazer tratamento para acabar com a infestação que o atingiu, e que o deixou doente.

 

O ditado é bem antigo "mais vale prevenir, do que remediar", e no que se refere à desparasitação nos animais, aplica-se na perfeição, sem excepções!

Quando os nossos gatos fogem, e nem nos apercebemos disso!

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Por já ter, infelizmente, alguma experiência no que toca a fugas de gatos da nossa casa, foi precisamente sobre esse tema que escrevi para a Miau Magazine de Janeiro.

No artigo, recordo a aventura da Tica, e partilho dicas sobre o que fazer em caso de desaparecimento do nosso animal de estimação, bem como conselhos para não alimentar aquele sentimento de culpa que tanto nos afecta. Claro que todo o artigo se refere a quando um gato desaparece, e nós sabemos disso e tentamos encontrá-lo.

 

 

Mas, e quando os nossos gatos fogem, e nem nos apercebemos disso?!

Como costumo dizer, tanto a Becas como a Amora têm algumas semelhanças com a Tica, não só a nível físico, como de feitio.

E a Becas parece ter herdado alguns dos genes da Tica, que saía para a rua, mal apanhava uma porta aberta. Esses genes estão a manifestar-se cada vez mais, e ontem passou a noite na rua.

Sem sabermos.

 

 

A primeira tentativa foi quando eu cheguei a casa. Apanhámo-la logo no quintal.

A segunda tentativa foi quando o meu marido veio das compras. Mais um vez, pegámos nela, e levámo-la de volta para casa.

À terceira, foi de vez. O meu marido saiu para trabalhar e não se apercebeu que, com ele, também a Becas tinha saído.

Tanto eu como a Inês já estávamos deitadas, e convencidas de que a Becas estava em casa.

 

 

De madrugada, a Amora começou a andar inquieta. Ora entrava dentro da cama, ora saía. ora voltava a entrar, para logo em seguida sair.

Ouvi também um barulho na porta. Parecia alguém a tentar abri-la. Mas pensei que fosse a Becas a brincar com as caixas que tinha deixado na entrada, e não liguei.

De manhã, levanto-me, e oiço miar. 

Olha, a Becas está com tanta fome que já mia desalmadamente, pensei eu. Mas não a vi.

Abri a porta da casa de banho, achando que ela podia ter ficado lá fechada, mas não. E o som vinha de longe. 

Abri a porta da dispensa, e também não estava lá.

Espreito pela janela da porta, para ver se era o Branquinho a miar lá fora. Vejo um gato. Parece clarinho. Abro a porta e, apesar de estar escuro, parece o Branquinho. Continuo a andar, para confirmar, e descubro que é o Branquinho, sim, e acompanhado pela Becas!

 

 

E é aqui que o meu coração pára momentaneamente, perante a constatação de que a nossa Bequinhas passou a noite toda na rua, ao frio, sabe-se lá com quem, e em que condições.

Enquanto nós dormíamos descansadas, na cama, quentinhas.

Pego imediatamente nela, e levo-a para casa. Só depois me apercebi do quão mau isto pareceu, por ter deixado o Branquinho na rua, sozinho, enquanto levava a Becas para casa.

E pode parecer parvoíce mas, apesar de tudo, fico grata ao Branquinho porque, de certa forma, parece que a protegeu e lhe fez companhia  para não se sentirem tão sós. 

Ela estava aparentemente bem, sem nenhuma ferida ou marca de que tenha corrido mal a noite.  Penso que ela não terá saído dali do quintal, uma vez que a Amora andava inquieta, quem sabe percebendo que alguma coisa se passava, ou que a amiga estava lá fora.

Já em casa, comeu, fez as suas necessidades, e estava na boa.

 

 

A Amora é que não parou de bufar a assanhar-se para ela o tempo todo, estranhando a companheira, e a pensar por que raio tínhamos levado um gato lá para casa. E se eu pegava na becas ou lhe fazia festinhas, a seguir a Amora assanhava-se para mim também.

