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Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

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Fiquei mais entusiasmada que elas

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Achei muita piada às "tocas" que a Anabela tinha arranjado para o Riscas e o Rafael, e até lhe cheguei a perguntar onde tinha comprado.

Por aqui nunca vi nada do género à venda, e não liguei mais.

 

No sábado fui ao Intermarché e encontrei umas "tendas" ou "iglos", como lá mencionavam, muito giras, e fiquei com vontade de comprar. Só tinha 2, uma verde e uma azul. Mas eram a 16 euros cada uma. Deixei-as ficar.

 

Ontem tive que lá voltar, e voltei a espreitar se ainda lá estavam. Continuavam lá. A tentação foi grande e levou a melhor. Comprámos uma cada um, como prenda de natal e aniversário atrasada.

 

 

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Estávamos na expectativa para ver como iriam elas reagir às tendas. Cheiraram, ainda puseram uma pata ou outra lá dentro, mas não as convenceu. E deitaram-se as duas ao lado, na manta.

 

Resultado: gastámos dinheiro para aquilo estar lá apenas a enfeitar!

Ervas?! O que é isso?

Imagem relacionada

 

Não me recordo a partir de que momento é que a nossa Tica começou a comer ervas mas sei que, desde esse momento, ficou viciada nelas - uma autêntica ervomaníaca!

Quantas vezes tivemos que andar a apanhar aqui e ali, onde sabíamos que eram seguras, enquanto as que semeávamos não cresciam.

Quando ela morreu, ficámos com algumas saquetas de sementes por abrir. E eu pensei para mim mesma que não daria ervas a mais nenhum gato que tivessemos.

Mas o meu marido, que também quer viciar as bichanas como o fizemos antes com a Tica, quis semear ervas para elas.

O tempo tem estado chuvoso, e nós não temos ligado nenhuma aos vasos. Acho até que já nos tínhamos esquecido disso, de tanto tempo que passou sem que elas nascessem.

Este fim-de-semana, calhei olhar para o vaso, e lá estavam elas. Ainda não muito grandes. Mas apanhei 4 para experimentar ver a reacção delas.

 

Becas

Cheira a erva, meio curiosa e desconfiada, experimenta pôr na boca mas deita fora. Penso que nem chega a morder. Tenta brincar com ela, tocar-lhe com a pata, segurá-la. Deixa cair no chão. Repito isto mais uma ou duas vezes, até que ela perde o interesse, e eu me viro para a Amora.

 

Amora

Cheira, mais receptiva a pôr na boca, penso que ainda lhe dá umas trincas, que não se notam pela falta dos dentes, mas manda fora. Tenta agarrá-la com as patas e levá-la novamente à boca, para mais uma vez voltar a mandar fora. Desisto!

 

Ao que parece, por enquanto, não querem saber de ervas, nem tão pouco para que servem!

Penso que devem estar a pensar "oh dona, deixa-te lá de ervas, e dá-nos mas é um pedacinho de fiambre ou queijo, que esses sabemos para que servem, e gostamos muito!"

O primeiro susto de 2017

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Primeira parte:

Hoje comecei mesmo bem o dia, quase com um ataque de coração.

Na sexta-feira fomos buscar o medicamento para a Amora, para iniciar um tratamento experimental. A ideia é ver como ela reage ao tratamento, e se ajuda a controlar a incontinência urinária. Tem que ser administrado 2 vezes ao dia, de 12 em 12 horas.

Por isso, só comecei hoje, no regresso aos horários de sempre e rotina. É em forma de xarope, para dar com seringa. Consegui dar logo à primeira, sem grande dificuldade, e achei que já estava.

Mas a Amora, nos segundos seguintes, começou a ficar muito agitada, desorientada, a contorcer-se e a fugir, como se estivesse a ter uma convulsão, e a espumar pela boca, sem parar.

E eu, pessimista como sou, só pensei "ai que já matei a gata com a porcaria do medicamento". A tentar acalmá-la no meu colo, estando eu própria com os nervos em franja, liguei para o hospital e atendeu-me uma enfermeira, penso eu, que me disse que foi apenas uma reacção normal ao xarope, por não ter gostado do sabor!

A sério?! E não podiam ter avisado antes? Querem matar-me de susto logo no início de 2017?

Mais descansada, mas não muito segura, deixei-a já melhor quando vim trabalhar.

 

Segunda parte:

O meu marido ligou-me, contei-lhe o que se passou, e ele foi verificar se estava tudo bem com ela. Não a encontrou em nenhum dos sítios habituais. Começou o pânico outra vez.

Afinal, enfiou-se no meio da roupa lavada que eu tinha deixado de manhã, depois de secar na máquina, no sofá!

 

 

Até tenho medo de voltar a dar o medicamento logo à noite. Não ganhei para o susto!