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Clube de Gatos do Sapo

Este blog pertence a todos os gatos que andam aqui pela plataforma do Sapo, e que pretendem contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar experiências e conhecimentos, e dar-vos a conhecer o mundo dos felinos!

Clube de Gatos do Sapo

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Viver como um gato: o teste!

 

 

A propósito do livro "Meu gato, meu guru", a Albatroz propõe-nos testar o nosso quociente de gato.

Até que ponto vivemos a nossa vida como gatos, ou o que ainda temos a aprender com eles? 

Façam o TESTE (penso que só dá para quem tem facebook), e descubram o que têm a melhorar para viverem como verdadeiros gatos!

 

 

 

 

E quando menos esperamos, a vida surpreende-nos!

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Será possível?

Estará mesmo vivo, e bem?

Será mesmo quem eu estou a pensar que é?

 

 

Esta manhã deparei-me com este gatão enorme na colónia!

Penso que já no outro dia andava por lá mas, de noite, não deu para ver bem.

Hoje, sim.

 

 

 

E, então, lembrei-me imediatamente do Panterinha!

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Este menino, vi-o na colónia, pela última vez, no final de 2017.

Nunca mais por lá apareceu, que eu visse (claro que num dia e noite inteiras, havia sempre muitas hipóteses de não o ver).

Pensei que tivesse desaparecido. Ou morrido. Como outros que por lá nasceram, e nunca mais se viram.

Passou-se, entretanto, mais de um ano.

 

Será que este belo e enorme Pantera, é mesmo o Panterinha?

Quero acreditar que sim!

Que, quando menos esperamos, a vida nos surpreende desta forma positiva!

 

As marcas de uma vida nas ruas

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A vida nas ruas pode não matar, mas deixa as suas marcas bem vincadas nos animais que são obrigados a lá sobreviver.

Não podendo entrar dentro de cada gato e saber o que têm a dizer da vida nas ruas, é certo que conseguimos encontrar gatos que parecem viver felizes assim, e outros que davam tudo por um lar.

De uma forma ou de outra, viver na rua têm os seus perigos, os seus riscos, e as suas consequências.

 

 

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A Boneca foi abandonada há quase 7 anos pela família que a tinha acolhido e, desde então, o seu lar tem sido a rua.

Quando a conheci, era uma gata extrememente dócil, mansa, submissa. Os outros gatos abusavam dela, e ela deixava. Era uma gata que se podia pegar à vontade, à qual podíamos fazer festas.

Com os anos, passou por várias gestações, tendo ficado sempre sem os seus filhotes, mortos pelo vizinho à nascença. 

Começou a ficar deprimida, a emagrecer, quase pensámos que iria morrer de desgosto.

Mas conseguiu dar a volta.

 

 

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Hoje, é uma gata que, se não estiver a ver, aceita algumas festinhas no lombo mas, mal vê a mão à sua frente, bufa e lança a pata. É desconfiada, não permite que se aproximem muito, embora venha ter connnosco e saiba que temos sempre algo para lhe dar, e um carinho para lhe fazer.

Hoje, é uma gata cujas orelhas acusam a destruição pelo sol, feridas, com crostas.

A Boneca é um bom exemplo daquilo que as ruas podem fazer a um animal.

 

 

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Sim, ela vive nas ruas, e ainda está viva. Mas sabe-se lá as doenças que não terá apanhado, os parasitas que não terá, o sofrimento que ela já passou, e de que forma isso marcou a sua personalidade.

Hoje, é uma Boneca "calejada" a que nos aparece à porta de vez em quando.

E deixa-nos sempre um duplo sentimento: de alegria, por estar viva e ainda nos conhecer, e de tristeza, por ver no que ela se tornou...

Um sofá para dois

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Do lado de fora do portão, nem sempre se consegue ver quem por ali anda naquele telheiro.

Tinha visto que o Pompom estava deitado no sofá, mas a Oreo, lá em cima, só consegui ver através da fotografia!

No meio das péssimas condições em que vivem naquele edifício abandonado, ainda há algumas "mordomias" que os confortam. Este sofá é uma delas!

Uma excelente semana para todos!

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A Kikas não deve receber muitos carinhos e festinhas na vida. Quando tem essa sorte, é assim que ela fica!

 

 

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Completamente derretida, até deixa fazer festinhas na barriga, sem se mexer.

 

 

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Ainda por cima ao sol, ainda sabe melhor!

 

 

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Aqui está ela no nosso quintal! Acho piada que,muitas vezes, tanto os donos dela como os do Branquinho estão ali na rua, mas eles continuam no nosso quintal.

 

 

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A Kikas deseja a todos uma excelente semana, com muitos banhos de sol!