Cá entre nós, temos a teoria de que a Amora está cheia de ciúmes porque a Becas passou a noite com o Branquinho, e agora até já parece amiga dele!

 

 

E agora?

O que fazer quando o nosso gato, que está sempre em casa, passa algum tempo na rua, inclusive em contacto com outros gatos?

Tendo em conta que ela não está ferida, e que não pode ficar prenha, já que é esterilizada, as principais preocupações são desparasitá-la, interna e externamente, e à Amora também.

Apesar de tudo, não acredito que tenha contraído alguma doença mais grave mas, por descargo de consciência, será melhor marcar consulta no veterinário, para verificar se está tudo bem. E, logo que possível, vacinar ambas contra o Felv, não vá a fuga repetir-se de novo.

Demasiado picuinhas ou moderadamente prevenida?

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Eu sou daquelas:

- que chega a casa e lava as mãos, depois de ter feito festinhas a gatos da rua, ou lhes ter pegado ao colo, antes de fazer os mesmo às suas gatas

- que chega a casa e despe a roupa que tem vestida logo que possível, depois de esta ter estado em contacto com vários gatos da rua, antes de deixar as suas virem para o colo

- que, se por acaso algum gato lhe entra em casa e se serve da comida das suas felinas, retira de imediato os comedouros/ bebedouros, e desifecta tudo

 

Exagerada ou ponderada? 

Picuinhas ou prevenida?

Acham que estas são apenas medidas de prevenção e protecção para com os felinos da família, ou acções desnecessárias?

Também têm estes cuidados, ou nem se lembram disso?

Como previnir os problemas de saúde oral do vosso gato!

 

 

Hoje, quero partilhar com vocês como podem prevenir os problemas de saúde oral do vosso gatinho!

Muitos gatinhos, sofrem de mau hálito, acumulam tártaro, que quando é grave, implica fazer uma destartarização, para evitar problemas mais graves, sendo um acto que implica um custo elevado para o dono, tendo que o animal levar uma anestesia e causa algum desconforto ao animal e pode haver algumas complicações, se pudermos fazer alguma para evitar estas situações, de maneira acessível, tenho a certeza que todos os donos o irão fazer!

 

Quando adoptei o Puma, ele tinha uma gengivite e o veterinário aconselhou a comprar um produto que adicionamos diáriamente á ração, eu utilizo o Dental Plus da Beaphar, compra-se nas lojas de animais ou mesmo no veterinário, sendo a primeira opção mais barata!

O Deantal Plus tem uma colher doseadora e dura-me um ano colocando uma vez ao dia no paté que dou á Fénix e Puma, quando chego a casa!

 

Este pó de algas e castanhas naturais ajuda a manter os dentes e gengivas saudáveis, ao usar diáriamente limita a ocorrência de problemas de saúde oral e reduzir significamente a descalcificação!

Mais alguém, usa este produto?

A curiosidade salvou o gato

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A Royal Canin acaba de lançar” A Curiosidade Salvou o Gato”, uma campanha para consciencializar os tutores, para a importância de levarem os gatos, de forma mais regular, ao veterinário.

A decorrer durante o mês de Outubro, a iniciativa tem um cariz solidário, e vai apoiar a Associação Animais de Rua.

 

Lançada a 24 de Outubro através do claim “Leve o seu gato ao veterinário”, a campanha desafia as pessoas a partilharem, no Instagram, uma selfie com o filtro de “gato” e publicá-la nos seus perfis utilizando a hashtag #Cat2Vet. Por cada fotografia partilhada até 15 de Novembro, a Royal Canin irá doar uma refeição para gatos à associação Animais de Rua*.

 

Marta Bigio, da Royal Canin Iberia, adianta:

“Os gatos são animais inteligentes e que conseguem muitas vezes passar despercebidos. Apesar de existirem cerca de 1,5 milhões de gatos nos lares portugueses, há muitos tutores de gatos que não se apercebem da importância dos cuidados de saúde. Mais de metade das famílias portuguesas levam apenas uma vez os gatos ao veterinário e muitas vezes ficam surpreendidas com a necessidade da monitorização regular da sua saúde.”