 

Esperar pela morte de alguém que amamos

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Tenho acompanhado a situação da Mia, uma das felinas da Fátima, e não poderia deixar de escrever este post.

Já vivi, na minha vida, duas experiências distintas, e nenhuma delas me preparou para aquela, que é a única coisa que todos os seres vivos têm, de mais certo, na vida: a morte.

 

 

Quando a Tica morreu, numa fracção de segundos, sem qualquer sinal de que isso poderia acontecer, uma das frases que mais ouvimos foi "Pelo menos não sofreu, não esteve dias e dias doente, a definhar mais a cada um deles, com vocês a assistirem, sem poderem fazer nada. Foi melhor assim."

Melhor, seria, como é óbvio, ela continuar entre nós. Mas, talvez tenha sido, de certa forma, menos penoso assim. Talvez...

 

Com a Fofinha foi diferente. Ela estava doente. Nós sabíamos que ela estava doente. E que, mais cedo ou mais tarde, partiria. Mas tínhamos sempre a esperança de que aquele tumor desaparecesse por magia, e ela voltasse ao normal. Nessa altura o meu pai ponderou a eutanásia. Não foi necessária. Ela acabou por morrer naturalmente. 

Ah e tal "Foi melhor assim, pelo menos acabou-se o sofrimento para ela.".

É verdade, mas preferia que tivesse acabado com ela viva e bem de saúde.

 

Em ambos os casos, quis acreditar que tinham partido, para ceder o seu lugar a outros seres. No caso da Fofinha, à minha filha, que nasceu cerca de ano e meio depois. No caso da Tica, à adopção das duas meninas que hoje temos, e a toda uma missão em prol da defesa e protecção dos animais.

 

 

A Mia, a gatinha da Fátima, está numa situação diferente, e que não deixa de ser curiosa.

Embora não pareça sentir dores, desconforto, apatia, nem qualquer outro sintoma que leve a considerar que está em sofrimento, a verdade é que, como pouco se alimenta, tem vindo a emagrecer a cada dia, transformando-a em pouco mais que pelo e osso.

E é essa a única manifestação visível que apresenta. E os mimos e atenção que pede cada vez mais à Fátima!

Neste momento, a Mia está numa espécie de estabilização: não piora, mas também não melhora. O que torna ainda mais incerto o seu futuro.

 

Uma coisa é certa, ela parece estar a lutar, à sua maneira, para ficar o máximo de tempo que conseguir nesta vida. Como que a dizer que ainda não completou a sua missão. Que a sua presença ainda é necessária, e não está na sua hora.

 

Já para a Fátima e restante família, não deverá ser fácil. Sempre a desejar o melhor, mas a esperar o pior. A querer acreditar que tudo vai correr bem, mas sempre de pé atrás, não vá o destino pregar uma partida.

 

 

 

Como é que vive quem espera pela morte daqueles que ama?

Só tem três hipóteses.

Ou ignora, fazendo de conta que nada se passa.

Ou resigna-se, deixando-se levar pela tristeza de saber que, mais dia, menos dia, não os terá mais perto de si, desistindo da luta.

Ou encara a situação de frente, e luta com as armas que tem, por aqueles que, também eles, estão a lutar. A Fátima pertence, sem dúvida, a este último grupo.

É sempre uma vida levada com o coração nas mãos, apertadinho, ora a querer sair pela boca, ora a encolher-se dentro do peito. É uma montanha russa de emoções, consoante há uma leve melhoria, ou um dia mais complicado.

É um permanente desassossego e inquietação, pelo que poderá ou não acontecer na sua ausência. Se for preciso, e não estiver lá. 

Mas há algo que nunca falha: o amor, o carinho, a atenção, os mimos, a dedicação, a disponibilidade, a presença constante. E isso pode fazer muito!

 

 

 

Como é que alguém se prepara para a sua partida desta vida?

Acho que não existe preparação possível.

Estejamos a contar ou não, sabendo de antemão ou não, resignando-nos ou não, lutando ou não, a dor que sentimos, quando acontece, é sempre a mesma. Tal como a revolta, a frustração, a tristeza, as saudades.

Não podendo mudar nada disso, resta fazer aquilo que queremos e podemos, por aqueles que ainda cá estão connosco, enquanto nos for permitido!

 

O Clube de Gatos envia aqui muita energia positiva, para recarregar as baterias à Mia, para que continue a sua luta, e todo o apoio à Fátima, que precisa dele para continuar a viver esta fase sem perder a força que a caracteriza.

 

Imagem surrupiada à Fátima 

 

 

 

Dia Mundial do Médico Veterinário

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Celebra-se hoje o Dia Mundial do Médico Veterinário.