A responsável refere ainda que “em conjunto com os nossos parceiros, queremos alertar as pessoas para a importância destes cuidados, acima de tudo preventivos, como forma de garantir uma melhor qualidade de vida e a longevidade dos seus gatos. Esta campanha visa precisamente incentivar os tutores de gatos a agendarem uma consulta no seu médico veterinário”.

 

Para mais informações sobre a campanha consulte a página oficial e acompanhe as novidades no Facebook e Instagram da Royal Canin.

 

* Serão atribuídos à Animais de Rua até 10.000 taças de alimentação Royal Canin.

 

O estrabismo nos gatos

Foto de Clube de Gatos do Sapo.

 

No outro dia, na brincadeira, apelidei o Pompom (branquinho) de gato estrábico, por parecer que estava a entortar os olhos.

Ontem, também me pareceu fazer o mesmo, e fui pesquisar se existiriam, de facto, gatos estrábicos.

 

A resposta é: Sim, o estrabismo em gatos existe!

 

O estrabismo, ou também conhecido como desvio ocular, é uma situação bastante comum de ser encontrada em gatos não estando, por norma, relacionado com nenhuma patologia (doença), embora seja necessário descartar essa possibilidade.

O estrabismo não é algo somente estético.

"Esse desalinhamento dos olhos pode afetar a percepção de profundidade do animal. Pode haver, no olho estrábico, alteração na acuidade visual, ou seja, o gato não vê com nitidez ou, em alguns casos, acuidade zero (cegueira total)."

As raças mais predispostas ao aparecimento de estrabismo são: Siamês, Persa, Angorá e Red Point, entre outras. Relativamente aos siameses, estes felinos trazem essa alteração geneticamente, por isso não há forma de prevenir. 

 

Tipos de estrabismo

Existem dois tipos principais de estrabismo: O convergente e o divergente.

O estrabismo convergente, caracterizado pelo olhar cruzado (o animal olha em direcção ao nariz), é o mais comum nos gatos. 

 

Tratamento

O tratamento cirúrgico do estrabismo, na maioria das vezes, não é feito. Nos animais, é bastante raro profissionais executarem cirurgias por questões meramente estéticas. Nos casos em que a alteração tem outra origem, por exemplo, a neurológica, são recomendadas terapias específicas pelo médico veterinário responsável pelo caso.

 

Prevenção

A prevenção consiste em não cruzar gatos estrábicos para que o gene não seja passado para os filhotes.

 

Acompanhamento

É importante que todos os animais estrábicos sejam avaliados por um oftalmologista veterinário. Os animais, assim como os humanos, necessitam sempre de uma avaliação de um profissional da área médica.

 

 

Fontes:

http://portaldocat.com.br/

https://www.peritoanimal.com.br

 

 

Seminário sobre vacinação e desparasitação

Foto de Hospital Veterinário do Atlântico.

 

O Hospital Veterinário do Atlântico, em Mafra, vai promover um seminário sobre a importância da vacinação e desparasitação dos animais de estimação.
Serão abordados temas como as doenças que a vacinação previne, o protocolo vacinal em cães e gatos, e a importância da desparasitação interna e externa.
O seminário tem a duração de 1.30h, com início às 10 horas, e pausa entre palestras para coffee-break.
A inscrição é gratuita e pode ser feita através de email ou telefone:

social@hvatlantico.pt/ 261 810 060

Cuidado com os golpes de calor

 

O verão está aí e, com ele, as temperaturas elevadas que, muitas vezes, nos fazem querer passar o dia debaixo de água, e com bebidas frescas à mão!

Com os animais não é muito diferente. 

Ao contrário de nós, que transpiramos por todo o corpo, os gatos e cães perdem apenas algum calor por transpiração, através das almofadas plantares e, em pequena percentagem, através da pele exposta nas orelhas.

Num golpe de calor, os mecanismos de termorregulação dos animais não são suficientemente eficazes para baixar a temperatura corporal dos animais.

Alguns animais são mais sensíveis a esta situação, como as raças braquicefálicas (com focinho achatado), animais obesos, geriátricos e muito jovens.

 

 

 

 

Sinais

Para perceber se estamos perante sintomas de golpe de calor, existem alguns sinais que nos podem elucidar:

 

– Respiração ofegante

– Salivação excessiva

– Pele seca e quente

– Batimentos cardíacos acelerados

– Agitação/ ansiedade

– Não responde aos estímulos do dono

 

À medida que a situação progride, podem ocorrer vómitos, diarreia, descoordenação, ou tremores. O colapso, convulsões e o coma surgem na recta final.

 

 

 

 

O que fazer

Em primeiro lugar convém medir a temperatura dos animais.

Se estes tiverem uma temperatura elevada, e apresentarem os sintomas atrás referidos, a primeira coisa a fazer é pulverizá-los com água à temperatura ambiente. Nunca devemos utilizar água muito fria ou gelo porque isso irá provocar um arrefecimento demasiado rápido, dando origem a outras complicações.

Em seguida devemos levá-los ao veterinário, evitando colocá-los dentro de transportadoras, e mantendo os vidros abertos para circulçação do ar ou, em alternativa, o ar condicionado ligado. Nunca se deve utilizar toalhas molhadas porque dificultam a dissipação do calor.

Aplicar um pouco de álcool nas patas do animal também pode ser uma boa solução.

 

 

 

 

Prevenção

Para ajudar os nossos animais a suportar melhor as temperaturas altas do verão, convém:

– Ter sempre disponível água limpa e fresca
– Manter circulação de ar ou ventilação nos locais onde deixa o seu animal de estimação 
– Manter sempre o acesso às sombras nos locais de descanso
– Nunca deixar o animal sozinho no carro ao sol, mesmo que com os vidros parcialmente abertos, porque o interior do veiculo pode atingir uma temperatura elevadíssima

- Durante a viagem manter as janelas abertas para o ar circular ou manter o ar condicionado ligado, e ter o cuidado de parar, no mínimo, de 2 em 2 horas para oferecer um pouco de água fresca

– Não prender o animal ao sol
– Não o exercitar nas horas de maior calor

 

Se seguirmos estas recomendações evitamos riscos desnecessários para os nossos amigos de quatro patas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Vacinação Felina

 

Tal como no caso dos humanos, também para os felinos a vacinação constitui a melhor forma de prevenção de doenças infecciosas.

Assim, existe o chamado Protocolo Vacinal, que todos os gatos devem seguir, pela sua saúde.

 

Primovacinação

8 semanas – Herpesvirus, Calicivirus e Panleucopenia felina (Tricat) - esta vacina protege o felino de doenças do trato respiratório, como é o caso das duas primeiras, e da panleucopénia, que já aqui foi falada anteriormente.

Numa única vacina, poderá proteger o seu gato contra estas três doenças, tendo que efectuar o seu reforço por mais duas vezes:

1º reforço - 11 a 12 semanas 

2º reforço - 14 a 16 semanas

 

No caso da Becas e da Amora, devido ao problema da primeira, foram vacinadas mais tarde e, como tal, só precisaram de efectuar um reforço.

A partir de então, a vacina deverá ser repetida anualmente.

 

FELV

Depois de feito o despiste de FIV/FelV, e no caso de os testes darem um resultado negativo, os veterinários aconselham os donos a vacinarem os seus felinos contra o Felv, principalmente se os mesmos estiverem em contacto com outros animais não testados, ou tiverem acesso à rua. O reforço deverá ser efectuado 3 a 4 semanas depois.


Raiva

A vacina da raiva, que não é obrigatória para gatos em Portugal, pode ser administrada a partir dos 3 meses de idade. É aconselhada quando se viaja para o exterior.