Nem todos os donos têm possibilidade ou condições para levar os seus animais regularmente ao veterinário. E a verdade é que, tal como nós, humanos, estando eles bem, não há motivos que justifiquem esse gasto adicional.

Mas, mesmo que seja esse o caso,  existem alguns mandamentos que todos os tutores de animais de companhia devem ter em conta e que, de certa forma, poderão ajudar também os médicos veterinários, de forma a que os animais de companhia sejam mais saudáveis, com maior qualidade de vida e, consequentemente, mais felizes.

 

Antes de adotar, saber informação sobre as características do animal – saber as caraterísticas e necessidades do animal que vamos adotar é fundamental. A idade, o porte, as características físicas, as necessidades nutricionais e de exercício devem ser tidas em conta antes da adoção. 

 

Vacinas – A vacinação dos animais de companhia é um dever de todos os tutores, para os proteger de doenças perigosas, não só para eles, como também para os seres humanos (como é o caso da raiva). 

 

Desparasitação – A desparasitação interna e externa é outro aspeto fundamental a ter em conta na saúde e bem estar dos nossos animais de companhia. 

 

Brincadeira e exercício – Todos os animais de estimação, independentemente da raça ou porte, precisam de exercício e gostam de brincar com os seus tutores. É importante para combater o excesso de peso, exercitar os músculos, manter a forma física.

 

Esterilização/ Castração – O médico veterinário é quem melhor pode esclarecer sobre as vantagens da esterilização e, em caso de adoção de um animal esterilizado, aconselhar sobre as necessidades nutricionais, que se modificam depois da esterilização.

A esterilização em animais de companhia é um procedimento essencial que, para além da ação contracetiva e da eliminação permanente do comportamento de cio, também actua na prevenção de alguns problemas de saúde do aparelho reprodutor, como tumores de mama e problemas do útero e dos ovários. Já nos machos pode atenuar alguns comportamentos de agressividade, e evitar doenças testiculares, reduzindo o risco de problemas na próstata.

 

Visitar o médico veterinário regularmente  É importante que os animais, mesmo não estando, aparentemente, doentes, façam check ups regularmente, sobretudo os animais em idade geriátrica e, em particular, os gatos que são exímios no disfarce de sinais clínicos de doença.

 

A saúde psicológica  – Cães e gatos podem sofrer de doenças psicológicas. A ansiedade de separação ou a depressão são duas doenças psicológicas que podem afetar os animais de companhia e que se refletem no seu comportamento e até mesmo na sua saúde física. O médico veterinário tem todas as competências para detetar os sinais clínicos e ajudar o seu amigo de quatro patas.

 

A alimentação – As necessidades nutricionais dos gatos ou cães são muito diferentes das dos humanos e variam mesmo de animal para animal – de acordo com a sua raça, idade, o peso ou características como esterilização ou problemas de saúde. O veterinário poderá aconselhar a melhor alimentação para uma nutrição completa e adaptada. 

 

A segurança  – Os tutores são responsáveis pela segurança dos seus animais, tanto em casa, como em viagem. O médico veterinário pode esclarecer sobre a forma mais segura de transportar o gato ou cão, e sobre os perigos que a casa pode esconder.

 

Treino e educação sempre que possível – O treino e a educação são importantes, em particular no caso dos cães. O seu médico veterinário pode aconselhá-lo sobre as melhores estratégias tendo em conta a raça e características do seu animal de estimação.

 

 

Informação: Royal Canin.

Vamos enviar energias positivas à Ritinha

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A Ritinha, gata mais nova da Luísa, e membro do Clube de Gatos do Sapo, está muito doente e com prognóstico reservado.

A Luísa já tinha perdido a Bia, no ano passado, e está destroçada com esta situação da Ritinha, que tem apenas 2 anos.

Os médicos pouco poderão fazer pela Ritinha. 

Quanto a nós, a única coisa que está nas nossas mãos é enviar muita energia positiva para que, de alguma forma, mesmo que pareça absurdo ou impossível, essa energia chegue até à Ritinha e ela consiga transformá-la em força para lutar contra estes problemas que a atingiram, acendendo uma ínfima esperança de se salvar!

Vamos a isso?

 

Não desistas, Ritinha!

Os gatos de rua são felizes?

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Eu acho que alguns gatos, à sua maneira, são felizes mesmo estando na rua.

Pegando num exemplo, imaginemos duas pessoas diferentes: uma nascida e criada no campo, e outra na cidade.

Se perguntarmos a cada uma delas se são felizes com a vida que têm, provavelmente, ambas responderão que sim. O campo tem vantagens que a cidade não tem, e vice-versa. Da mesma forma, as desvantagens.

Aquilo que uma mais gosta, pode ser aquilo que a outra mais detesta. Pode haver coisas que a pessoa do campo sente falta, mas nem por isso preferiria a cidade, e o contrário também acontece - desejar uns dias calmos no campo, mas nunca deixar a cidade de forma definitiva.

Claro que há pessoas do campo que se mudam para a cidade, e se adaptam, e outras que ficam ainda mais felizes pelo que lá encontraram, e já não querem o campo de volta. Da mesma forma, há quem se mude para o campo, e opte por lá ficar de vez, fugindo da confusão da cidade, vivendo uma vida mais feliz. 

 

Imaginem um diálogo entre gatos em que um diz "nesta vida podes ter isto e aquilo" e o outro responde "mas aqui, podes ter isto e aquilo". "Ah e tal, mas não tens isto". "Sim, mas tu não tens aquilo"! E por aí fora.

 

Pegando naquilo que vejo, em relação aos gatos da colónia, por exemplo, eles vivem em família, brincam uns com os outros, apanham solinho, têm árvores para subir, espaço para correr e brincar, liberdade...O mais difícil é a comida, mas tendo quem os vá alimentando, fica mais fácil. Há gatos que, por muito que nos faça confusão, gostam dessa vida. Talves porque não conheceram outra e sempre foram criados assim, ou pela personalidade mesmo. Alguns, quando levados para casa, até se podem habituar e gostar. E outros haverá, claro, que davam tudo para sair dali para fora, e entrar para sempre na casa de alguém que lhes desse amor, conforto, segurança e uma vida que ali nunca terão.

 

Já os gatos que vivem num lar, com a sua família e têm tudo isso, são gatos felizes, mas nem por isso deixam de querer, nem que seja por uma vez, ir lápara fora, experimentar a liberdade, saltar os muros, subir as árvores, visitar os vizinhos, explorar. E, se por acaso os deixamos fazê-lo, poderá haver os que já não voltam por vontade própria, mas a maioria, sabe que o mundo lá fora não é para eles, e voltam para a sua segurança e conforto habituais.

Descansa em paz, Lassie!

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É incrível como nos afeiçoamos aos animais, mesmo àqueles que nem sequer nos pertencem, mas com os quais acabamos por conviver no dia-a-dia, e que já fazem parte da nossa rotina.

 

A Lassie era a cadela mais velhinha da rua. Diz, quem se lembra dela desde pequena, que deveria estar perto dos 20 anos. As histórias que deveria ter para contar!

Eu lembro-me vagamente dela, há mais de uma década. Depois, houve uma fase em que ela não saía do seu quintal, raramente se via, e eu não estava tão ligada aos animais como hoje, por isso, não prestava muita atenção.

 

Até que, no ano passado, ela começou a vir até perto da minha porta, muito magrinha, negligenciada e com fome. Foi nessa altura que comecei a dar-lhe ração, e a observá-la com outros olhos. Estava, provavelmente, doente. O veterinário chegou a ir até à casa dos donos, para a ver. Andou uns tempos com funil e um penso na pata. Depois melhorou. Ultimamente, voltou a andar com o funil durante uns dias. Via-se que os donos estavam apenas à espera que a morte a levasse.

 

Foi das cadelas mais mansas e meigas que conheci. Gostava dela! Notava-se que já nem via bem, e tinha muitas vezes que a guiar até à comida que, a certa altura, já nem forças tinha para comer.

Nos últimos dias de 2017, e no início deste ano, comentei com a minha filha e o meu marido que achava estranho ela não aparecer, e passou-me pela cabeça que tivesse falecido, porque já não a via há vários dias.

Até que, na semana passada, a vi pela janela. Muito murcha, ainda mais magra e encolhida a tal ponto que, por momentos, me pareceu que lhe tinha sido amputada a pata. Mas foi apenas ilusão de óptica. Custou-me vê-la assim, mas fiquei aliviada por estar viva.

 

Hoje, recebi a notícia de que a Lassie partiu, não está mais entre nós...Acabou-se a dor e o sofrimento dela.

A Lassie não era minha, mas nem por isso deixei de ficar triste com esta notícia. Nem por isso deixamos de nos afeiçoar, e de sentir a sua perda.

Ainda tenho em casa um restinho da ração que lhe dava. E o que ela gostava de comer a ração dos gatos, e de lhes roubar a comida, quando a via no prato!

 

Por aqui, serás sempre lembrada e recordada com carinho...O carinho que te faltou, provavelmente, nesta última fase da tua vida...

Hoje, uma parte do meu coração está de luto por ti.

 

Descansa em paz, Lassie! 

 

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